sábado, 31 de janeiro de 2015

A ATRIZ, CINEASTA E CANTORA VANJA ORICO FOI HERDEIRA DOS MATHIAS VELHOS EM CANOAS

A cantora Vanja Orico homenageando o Rio Grande do Sul com música de Paulo Ruschel, gaúcho de Passo Fundo e autor da conhecidíssima música "Os Homens de Preto", que foi interpretada pelo Grupo Os Gaudérios e a também gaúcha Elis Regina
A cantora e atriz Vanja Orico - "A Musa do Ciclo Cangaço" -, foi descoberta pelo cineasta italiano Fellini, com quem filmou na Itália, onde começou sua careira, neste vídeo, que é parte do filme "O Cangaceiro", canta "Mulher Rendeira".
Um slideshow sobre Vanja Orico, que interpreta um samba.
Neste vídeo, com flashes de um filme gravado na Itália, Vanja interpreta "Mulher Rendeira", do filme "O Cangaceiro" e Meu Limão, Meu Limoeiro".
Vanja Orico, já bastante idosa, cantando "Meu Limão, Meu Limoeiro", acompanhada de Mário Psais e Socorro Lira.

VANJA ORICO: HERDEIRA DAS FAZENDAS DA FAMÍLIA DOS MATHIAS VELHO, EM CANOAS.

A atriz, cineasta e cantora VANJA ORICO, nascida Evangelina Orico, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 1931 e faleceu também no Rio de Janeiro no dia 28 de janeiro de 2015, esteve em Canoas por diversas vezes, pois hera herdeira dos muitos hectares de terra que pertenceram à família Mathias Velho, do seu avô Saturnino Mathias Velho e sua avó. Terras que iam da Rua Guilherme Schel, ladeada pela hoje Rua Mathias Velho (homenagem) até o Rio dos Sinos e outro campo batizado de "A Brigadeira", hoje um dos bairros de Canoas, que ficava na zona Norte de Canoas, sendo que a sua maioria já foi loteada, inclusive a área onde está localizada a Ulbra - Universidade Luterana do Brasil.
Filha do diplomata, escritor e acadêmico paranaense Osvaldo Orico, Vanja foi casada com André Rosenthal com quem teve o filho Adolfo Rosenthal. Nas múltiplas vezes em que esteve em Canoas tratando dos negócios herdados dos avós, Vanja Orico se apresentou, cantando, no palco do Anfiteatro La Salle, na Rua Muck, acompanhada pelo Show Musical Caravelle, dirigido pelo violonista Paulo Osni Finger, então considerado o "melhor conjunto musical dos três estados da Região Sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul". 
Na ocasião, eu, Xico Júnior, comparecera ao show como cronista social e jornalista, quando apresentei, apenas cantando à capela, a minha primeira composição musical, um samba protesto, intitulado "Mundo Menino". Vanja gostou da letra e do estilo musical e, assim, solicitou-me que a enviasse em uma fita cassete, pois acreditava que precisava de uns retoques na melodia e um bom arranjo. Como eu não havia registrado a música no órgão competente, acabei por não enviar o samba protesto "Mundo Menino" e até hoje está sem ser gravada, apenas registrado, coma melodia e letra, à capela por este autor. Isso aconteceu lá pelo ano de 1973.

A ARTE DE DEFENDER O POVO

Estreando no cinema ao lado de Lattuada e Fellini, a atriz, cantora, diretora de cinema e ativista política, Vanja Orico, teve seu nome gravado nas mentes e corações de inúmeras pessoas no mundo inteiro. Sendo uma figura bem brasileira, mesmo quando fazia personagens em filmes italianos, alemães ou franceses, Vanja foi premiada em festivais como o de Cannes e Karlovivary. Cantando “Sodade Meu Bem Sodade”, de Zé do Norte, no premiado O Cangaceiro, de Lima Barreto, divulgou nossa música popular pelo mundo afora, sendo a primeira brasileira a enfrentar a censura e cantar no Leste europeu.


Vanja detêm ataque dos militares aos estudantes em 7 de novembro de 1968
Além da vida artística, Vanja Orico ficou conhecida como uma brasileira que lutou contra a ditadura militar e em 07 de novembro de 1968, durante o enterro do estudante Édson Luiz, morto pela repressão, apareceu em uma cena marcante que ficaria na memória de inúmeros brasileiros: de joelhos, lencinho branco na mão, se pôs defronte aos carros do exército aos gritos de “Não atirem, somos todos brasileiros”.

Morou em diversos países da Europa, por ser filha de um diplomata, o escritor e imortal Oswaldo Orico.

Entre os filmes mais importantes está Mulheres e Luzes, o seu primeiro trabalho, aos 16 anos, enquanto estudava em Roma, na Itália. Sob a direção de Federico Fellini e Alberto Lattuada, apareceu no papel de uma ciganinha e lançou a música Meu Limão Meu Limoeiro. Também compôs Coplas, canção inspirada em refrão de Garcia Lorca. Logo em seguida, já no Brasil, no papel de Maria Clódia, participou do premiadíssimo O Cangaceiro. Além de Sodade Meu Bem Sodade, Vanja canta Mulé Rendêra. Um Clássico do cinema nacional e duplamente premiado no festival internacional de Cannes, além de vários outros prêmios. Na época, foi assistido por um quarto da população brasileira.

