domingo, 23 de janeiro de 2011

Saiba como "trabalham" muitos parlamentares: "Um político na lata do lixo da história"

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IMPORTANTE: Transcrição de artigo publicado no site "Direto da Redação" (23/01/2011), que revela muito do que acontece nos bastidores da política brasileira, envolvendo parlamentares ou ex-parlamentares da extrema-direita, como é o caso do ex-senador Heráclito Fortes, visa esclarecer os internautas e leitores sobre como funcionam, em muitíssimos casos, os políticos no Brasil.
Ex-senador pelo Piaui, Heráclito Fortes
Transcrição na íntegra:
"As mais re-centes revela-ções do site WikiLeaks mostram uma faceta do ex-senador Herá-clito Fortes (DEM) que muitos já ima-ginavam existir. O ex-senador prefere negar, como outros indicados pela WikiLeaks o fizeram. Heráclito não tem coragem de admitir ter sugerido ao então embaixador estadunidense Clifford Sobel que o governo dos Estados Unidos estimulasse a produção de armas no Brasil para conter supostas ameaças de Venezuela, Irã e Rússia, como revelou o site WikiLeaks.
O povo do Piauí julgou este senhor nas urnas, impedindo que ele tivesse mais oito anos de mandato no Senado. Na verdade, o Piauí livrou-se de um político pernicioso aos interesses nacionais. Quando Heráclito Fortes tinha mandato, os meios de comunicação de mercado lhe proporcionavam grandes espaços, sobretudo ao criticar pontos positivos da política externa do governo Lula e o próprio Presidente da República. Portanto, o Brasil consciente agradece ao povo do Piauí por mandar este Heráclito Fortes para o lixo, de onde se espera nunca mais saia. 
Tem políticos do Demo e do PSDB que continuam por aí seguindo a mesma linha de Fortes. As revelações do site WikiLeaks mostram também como são promíscuas as relações de alguns políticos brasileiros com diplomatas estadunidenses.
A patota do Heráclito Fortes e adjacências não vai gostar nada da informação segundo a qual o governo da Venezuela anunciou ter ampliado suas reservas petrolíferas para 297 bilhões de barris. Se o fato for mesmo confirmado pela OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), a República Bolivariana da Venezuela se transformará no país com a maior reserva de petróleo do mundo, maior até do que a Arábia Saudita, aliadíssima dos Estados Unidos.
Falando em mundo árabe, a Tunísia está dando um exemplo de como é fundamental a mobilização popular. O povo nas ruas tirou um ditador corrupto, Zine El Abidine Ben Ali, que fugiu exatamente para a Arábia Saudita, levando ouro e tudo mais para viver nababescamente.  
Na área de imprensa, os jornalistas tunisinos estão fazendo uma revolução que deve servir de exemplo em muitas partes do mundo. Segundo o Le Monde (jornal francês), ao levarem a cabo a “Revolução do Jasmim”, os jornalistas estão assenhoreando-se da linha editorial nas redações, sem, por enquanto, exigir a saída de sua direção. Formam comitês de redação nos meios de comunicação do Estado, nos jornais privados vinculados ao antigo regime e até naqueles do ex-partido no poder, a União Constitucional Democrática, cuja dissolução as massas populares estão a exigir nas ruas. «Somos nós que vamos decidir doravante a linha editorial», garantiu o jornalista Faouzia Mezzi. O jornalista Taukif Ben Brik, ferrenho opositor do regime de Ben Ali, será candidato na eleição presidencial que deverá ocorrer dentro de seis meses.
Os donos do poder na Tunísia querem trocar o seis pelo meia dúzia, ou seja, que permaneça no poder o esquema anterior, apenas com a saída de Ben Ali. O povo e os jornalistas não aceitaram o jogo e almejam um novo país, sem esquemas corruptos e ditatoriais, do tipo que se subordina sem pestanejar aos ditames do mercado financeiro. O povo percebeu a manobra e segue nas ruas exigindo virar a página em definitivo.
Por aqui seguimos sob o impacto da tragédia na região serrana. Um esclarecimento, o que houve na região serrana não foi o evento natural com o maior número de mortos. O maior até agora ocorreu em 1967 na Serra das Araras, quando a encosta desabou matando entre 1.500 e 1700 pessoas, cujos corpos ficaram lá mesmo e não foram encontrados. Como naquele ano o país vivia em plena ditadura, muitas informações foram omitidas, mas não dá para esquecer o fato, como fizeram os jornalões e telejornalões de hoje.
E, para finalizar, vale assinalar que o município de São Lourenço segue sob a influência nefasta da Nestlé, que vem utilizando os poços de água mineral daquela cidade para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
Segundo informa a jornalista Carla Klein, para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à  saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. E a desmineralização de água é proibida pela Constituição. Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais em larga escala as águas minerais naturais, o que pode ter reflexos em outras cidades vizinhas.
Tem mais: como na Europa a campanha contra a Nestlé se intensificou e conta com apoio de Igrejas que denunciam o que acontece em São Lourenço, o próprio presidente da empresa tinha cedido às pressões e prometeu o fim dos trabalhos na cidade mineira. Aí sabem o que fez o governo tucano de Aécio Neves logo após a promessa do chefão da Nestlé? Baixou portaria regulamentando a atividade da empresa em São Lourenço. Ou seja, permitiu que a empresa multinacional continuasse a fazer o que sempre fez na corrida pelo lucro em detrimento da população. E tudo isso acontece sob o silêncio da mídia de mercado, que tem a Nestlé como grande ($$$$) aliada".