Presa e espancada após deter massacre iminente
Em 1955, Vanja aparece na pele de uma índia Carajá, em Yalis, a Flor das Selvas, uma produção italiana, rodada em Roma e no Rio Araguaia, contando a trajetória de uma índia levada para a civilização. Esse filme a consagra como cantora e dançarina.
"Eu creio no nosso cinema. No momento temos muita gente boa fazendo filmes e até bem jovens".
No ano seguinte atuou como Conchita, no filme Conchita, Under Iugenieur, uma produção alemã com direção de Franz Eishore. No elenco estava o também brasileiro Grande Otelo, Robert Freitag e Cyl Farney. Conchita é uma mestiça, de um país da América Latina, que se apaixona por um engenheiro alemão e, como não é retribuída, por vingança, incendeia os poços de petróleo.
Falando cinco idiomas, ficava fácil para ela trabalhar em qualquer país. Entre 1956/57 fez Rosa dos Ventos, um filme em cinco episódios, cada qual representando um país: URSS, China, Brasil, Itália e França. O capítulo brasileiro é baseado em uma história de Jorge Amado. Sob a direção de Alex Vianny, Vanja viveu Ana e o filme foi premiado no festival Tcheco de Karlovivary.

Cartaz do filme Yalis, a Flor das Selvas
Atuou ao lado de Rui Guerra, Fábio Sabag e Eduardo Coutinho, em Os Mendigos, 1964, a primeira comédia do cinema novo. Ainda neste ano, interpretou Maria Bonita, no filme de Carlos Coimbra e Massaini, Lampião Rei do Cangaço.

Em 1993, dirigida por Nelson Pereira dos Santos, apareceu como uma parteira do conto de Guimarães Rosa A Terceira Margem do Rio. Vanja participou em mais de 15 filmes premiados fora do Brasil. O seu último filme foi Impérios, com direção de Joel Barcelos. As Filmagens terminaram recentemente e ainda falta editar. “São três horas de projeção, que conta uma história muito curiosa que se passa entre a China e o Brasil” apresenta a artista.

Além de atriz, Vanja Orico é argumentarista para cinema, e Ele o Boto, filme dirigido por Walter Lima Júnior, em 1986, é produção sua. A artista também teve o prazer de trabalhar, recentemente, sob a direção de seu filho único, o cineasta e produtor de televisão, Adolpho Rosenthal, no média-metragem Maria das Graças, que ainda não foi projetado.

PERSONALIDADE FORTE E DESEJO DE UM BRASIL MAIS JUSTO E SEM DOMINAÇÃO CULTURAL

Para Adolpho é complicado falar de sua mãe mantendo um distanciamento, para poder enxergar a pessoa independente de filho, mas é um esforço que faz, até porque considera Vanja uma pessoa especial, diferente da maioria, principalmente por sua forte personalidade e seu jeito diferente de ser.

Ele atribui a esse jeito diferente a causa de se tornar a Vanja com destaque no campo artístico não só nacional, mas com projeção internacional, e também como participante ativa de movimentos políticos, na luta pelos direitos humanos, no momento da ditadura. Segundo Adolpho, a maior característica de Vanja, é ser uma pessoa idealista, sempre projetando um futuro melhor. “Ela sempre teve um ideal político muito coerente e está sempre engajada em algum projeto que busca uma melhoria de vida, um Brasil melhor e mais justo. No sentido artístico, planeja realizar um novo Cd e filme, sendo que sua grande luta sempre foi pela valorização da cultura nacional, através de um trabalho sério em cima do popular e folclórico”, fala com orgulho.
"O público tem que ter consciência de que existe cinema brasileiro e se identificar com o que é nosso".
Atualmente Vanja está engajada na questão da preservação da língua portuguesa, para tentar evitar a entrada de termos ingleses no Brasil, e também em outros movimentos, sempre em prol da preservação da cultura e identidade nacional. Sempre com uma proposta nova de cultura popular, durante três anos a artista desenvolveu o projeto Rio Boa Praça, espetáculos de música que aconteciam nas praças do Rio. “Fazíamos apresentações quinzenais, com o apoio da Petrobrás, em toda parte da cidade. Entre outros, participaram o João do Valle e Zé Kéti. Estava dando certo, mas, com uma mudança de governo, foi cortado”, lamenta Vanja.
{mospagebreak}

Cena do filme O Cangaceiro

Foto que serviu de teste para o filme

GANHANDO ESPAÇOS PARA O BRASIL NO CENÁRIO INTERNACIONAL E PERDENDO ESPAÇO DENTRO DE SEU PRÓPRIO PAÍS

A atriz teve uma grande projeção no cinema, principalmente, nos anos cinqüenta, mas, a partir dos anos oitenta, começou a perder espaços na mídia. “Isso aconteceu porque, muitas vezes, os valores que ela prega, foram abandonados em detrimento de outros. A mídia tomou conta do mundo artístico, que está muito voltado para o mercado e a questão do consumo. Com isso, ela teve uma certa interrupção de sua busca, ou uma dificuldade de mostrar o seu trabalho. Mas não se entregou e está com novos projetos”, explica o filho.

O cineasta tem uma visão bem otimista quanto ao futuro. Para ele a cultura nacional vai acabar se impondo de alguma maneira. “Apesar de vivermos em um Brasil culturalmente dominado, existem focos de resistência e minha mãe faz parte de um deles. Acredito que a cultura nacional é algo muito forte e que por mais dominada que esteja, o povoa inda consegue identificar o que é seu. O Brasil tem um potencial cultural fantástico, faltando somente os canais para que isso se abra e, cedo ou tarde, isso vai acontecer”, acredita. “Até a nova geração já está começando a se preocupar com isso. Eles estão percebendo que a cultura de massa é muito igual. É inconsciente, não adianta querer destruir a cultura nacional, porque é algo natural e, uma hora ou outra, mesmo que dominem e abafem, aparecerá, como se fossem focos que vão se abrindo”, argumenta Adolpho.
Se a mídia fosse mais inteligente, diz Adolpho, perceberia que se investisse nos valores nacionais poderia encontrar uma forma de vender, porque atingiria mais profundamente a população brasileira e ao mesmo tempo, abriria mais canais de expressão.

RESISTIR HOJE E SEMPRE

Como mãe, Adolpho conta que Vanja mantém a mesma personalidade, sempre tentando passar para o filho a sua inquietação com a desnacionalização cultural e geral, e tentando envolvê-lo para que dê continuidade a sua luta. “Quando crescemos, ganhamos uma autonomia e, muitas vezes, tomamos posições diferentes de nossos pais, mas, por mais que eu queira ter tomado um caminho diferente do dela, de alguma forma, tenho continuado o seu trabalho, na luta para valorização da cultura nacional”, assume com carinho, acrescentando ainda que, diferente de sua mãe, é uma pessoa mais de idéias do que ações e acredita que a solução para os problemas está no campo das idéias, da cultura.
"Minha mãe faz parte de um foco de resistência que luta contra uma dominação cultural que o país vem sofrendo". (Adolpho Rosenthal)
Na televisão, Adolpho já foi responsável pelo trabalho de investigação e desenvolvimento, principalmente na parte das aberturas, nas novelas da antiga Tv Manchete, como Pantanal, Ana Raio e Zé Trovão, Amazônia e Kananga do Japão, além da minissérie O Farol, baseada em um conto do seu avô Oswaldo Orico, que considera o primeiro artista da família e responsável pelo surgimento dos outros.

Atualmente Adolpho trabalha em sua própria produtora, é diretor do Globo Ciência, da Tv Globo e desenvolve outros projetos ligados a educação, como o programa Escola do Rádio na Tv, uma série de episódios voltados para a alfabetização. O objetivo é educar e dar ferramentas e conscientização para pessoas que estão aprendendo a ler e escrever. Uma produção independente, que no momento está sendo exibida na Paraíba, pela Tv Globo, mas deve ser vincular em todo o país.

É uma espécie de novelinha, em que atores vivem possíveis situações do dia-a-dia daqueles que estão aprendendo a ler e escrever e, ao mesmo tempo em que alfabetiza, ensina como tirar uma carteira, procurar pelos seus direitos, abaixo assinado, lutar contra determinada questão, fazer uma reclamação e outros.

Estou tentando desenvolver projetos para televisão e cinema e também perseguindo algumas linhas ligadas à identidade nacional, mas voltada para a educação. Meu foco é o conhecimento através da educação e cultura. Como a televisão se tornou algo que, cada vez mais, está repleta de entretenimento e apelação, com programação ruim e desagradável, estou tentando aliar um programa de entretenimento com a informação e o conhecimento. Esse é o meu desafio na TV”, confidencia.

No cinema, Adolpho está escrevendo um longa, já em fase final, que tem o título provisório de Enquanto Eu Estiver Vivo. “É um filme de ação que mostra a violência carioca e a falta de esperança e de valores que estamos vivendo no momento. No entanto, em determinada parte do filme, os personagens chegam a uma situação limite e aparece uma proposta de mudança e um novo caminho, mas isso não posso contar”, brinca com alegria.

VANJA ORICO, O FILME

Um filme para falar de Vanja Orico. Trata-se do projeto que o historiador Luis Carlos Prestes Filho, está realizando sobre Vanja. É um documentário de cinqüenta minutos. “Não pretendo fazer um trabalho que esgote o tema Vanja Orico, até porque ela é uma personalidade desse nosso Brasil, do meio artístico e a vejo como tema inesgotável. Tem várias facetas em sua vida e escolhi um caminho, uma maneira de o- lhar Vanja Orico”, comenta.

Luis Carlos se formou diretor de filmes documentários para cinema e televisão, na antiga União Soviética, por isso, faz questão de deixar claro que é um historiador e não documentarista.
"Meu filme é sobre a Vanja artista, cidadã e patriota". (Luís Carlos Prestes Filho).
Para realizar o documentário Luis Carlos fez uma grande entrevista com Vanja, e também com deputados, jornalistas e artistas, que falaram sobre ela, e uma pesquisa profunda dos mais diferentes aspectos da artista. “O que pretendo com esse filme é mostrar a trajetória de Vanja, a única artista brasileira que interpretou uma personagem em um filme de Federico Fellini. Ela reproduziu exatamente o que nós conhecemos: para fazer sucesso no Brasil, a pessoa tem que fazer sucesso no exterior” analisa.

“Ao chegar no Brasil participou do filme O Cangaceiro, um dos filmes brasileiros mais exibidos no mundo. Cantando a música Sodade, Meu Bem, Sodade, fez com que esta ocupasse as paradas de sucesso, na mídia nacional e internacional, durante um longo período. Com esses dois trabalhos ela marcou a história do cinema brasileiro e mundial”, conclui.

Ele deixa claro que o filme não é somente sobre esses dois papéis de Vanja, mas todos os outros. “Quero mostrar a pessoa Vanja Orico, a artista e a patriota, que participou intensamente das lutas da juventude na resistência à ditadura militar no Brasil. O grito que deu, de joelhos na frente dos carros blindados do exército brasileiro, que estavam prontos para massacrar os estudantes, ecoou dentro das instituições políticas, como o Congresso Nacional e Assembléia Legislativa do estado do Rio de Janeiro. Na verdade, morreram dois estudantes, mas o seu gesto paralisou o massacre”, lembra.

Depois desta ocasião, Prestes conta que Vanja começou a ser bloqueada e perder espaço na mídia e sua imagem deixou de ser associada ao cinema e música e passou a ser a de uma atriz que não se conformava com a ditadura, a prisão, tortura e principalmente a falta de respeito para com a democracia. O filme, segundo Prestes, fala disso tudo.

“Para mim é uma honra poder estar convivendo com ela. Somos amigos há alguns anos e desde que voltei da União Soviética, em 1983, sempre nos visitamos e trocamos idéias. Atualmente, por estarmos no momento da realização das filmagens, estamos tendo uma convivência mais intensa”, conta.