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

BBB - Big Babacas Brasileiros, o novo e lucrativo nicho da Rede Globo

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O programa BBB - que eu chamo de BIG BABACAS BRASILEIROS -, que entendo seja mais um anti-programa, pois que desmantela com os alicerces bases do bom senso profissional, do respeito aos telespectadores, da ética e da moral à sociedade e à família, e que em absoluto tem a haver com entretenimento e menos ainda com cultura ou informação. Muito pelo contrário, além de cobrar as incrições para candidatos e candidatas se inscreverem - só no BBB 9 a Globo arrecadou com inscrições mais de R$ 10 milhões, enquanto o prêmio para o ganhador era de R$ 1 milhão - a Rede Globo viu na ignorância e na crendice dos telespectadores, um singular nicho de faturamento que lhe proporciona, em média, R$ 10 milhões por semana. Ou seja, a cada votação para eliminar um ou uma concorrente. No final de uma mês o faturamento da Rede Globo, com as idiotas invencionices do senhor Pedro Bial (autor da biografia do nada menos que Roberto Marinho, escolhido a dedo pela recém falecida Lilly Marinho e pelos herdeiros da multinacional que detém o monopólio da informação no Brasil), que chama os participantes do BBB 10, de "heróis" (vejam só a que ponto se chega por dinheiro e para assegurar o emprego), chega à casa dos R$ 40 milhões.

Um parêntesis: Pedro Bial se presta a apresentar tal baixaria, poder-se-ia chamar de "programanografia", com um inacreditável esforço, animação e vibração o BBB para tão somente garantir o emprego, assim como garantiu a biografia do "jornalista" (???) Roberto Marinho e a publicação de seus livros. É a única explicação que serve de justificativa. E, repetindo, muitos ignaros telespectadores o tem como um ilustrado, um super letrado cidadão ... quem sabe, e não se surpreendam, se amanhã ou depois não estará ele de "fardão" tomando o chá das cinco na Academia Brasileira de Letras, fazendo companhia a outros ilustrados como José "Marimbondos de Fogo" Sarney e Cia. Ltda.

Ali, na pseuda e hermética casa (que de hermética não tem nada, pois até "script", que bem pode não ser escrito, mas orientado verbalmente, tem a ser seguido pelos participantes) acontece de tudo, menos o que deve ser o objetivo primeiro de uma emissora de televisão do porte e da influência de uma Rede Globo: cultura, informação com "verdade factual" e entretenimento sadio. Mas o que se assiste é a desestruturação dos princípios salutares da família e da sociedade, a banalização do relacionamento onde o sexo (ainda que não explícito) ocupa o primeiríssimo lugar e uma "coisa" (chamam de programa) sem enredo, sem história, sem conteúdo (no bom sentido), que passa um péssimo exemplo, fundamentalmente, às crianças e aos adolescentes em plena fase de formação da personalidade.

E o mais grave de tudo, além, ainda, de passar em horário dito nobre, quando toda a família está assistindo televisão, até por que a falta de opções e a violência não possibilitam outra alternativa, a forma como a "coisa" é apresentada acaba incutindo na cabeça de muita gente: adultos, jovens e crianças a expectativa de um dia poder participar para ganhar o prêmio, que agora passou a ser de R$ 1,5 milhões.