Além do filme, a própria Vanja Orico está reunindo material para escrever um livro sobre sua vida, com título provisório de Ao Arrepio do Tempo.

*** Matéria extraída do site: http://www.anovademocracia.com.br/no-3/1354-vanja-orico-a-arte-de-defender-o-povo

*** Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br

segunda-feira, 16 de junho de 2014

"COPA DO MUNDO 60% É GANHA EXTRA-CAMPO E 40% EM CAMPO"

Entrevista do jornalista e apresentador Jorge Kajuru ao repórter Roberto Cabrini exibida no Jornal "SBT MANHÃ", onde Kajuru critica o jornalismo no Brasil: "O Brasil não tem jornalistas, tem idiotas".

Em entrevista ao jornal "SBT Manhã", que foi ao ar no dia 12 de junho de 2014, exatamente no dia da abertura da Copa do Mundo 2014, que se realiza no Brasil, o jornalista e apresentador Jorge Kajuru disse: "60% da Copa é ganha extra-campo e 40% em campo" e completou dizendo que "os juízes vão apitar a favor do Brasil" e que o Felipão sabe disso, garantiu ao repórter Roberto Cabrini.

Pois é, parece que Jorge Kajuru, conforme a partida de abertura da Copa do Mundo 2014, entre Brasil e Croácia, tinha boa dose de razão. A Seleção Brasileira ganhou da determinada e bem formada Seleção da Croácia pelo placar de 3 a 1, de virada. Os croatas marcaram o primeiro gol e pouco depois Neymar empataria com um chute de fora da área. Já no segundo tempo o time brasileiro, tido como o melhor futebol do mundo, enfrentava a quase intransponível defesa croata. Porém, num lance dentro da área do time da Croácia, claramente simulado pelo camisa 9 da Seleção Brasileira, Fred, o juiz japonês marcou um penalti explicitamente inexistente, que foi cobrado pelo camisa 10, Neymar e, assim, o Brasil passou à frente do placar com 2 a 1.

Como se não bastasse o notório e inexistente penalti assinalado pelo juiz japonês, antes mesmo que a Seleção Brasileira saltasse à frente no marcador, marcou uma falta, também inexistente, de um atacante croata no goleiro Júlio César, que saiu mal e meia estabanado e assim a Croácia perdia a oportunidade do seu segundo gol. O tempo foi passando e o meio-campista brasileiro Oscar, logo à entrada da área do time croata, de bico, marcou o terceiro e fatal gol para a Seleção Brasileira.

Tais falhas de arbitragem foram manchete nos principais jornais de todo mundo. Uma verdadeira vergonha para o Brasil, que dizem, ser o país do futebol, do "melhor futebol do mundo" e penta-campeão mundial.

Isso tudo sem contar que o juiz japonês não teve a coragem de expulsar o craque brasileiro Neymar, hoje jogando no Barcelona, depois de dar uma explícita cotovelada num defensor croata, o que, por certo e somado aos outros dois lamentáveis fatos, mudaria a história da partida e, obviamente, da Copa para a Seleção Brasileira.

Para ilustrar nossa narrativa postamos fotos e vídeo que mostram a simulação do centro-avante brasileiro, Fred, que acabou na marcação do penalti. E, também, do lance em que o árbitro japonês marcou falta (inexistente) no goleiro brasileiro, Júlio César que, repito, saiu mal e de forma estabanada para evitar o cabeceio do atacante croata. Mas a bola sobrou para outro croata que fez o gol, obvia e indevidamente anulado pelo juiz. Resultado (injusto): Brasil 3 x 1 Croácia.

O "Globoesporte.globo.com" comenta o resultado da partida entre BRASIL 3 X 1 CROÁCIA com a seguinte manchete: (link: http://globoesporte.globo.com/jogo/copa-do-mundo-2014/12-06-2014/brasil-croacia.html )
"TÁ ESCRITO: NEYMAR DECIDE COM ERRO DE ÁRBITRO, E BRASIL VIRA SOBRE CROÁCIA"
A inexistente falta apitada pelo juiz japonês sobre o goleiro brasileiro, Júlio César, que saiu mal e de forma estabanada. A Croácia marcou o gol, mas foi invalidado, injustamente, pela marcação da falta do atacante croata sobre o goleiro brasileiro Júlio César.
Lance que mostra que o camisa 9, Fred, do Brasil, simula uma falta inexistente e que o juiz japonês, equivocadamente, marcou penalti, favorecendo de forma notória a Seleção do Brasil.

Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br

segunda-feira, 7 de abril de 2014

O ENGODO DOS RENDIMENTOS DA POUPANÇA

Hoje a POUPANÇA é apenas corrigida pelo índice da inflação oficial - e não a inflação real. Portanto, não é RENDIMENTO, pois o governo tirou os juros de 0,5% ao mês, esses sim o real RENDIMENTO.
A Mídia, desde a televisiva, passando pelos jornalões e sites da internet, em nome do governo e do Banco Central, tem iludido os cidadãos quanto aos rendimentos da poupança. Anos atrás o governo pagava o índice da inflação mais 0,5% a título de juros. Esses 0,50% era de fato o rendimento da Poupança, enquanto que o índice da inflação apenas repunha as perdas com a desvalorização do dinheiro aplicado.

Passado alguns anos, ou seja, desde o governo do sociólogo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e confirmado pelos governos de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT), houve uma manobra no tal RENDIMENTO DA POUPANÇA. Ou seja, retiraram o real rendimento da poupança que eram os 0,50%, além da correção do que a inflação comia.

Mas a Mídia continua falando - um grande e irresponsável engodo, crime de informação - que a POUPANÇA rendeu X, quando na realidade o governo está tão somente aplicando o índice da inflação - IRREAL comparado com a prática - como sendo um RENDIMENTO, que nada mais é do que a correção do que a inflação corroe a cada mês.

O real RENDIMENTO da poupança, que eram os 0,50%, além do índice da inflação, esse foi extirpado. Se observarmos os depósitos feitos ao longos de alguns meses vamos comprovar que o que o que se comprava hoje, por exemplo, com R$ 1.000,00 daqui a seis meses não se comprará mais, porque o índice da inflação é manipulado e isso representa PERDA em relação ao dinheiro aplicado na poupança.

Vale apenas depositar o que sobre do salário na poupança, pois você consegue pelo menos a correção que a inflação corroe todos os meses, mesmo que o índice da inflação OFICIAL anunciada pelo governo não representa a real inflação prática. Mas RENDIMENTO você, poupador, não terá, pois que extinguiram os 0,5% que de fato era o RENDIMENTO.

Mas fique consciente que tanto o governo como a mídia estão praticando um ENGODO quando falam, hoje, em RENDIMENTOS da poupança usando apenas o ÍNDICE de correção do que a inflação corroe do seu salário mensal. Prá ter RENDIMENTO na poupança haveria que voltar o sistema anterior: INFLAÇÃO + 0,5%. Fora disso é puro ENGODO. Ou seja, propaganda enganosa.

* Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br

quinta-feira, 6 de março de 2014

Hino Nacional Brasileiro COMPLETO

São raras as oportunidades que se tem de ouvir o Hino Nacional Brasileiro completo como ele foi composto: letra, de Joaquim Osório Duque Estrada e música de Francisco Manuel da Silva.

Aqui vamos oportunizar, com mais esse canal, para quem o acesse tenha o orgulho de ouvir o Hino Nacional Brasileiro completo, com duração de 3min e 49 seg.

Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br
.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O ATUAL SISTEMA BRASILEIRO: "FELIZMENTE ESTOU MORRENDO"

* Por OSMARD ANDRADE*

"Leio no “Estadão” de hoje, 14 de dezembro de 2013, página 12, notícia que me atinge como um soco no estômago: “A Escola Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici passou a chamar-se Escola Estadual Guerrilheiro Carlos Mariguella”.
Parece  que estamos chegando ao fim e a República Federativa do Brasil também mudará de nome: seremos República Popular Democrática do Brasil, que este é o apelido usual de todos os países comunistas à volta do mundo.

Passado o impacto, obrigo-me a uma volta ao passado. Como dizia Augusto dos Anjos, “sou uma ameba, venho de outras eras...”. Era ginasiano em 1937 quando Getúlio Vargas implantou o “Estado Novo” e espancou os comunistas que, à soldo de Moscou, tentavam criar na América do Sul um satélite da União Soviética. Foram daquela época o famigerado cavaleiro da esperança Luiz Carlos Prestes, (Em caso de guerra entre o Brasil e a União Soviética, lutarei por eles”),  Harry Berger, Garota, Olga Benário e outros militantes bolchevistas, saía-se recentemente da chamada
intentona comunista que buscou arrasar o terceiro Regimento de Infantaria da Praia Vermelha com dezenas de oficiais mortos, o Partido Comunista Brasileiro e a UNE (esta, sempre foi no Brasil, uma célula do partidão) foram fechados, o país respirou aliviado.

A partir de 1939, fui radialista e jornalista, escrevendo para rádios e jornais. Em 1943 participei da Força Expedicionária Brasileira lutando pela democracia mundial. Nos anos de 1951 e 1952, produzi para as rádios Ministério da Educação, Roquette Pinto,  Mauá e uma rede de 48 emissoras no interior do país, uma série de rádio-reportagens sob o título de “Paisagens da Vida”, um teleteatro de contra-propaganda comunista, na qual, com a colaboração de um militar foragido da URSS, Anatoli
Mickailovich Granovski, contava as atrocidades que eram sofridas pelo povo 

soviético nas mãos dos líderes vermelhos Stalin, Lenin e quadrilha. Esses programas foram gravados pelo NKVD de Moscou e de lá veio a ordem para o Tribunal Vermelho do Brasil, vivendo na clandestinidade, me condenando à morte. O DOPS (Departa-mento de Ordem Política e Social) do segundo governo do Getúlio, teve ciência do fato. Chamaram-me. Avisaram-me que tinha a vida em perigo. E o máximo que me podiam oferecer eram uma arma e o seu porte, nada mais. Duas vezes tentaram os comunistas matar-me. Meu elenco de artistas era substituído a cada mês, tal a natureza das ameaças que sofriam por telefone.

Deixei tudo em 1953 quando entrei para a Marinha como médico. Em 1961 fui transferido para Florianópolis. E aqui, como militar, vivi os episódios históricos da renúncia do Presidente Jânio Quadros com posse do esquerdista João Belchior Goulart e sua deposição em 1964. Neste último episódio, como antigo jornalista, fui nomeado relações públicas do Estado Maior da 5ª. Região Militar. Mais uma vez lutei contra a barbárie vermelha.

Em 1968, durante o governo militar, os bolchevistas insistiram em transformar o Brasil numa ditadura vermelha. É dessa época a famosa guerrilha do Araguaia na qual pontificaram líderes esquerdistas como José Genoíno, Dilma Roussef, José Dirceu, o primeiro dos quais matando a marteladas na cabeça um oficial do Exército, mas todos eles se fazendo passar hoje como heróis da “democracia”, vítimas da ditadura militar. São sabujos dos Castros  cubanos, irmãos de fé dos bolivarianos da Venezuela, dos norte-coreanos, doadores das economias brasileiras para os demais
países comunistas do mundo, autores dessa farsa de importação de médicos
cubanos afrontando todas as leis do país e as reais necessidades da saúde pública.