Há outras iniciativas que partem da Rede Globo e que ninguém, menos ainda os governantes e políticos, padres e pastores, cobram transparência: a realização, anual, da campanha "Criança Esperança", que a Globo afirma ser em parceria com a Unesco. Tudo bem, até que seja, mas há que dar explicações ao povo, aos telespectadores e especialmente aos que fazem as doações (?) qual o total arrecadado, onde e quando será investido, assim como o total do investimento em cada entidade auxiliada.

Mas não. Tudo feito em completo silêncio. Um silêncio que a muitos gera suspeitas, dado o fato de "Criança Esperança" não ser uma campanha, repito, com total transparência. Uma campanha que tenha uma comissão fiscalizadora, já que as doações vem do povo, em que seja revelado o valor total arrecadado, o valor destinado a cada entidade a ser assistida e as obras e benefícios ou resultados dos investimentos.

E não se tem notícias de que algum político ou governante ou a própria Receita Federal tenha se manifestado nesse sentido de tornar a campanha "Criança Esperança" realmente um movimento transparente e de cunho solidário, como é propagado. Espera-se que algum senador ou deputado federal, já que a televisão é uma concessão governamental, tome essa iniciativa e busque tornar o evento em uma ação distinta nitidamente. O povo, e até as empresas que com sacrifício fazem as doações - confesso que por pensar como aqui está colocado, jamais fui um doador - são merecedores de uma satisfação quanto ao resultado apurado, bem como o seu destino e efetivo investimento.

Luiz Fernando Veríssimo escreveu que com R$ 29.700.000,00 arrecadados em cada paredão semanal do BBB 10, dá prá construir 520 casas ou comprar 5.000 computadores. Segundo os meus cálculos dá prá construir no mínimo 600 casas populares ao custo de R$ 49.500,00 cada casa, diminuindo, assim, a grande necessidade com relação a falta de casas populares no Brasil, ou cerca de 19.800 computadores, ao preço calculado de R$ 1.500,00 cada unidade, para disponibiliar aos alunos das escolas públicas. No final de um mês se teria construído 2.400 casas ou adquiridos 79.200 computadores. Seriam milhares de escolas públicas que estariam equipadas com a informatização e possibilitando o acesso à ultima geração tecnológica e ao conhecimento, via informação, a centena de milhares de alunos.

Ou continuaremos a conviver com a suspeição do interesse dos governantes em solucuionar os problemas sociais no Brasil e também com a sombra da dúvida e da incerteza do que é arrecadado com o "Criança Esperança".
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB

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Reproduzo a "crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o BBB", conforme e-mail recebido de um amigo médico em 17/01/2011.

PARA MEDITAR UM POUCO ... ou muito o que representa esse programa de baixo nível artístico, cultural, de entretenimento, cujo mais serve para massificar, manipular e alienar os telespectadores e, no fundo, faturar milhões em cada etapa do programa em que os integrantes do BBB serão excluídos da casa. Cada ligação é paga e são milhões, cerca de 29 a 30 milhões de ligações que são feitas por telespectadores, que pagam um valor de cerca de R$ 0,35 por ligação, pensando que são eles - os telespectadores - que realmente decidem que sai ou fica no programa. 

Desde antes de iniciar mais um dos seriais BBB já está tudo planejado, assim como está tudo no "script" o papel que cada participante deverá desempenhar no desenrolar do programa, que tem mais baixaria do que entretenimento.

Pois leiam a crônica que escreveu Luiz Fernando Veríssimo, que já trabalhou ou ainda trabalha para a Rede Globo.

"A Vergonha?

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos... Gays, lésbicas, heteros... todos na mesma casa, a casa dos ?heróis?, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 10 é a realidade em busca do IBOPE.

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um ?zoológico humano divertido?. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os ?animais? do ?zoológico?: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a ?não sou piranha mas não sou santa?, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível.

Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados...

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o ?escolhido? receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!).

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...,estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... ,telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Histórico: Dilma Vana Rousseff, eleita, assume como a primeira mulher presidente do Brasil


Nesta edição não poderíamos deixar de destacar um fato inédito e histórico: a posse, no dia 1º de janeiro de 2011, de Dilma Vana Rousseff, a primeira mulher presidente do Brasil. Em seu discurso, por ocasião da sua diplomação no TSE - Superior Tribunal Eleitoral, ela destacou: "Essa atitude rompe preconceitos, desafia limites e enche de esperança um povo sofrido".  Na oportunidade Dilma reafirmou seu compromisso com a estabilidade econômica, pela erradicação da pobreza e pelo zelo à liberdade de expressão e de culto.

Além disso, a edição de dezembro de 2010 da Gazeta de La Stampa traz matérias sobre a Reforma da Previdência; a Vice-Procuradora-Geral da Justiça Eleitoral aceita denúncia anônima; Justiça: Ministra se diz vítima da morosidade do próprio Judiciário brasileiro; Casas vazias superam déficit habitacional, diz Censo; Juiz Federal Previdenciário declara inscontitucional o "Fator Previdenciário"; Os Deputados e o abuso com o dinheiro publico, referente ao auto-aumento na ordem de 61,83% de seus próprios salário, passando de R$ 16.700,00 para R$ 26.700,00, assim como o do Presidente da República, Ministros, etc. decisão abusiva que virá em cascata, pois todos os milhares de deputados estaduais e governadores, e os milhares e milhares de vereadores e prefeitos dos mais de 5.500 municípios brasileiros serão beneficiados, automaticamente com o mesmo percentual ou até mais. E por fim, no "Ponto de Vista", a grave denúncia: Processos de extorsão que estão virando moda, referente aos abusivas cobranças feitas pelas concessionárias de telefonia e da Corsan - Companhia Riograndense de Água e Saneamento. Fatos que registram mais algumas das muitas vergonhosas formas de extorsão que são praticadas contra o povo brasileiro. E cadê o Judiciário? Prá que servem os MP - Ministérios Públicos Federal e Estaduais, a PF - Polícia Federal e as Agências Fiscalizadoras, como ANVISA, ANATEL, ANEL, etc. Essas parece que foram criadas para proteger e atender todos os interesses e os pedidos das concessionárias de telefonia, de energia elétrica, água e esgoto, indústria farmacêutica (medicamentos), etc.

* Para ampliar basta um clic sobre a foto
** Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Saiba quem é o maior ídolo do tênis brasileiro: Guga ou Maria Esther Bueno?


Maria Esther Bueno: o maior fenômeno do tênis brasileiro
MARIA ESTHER BUENO: A bailarina de Wimbledon 

Aos 20 anos, com um estilo agressivo de jogar, de saques fortes e subidas rápidas à rede, Maria Esther Audion Bueno tornou-se a primeira brasileira a vencer a chave de simples do Torneio de Wimbledon, em Londres, na Inglaterra, batendo a tenista norte-americana Darlene Hard (EUA). Voltou a ganhar o título mais duas vezes: em 1960, quando venceu a sul-africana Sandra Reynolds, e, em 1964, ao derrotar a australiana Margaret Court. Jamais uma jogadora brasileira repetiu tal feito. Seus títulos permaneceram muito tempo como as únicas conquistas do tênis brasileiro. Conquistou também o torneio de duplas femininas e mistas em Wimbledon em 1958, 1960, 1963, 1965 e 1966; venceu quatro vezes o torneio de simples (1959, 1963, 1964 e 1966) e de duplas (1960, 1962, 1966 e 1968) no Aberto dos Estados Unidos (US Open Tenis); de simples no Aberto da França (1960) e no Aberto da Itália (1958, 1960 e 1965); e de duplas no Aberto da Austrália (1960). Foram, ao todo, 558 títulos internacionais e 25 nacionais. Por dez anos esteve entre o primeiro e o segundo lugares no ranking mundial, sendo eleita, na temporada de 1959/1960, a maior atleta feminina do mundo. Esther começou a jogar tênis aos 5 anos. Aos 11, disputou seu primeiro campeonato e, aos 18, ganhou seu primeiro título internacional, o Orange Bowl, nos EUA. Terminada a carreira, em 1974, tem voltado a Londres para trabalhar como comentarista para uma rádio inglesa.
Finais de Grand Slam (35)



Simples (13)

Vitórias (7)

Ano
Torneio
Adversária da Final
Placar da Final
6-4, 6-3
1959
6-1, 6-4
8-6, 6-0
7-5, 6-4
6-4, 7-9, 6-3
1964
6-1, 6-0
6-3, 6-1


Finais Perdidas (6)

Ano
Torneio
Adversária da Final
Placar da Final
6-4, 10-12, 6-4
5-7, 6-1, 6-2
5-7, 6-4, 5-2 RET
6-4, 7-5
6-3, 3-6, 6-1
6-2, 6-2


Linha do tempo em Grand Slam

Tournament
-
-
QF
-
-
-
-
F
-
-
-
-
-
-
SF
QF
SF
QF
-
-
F
SF
SF
QF
QF
-
1R
-
QF
V
V
-
SF
QF
V
F
F
4R
QF
-
4R
3R
QF
V
F
-
SF
V
V
SF
V
2R
SF
-
3R
2R

Maria Esther Bueno é uma das maiores tenistas que o mundo já viu. Um terror para quem jogava contra ela. Seu estilo era elegante e gracioso, tanto que seu apelido era Estherzinha.