E o que querem esses bandidos fazer do Brasil? Transformá-lo em uma outra Cuba, o melhor país do mundo em que se pode viver desde que se tenha um apartamento em Paris, o país onde  se pratica a melhor medicina das três Américas desde que se tenha um Hospital Sírio-Libanês quando qualquer companheiro adoece, país cuja
principal matéria-prima é mão-de-obra escrava exportada para todo o mundo,
país onde se passa fome, paraíso do qual todos querem fugir mesmo correndo o risco de morrer no mar?

Esquerdismo é isso? Nenhum regime político já acontecido no mundo matou mais patrícios seus e pessoas de outras origens que o comunismo da União soviética. Mais de 600 milhões de cadáveres. Ao fim de 70 anos, nem eles mesmos suportaram mais. Mas nos bolsões de resistência como em Berlim Oriental, construíram muros para evitar que os felizardos que viviam no “paraíso” fugissem para o inferno ocidental.

Ouçamos, a  respeito, a opinião do grande Fernando Pessoa: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema  -  o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”.

Ho Chi Ming, líder comunista chinês matou mais de 3 milhões de patrícios.  Na Coréia do Norte já morreram mais de um milhão. Mas os esquerdistas brasileiros representados pelo PT,  PSB, CUT, MST,  UNE e outras quadrilhas  redigiram uma carta de apoio aos camaradas da Coréia onde afirmavam, entre outros besteiróis: “Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem à guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EEUU”.

O líder cubano Che Guevara em quem os jovens de hoje e a quadrilheira Dilma Roussef vão buscar inspiração  era claro quanto às suas intenções pacifistas e socializantes: “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar apenas pelo ódio. Banharei minha arma em sangue e, louco de fúria, cortarei a garganta de qualquer inimigo   que me cair nas mãos. E sinto minhas narinas dilatadas pelo cheiro acre da pólvora e do sangue do inimigo morto. Aqui na selva cubana vivo é com sede de sangue, estou escrevendo estas linhas inflamadas em Marti”.

É este o governo que os patriotas esquerdistas querem para o Brasil? Costumam dizer que quem não é socialista na juventude não tem oração e quem ainda é socialista na idade adulta não possui cérebro. Digo-lhes eu: mostrem-me um adolescente que não seja socialista e eu lhes mostrarei um alienado do seu grupo; mostrem-me um homem de mais de 30 anos que ainda seja comunista e eu lhes mostrarei um canalha. Paulo Francis achava que todo mundo tem o direito de se portar como um débil mental até os trinta anos.

Infelizmente a escória vermelha do Brasil, que tanto ajudei a combater, está de volta, tomou conta do país, vai nos levar à infâmia da cubanização, não sossega enquanto não humilhar os militares que os combateram nos anos 60 e 70, obrigou recentemente esses mesmos soldados a prestar honras militares ao cadáver do comunista que desalojaram do poder em 1964 e agora, conforme está no jornal, trocaram pelo nome de um criminoso bolchevista o  de uma escola de Salvador.

Como já estou no fim da vida aos 91 anos, não viverei o suficiente para suportar esse castigo, mas lamento pelos meus filhos e netos.  Que me perdoem o mau gosto da frase mas, felizmente, estou morrendo". (Autor: Osmard Andrade Faria).

domingo, 9 de fevereiro de 2014

LIVROS QUE ABORDAM AS DUAS FACES DA "DITADURA FARDADA" (1964 - 1985)

Nestes livros, ou parte de alguns deles, se poderá encontrar, se não a verdade total, pelo menos elementos para uma conclusão com visão bifocal sobre o período de 21 anos (1964 - 1985), que durou a "Ditadura Militar" que se instalou no Brasil com o golpe dado na madrugada de 31 de março para 1° de abril de 1964 pelos Militares, com apoio de muitos políticos da extrema-direita e estratégias repassadas pela CIA norte-americana.

1) - As Ilusões Armadas - 2. A Ditadura Escancarada, de autoria do jornalista Élio Gaspari = http://issuu.com/intrinseca/docs/a-ditadura-escancarada-161a175

2) - Direito à Memória e à Verdade = http://issuu.com/copdhce/docs/direito____mem__ria_e____verdade

3) - Os 50 Anos da Legalidade em Imagens - http://issuu.com/piratinifotografia/docs/livrolegalidade

4) - A Ditadura Encurralada - Por Élio Gaspari = http://issuu.com/intrinseca/docs/a-ditadura-encurralada-297a314

* Contatos pelo e-mail: la-stampa@ig.com.br

domingo, 8 de dezembro de 2013

O SEU FUTURO, DAQUI A POUCO, NÃO TERÁ MAIS A PRIVACIDADE ...

Negromonte é simplesmente o fundador do MIT Media Lab. São encontradas várias palestras dele via youtube proferidas no TED que são excelentes não somente as palestras dele mas de todos apresentadores. Vale a pena dar uma olhada, são espetaculares  
Abraços futurológicos.
Nove coisas que desaparecerão futuramente de nossas vidas.
Previsao                                                           do futuro
Autoria desconhecida 
Interessante notar e muito verdadeiro também.  Se essas nove mudanças são boas ou más depende em parte de como nós nos adaptamos a elas.  Mas, estejamos prontos ou não, elas vão acontecer. 
1. O Correio
Prepare-se para imaginar um mundo sem Correios. Eles estão afundando tanto em problemas financeiros que provavelmente não há maneira de sustentá-los a longo prazo. E-mail, FedEx, DHL e UPS têm praticamente dizimado a receita mínima necessária para manter os Correios vivos. A maioria do que você recebe pelo correio todos os dias é ”lixo” e contas. 
2. O cheque
A Grã-Bretanha já está preparando o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa  bilhões de dólares por ano ao sistema financeiro. Cartões plásticos e transações on-line vão levar à eventual extinção do cheque. Isto joga direto para a morte dos Correios. Se você nunca pagar suas contas pelo correio e nunca receber os boletos pelo correio, os Correios absolutamente estarão fora do negócio. 
3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê jornal. Eles certamente não assinam um jornal impresso que lhes seja entregue. Isso pode acontecer como foi com o leiteiro e o tintureiro. Quanto a ler o jornal on-line, prepare-se para pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis de Internet e e-readers tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para formar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e as grandes empresas de telefonia celular para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga. 
4. O livro
Você diz que nunca vai desistir do livro físico que você segura em sua mão e vira as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideia quando eu descobri que eu poderia obter álbuns pela metade do preço sem sair de casa para conseguir a última música. A mesma coisa vai acontecer com os livros. Você pode navegar em uma livraria on-line e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade de um livro real. E pensar na conveniência! Uma vez que você começar movendo os dedos na tela em vez do livro, você vai se achar perdido na história, e não pode esperar para ver o que acontece a seguir, e você se esquece de que está segurando um gadget em vez de um livro. 
5. O telefone fixo
A menos que você tenha uma família grande e faz muitas chamadas locais, você não precisa mais do telefone fixo. A maioria das pessoas o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Mas você está pagando encargos duplos para este serviço. Todas as empresas de telefonia celular permitem chamar os clientes do mesmo provedor de celular sem nenhum custo adicional. 
6. Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria da música está morrendo uma morte lenta. Não apenas por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente se auto-destruindo. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Itens de Catálogos", o que significa a música tradicional com a qual o público está familiarizado. Os mais antigos artistas consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo. Para explorar este tema fascinante e perturbador ainda, confira o livro, "Appetite for Self-Destruction", de Steve Knopper, e o documentário em vídeo, "Antes que a música morra." 
7. Televisão
As rendas das redes tem caído drasticamente. Não apenas por causa da economia. As pessoas estão assistindo TV e filmes transmitidos a partir de seus computadores. E elas estão jogando e fazendo muitas outras coisas que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo TV. Shows de horário nobre degeneraram abaixo do menor denominador comum. Taxas de TV a cabo estão subindo rapidamente e os comerciais rodam a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. É hora das companhias de cabo serem postas para fora de nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line e através de Netflix. 
8. As coisas que você possui
Muitos dos bens que usamos e possuímos nós não poderemos realmente possui-los no futuro . Eles podem simplesmente residir na "nuvem ". Hoje o seu computador tem um disco rígido e armazena suas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está em um CD ou DVD, e você sempre pode reinstalá-lo se for necessário. Mas tudo isso está mudando. Apple, Microsoft e Google estão terminando seus últimos "serviços em nuvem". Isso significa que quando você ligar o computador, a Internet vai ser incorporada ao sistema operacional. Assim, o Windows, o Google, e o Mac OS serão vinculados diretamente para a Internet. Se você clicar em um ícone, ele vai abrir algo na nuvem Internet. Se você salvar alguma coisa, ela será salva para a nuvem. E você pode pagar uma taxa de assinatura mensal para o provedor de nuvem. Neste mundo virtual, você pode acessar a sua música ou os seus livros, ou qualquer coisa do gênero a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo portátil. Essa é a boa notícia. Mas, se você realmente possui alguma dessas "coisas" tudo será capaz de desaparecer a qualquer momento em um grande "Poof ". Será que a maioria das coisas em nossas vidas é descartável e caprichosa? Isso faz você querer correr para o armário e retirar o álbum de fotos, pegar um livro da prateleira, ou abrir uma caixa de CD e apertar a inserção. 
9. Privacidade
Se já houve um conceito que podemos olhar para trás com nostalgia seria a privacidade. Isso acabou. Ela se foi há muito tempo de qualquer maneira. Há câmeras na rua, na maior parte dos edifícios, e até mesmo  em seu computador e celular. Mas você pode ter certeza que 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem você é e onde você está, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se você comprar alguma coisa, o seu hábito é colocado em um zilhão de perfis e os seus anúncios serão alterados para refletirem os hábitos. "Eles" vão tentar levá-lo a comprar algo mais. Uma e outra vez. Tudo o que tivermos perdido e que não pode ser alterado são "Memórias"... E então, provavelmente, o Alzheimer vai tirar isso de você também!
OBSERVAÇÃO DO AUTOR: Se não guardamos nossas memórias, nossas lembranças, hábitos, costumes e tradições em livros, equipamentos eletrônicos como toca-discos, toca-fitas, computadores com acesso aos CDs (compact disc), etc, provavelmente o "Alzheimer" se encarregará disso. Ou, então, se perderá na "nuvem" do tempo e do sistema virtual. Em breve deixaremos ter ter acesso a e-mails, blogs como os atuais, aos meios de comunicação virtual como Facebook, Orkut, Linken, entre outros menos acessados ou frequentados e todos os nossos guardados nesses canais também estarão ameaçados. Tudo passará a ser centralizado e controlado pelo sistema que está sendo chamado de "nuvem", onde nada é privativo e tudo poderá ser impedido de se ter acesso. Será, portanto, o controle total de todas as pessoas e de tudo mais que acontecerá no mundo.

Assim, quem quiser guardar coisas, objetos, móveis, equipamentos, documentos, fotografias, músicas, entre tantas e tantas coisas mais, que providencie desde já a sua preservação, pois no daqui a pouco não terão mais como ver, ouvir e nem mesmo recordar.
"Quem viver, verá!"

IMPORTANTE: contatos com o Autor pelo e-mail: la-stampa@ig.com.br 

sábado, 2 de novembro de 2013

TRANSPORTES: AS MELHORES E MAIS BARATAS ALTERNATIVAS

Já tinha recebido material igual. Mas esse sistema exigirá  uma incalculável FORTUNA em termos de recursos, cujos saem sempre do suado e sacrificado trabalho da gente do povo. E, segundo a classificação internacional, o Brasil é um país de Terceiro Mundo. Aqui um parêntesis: quem saberia informar quais países fazem parte do "Segundo Mundo"? 