Ao mesmo tempo, seus golpes eram eficientes e precisos, especialista em saque e voleio. Subia à rede, logo após o saque, e matava o ponto aproveitando as falhas na devolução do adversário. Dessa forma, percorria o caminho mais curto até a vitória e acumulava troféus.


A grande tenista Maria Esther Bueno exibindo alguns dos seus exuberantes troféus conquistados em Grand Slams.
Maria Esther Andion Bueno (São Paulo, 11 de outubro de 1939) é uma ex-tenista brasileira, atuante nas décadas de 1950, 1960 e 1970. Ao longo de sua carreira, venceu dezenove torneios do Grand Slam (7 na categoria simples; 11 em duplas femininas; 1 em duplas mistas). Segundo o anuário do Daily Telegraph, que registra a classificação dos tenistas entre 1914 e 1972, Maria Esther Bueno foi a Nº 1 do mundo em 1959 e 1960. O International Tennis Hall of Fame também a incluiu como a melhor tenista do mundo, em 1964 (depois de perder a final no Torneio de Roland-Garros e ganhar Wimbledon e o U.S. Open) e 1966.

Famosa pela elegância do estilo de jogo e pela potência do serviço, é considerada a maior tenista brasileira de todos os tempos.
Acima Maria Esther Bueno no Envelope do 1º Dia como bi-campeã mundial de tênis, em 1960. Abaixo, capa da Revista Manchete ao lado do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira; no centro a estátua em sua homenagem erguida em frente ao Pacaembu e que foi destruida, e à direita com o "rei" Pelé.
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APOSENTADOS: Juiz Federal decide pela insconstitucionalidade do Fator Previdenciário

Senador Paulo Renato Paim, um dos maiores lutadores contra o "famigerado" FATOR PREVIDENCIÁRIO, comemora a decisão do Juiz da 1ª Vara Federal Previdenciária de São Paulo, que declarou "a inscontitucionalidade do Fator Previdenciário".
O senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou a decisão do juiz da 1ª Vara Federal Previdenciária de São Paulo, Marcus Orione Gonçalves Correia, que declarou a inconstitucionalidade do "famigerado fator previdenciário". De acordo com o senador Paulo Paim, a decisão se deu "por introduzir elemento de cálculo que influi no próprio direito ao benefício".


Em pronunciamento na segunda-feira, 06/12/2010, Paulo Paim saudou o juiz por sua decisão. O senador lembrou que a Constituição fala da questão da idade para a aposentadoria, mas "o fator previdenciário malandramente reintroduziu" o quesito idade frente à expectativa de vida da população.


Segundo Paim, o juiz considerou o fator previdenciário como "um retrocesso social", uma vez que funciona apenas como um redutor para os benefícios. O parlamentar salientou outro aspecto observado pelo juiz: o fator previdenciário não leva em conta as diferenças regionais relativas à idade e à expectativa de vida.


Na sentença, Marcus Orione Gonçalves Correia determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social promova imediatamente o recálculo do benefício, sem incidência do fator previdenciário.


Paulo Paim trouxe exemplo citado pelo juiz, segundo o qual uma mulher, com 30 anos de contribuição e com salário médio de R$ 1.000, tem seu benefício reduzido para R$ 565, após a aplicação do fator.


Do blogueiro: A defasagem, no exemplo acima, é de nada menos do que 43,5%, enquanto na maioria dos casos oscila de 35% a 40% e em casos especiais a defasagem supera os 50%. O "Fator Previdenciário", portanto, é uma forma encontrada pelo governo e tornada legal, apesar de inconstitucional, de lesar os aposentados que passaram décadas e décadas pagando compulsoriamente para receberem uma aposentadoria descente, mas se viram enganados por um processo espúrio, lesivo, extorsivo. Essa maracutáia tem que ser corrigida o mais breve possível, tanto por tratar-se de uma "injustiça social por extorsiva", quanto por ser inconstitucional.


O senador disse ainda que o projeto foi aprovado por unanimidade pelo Senado Federal, mas aguarda votação em Plenário na Câmara, onde tramita sob o número 3299/08. O senador lembrou ainda terem sido colhidas mais de 2 milhões de assinaturas contra o fator, que definiu como "uma grande injustiça".


O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) apoiou o pronunciamento de Paim.


Fonte: Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência do Senado).
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