Material recebido via e-mail sobre o TREM SUSPENSO: "Wuppertal é uma cidade alemã situada no estado da Renânia do Norte-Westfália, com cerca de 300.00 habitantes, e famosa pelo seu peculiar meio de transporte: o trem suspenso. O extraordinário é que ele foi implantado já em 1901, no tempo do império. A cidade se desenvolveu no estreito vale do rio Wupper, daí seu nome Wuppertal tal: vale, e não havia muito espaço para as ruas. Então surgiu a idéia de um trem suspenso e grande parte do percurso é sobre o rio. A distância do trajeto é de 13 km e, como é suspenso por um só trilho, balança um pouco e os turistas menos corajosos tem certo receio em usá-lo".
Trem suspenso que existe em Wuppertal, na Alemanha, desde 1901.

Hoje houve-se muita discussão, muitas reuniões inúteis e, obviamente, uma politicagem que no fundo não pretende e nem que solucionar os graves problemas que se constata a cada dia nos grandes centros urbanos do Norte ao Sul e do Leste ao Oeste do Brasil. E, entre as discussões estão os que defendem apenas os interesses dos empresários do transporte de passageiros e do transporte de cargas, sem se preocupar com o emaranhado do transtornado trânsito urbano das grandes metrópoles e regiões, como, por exemplo, a Região Metropolitana de Porto Alegre, de São Paulo, Rio, entre outras mais, que enfrentam um verdadeiro caos à vida dos cidadãos e gastos inúteis com ações paliativas, porém jamais definitivas no sentido de buscar a solução para os transportes coletivos e os de carga.

Não é RETROAGIR, mas a solução mais barata e econômica, ao meu ver, é a volta dos BONDES para os perímetros urbanos e o TREM (Maria Fumaça) para as viagens intermunicipais. Os preços cairão pelo menos a 1/3 dos atuais cobrados. E para quem viaja para cidades do interior as paisagens cinematrográficas com seus penhascos, túneis, montanhas, planícies, campos produtivos trabalhados pelos colonos. Além de tudo isso, facilita muito mais o transporte da produção AGROPECUÁRIA produzida pelos colonos, que também terá um custo de transporte bem menor e, consequentemente, chegará ao consumidor com PREÇOS MAIS CONDIZENTES COM AS CONDIÇÕES DOS TRABALHADORES/CONSUMIDORES que estão ganhando cada vez menos. Diminuiria, inclusive, o valor do IMPOSTO cobrado, hoje, pelo Transporte Rodoviário que chega a um abusivo absurdo, além de NÃO ter que pagar PEDÁGIOS exorbitantes.

Não é só saudosismo, mas ECONOMIA, PRATICIDADE, CUSTO MENOR, além de ALIVIAR o emaranhado do trânsito de ÔNIBUS E CAMINHÕES nos grandes centros urbanos e a própria POLUIÇÃO provocada pelo nefasto e cancerígeno ÓLEO DIESEL.

O custo de obras para a implantação do tradicional "Maria Fumaça", Trem de Carga e os bondes movidos a eletricidade seria infinitamente menor do que os MEGA PROJETOS de soluções paliativas para contornar o problemático caos que o trânsito de caminhões e ônibus vem causando às grandes metrópoles e cidades de porte significativo em termos demográficos.

Claro, resta aí, ainda, uma solução ao aumento do número de automóveis, vans e motocicletas. Mas com certeza, com a implantação ou reimplantação do "Maria Fumaça", Trem de Cargas e Bondes já teríamos andado mais de meio caminho em busca de uma solução mais lógica, mais inteligente e mais racional do que as que vem sendo discutidas em infrutuosas e demagógicas reuniões, onde o que mais vale é a politicagem e obras faraônicas com com o que pode ser - e é - considerado vantajoso para os empresários do setor de transportes.
As melhores soluções, geralmente, saem de quem pensa e projeta iniciativas de forma simples e baratas. No mais, são proposições que não levam ao INTERESSE COMUM, mas a relevância de estratagemas escusos.

Trem de Ferro específico para o transporte de cargas, o que tornaria o serviço mais barato e com menor carga tributária aos grandes e pequenos produtores, barateando, assim, os próprios manufaturados e produtos agroindustriais.
Trem de Ferro ou "Maria Fumaça", específico para o transporte interurbano de passageiros.
Bondes movidos a energia elétrica como existiram nos anos 50 e 60.

Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br
 

sábado, 20 de abril de 2013

CORSAN E SUA INSISTENTE ATITUDE DE SUBESTIMAR OS CONSUMIDORES

Aqui a contradição da CORSAN, que mostra seu sentido de enganação quanto a problemas ocasionados por funcionários da própria CORSAN: Uma peça em que é usados dois "joelhos" ou "curvas" a CORSAN trata como se um "T", subestimando a inteligência e a capacidade de discernimento das pessoas, jogando todos na vala comum.

A CORSAN tem-se mostrado, através de alguns diretores ou técnicos, um tanto gótica no seu comportamento e atenção para com seus consumidores.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Dívida de R$ 20 bi faz Eike Batista despencar do ranking dos maiores biolionários do mundo.

Com uma dívida de R$ 20 bilhões, boa parte dinheiro do BNDES, Eike Batista caiu de 8° lugar no ranking dos mais ricos do mundo para além dos 100° lugar entre os bilionários. E quem vai arcar com essa dívida?

Caro Internauta, não foi sómente a imprensa que adotou o "pobrezinho". O governo Lulla foi a sua maior mola, claro! À custa do povo brasileiro.
Não serão os bancos que irão remoer o calote. Será o BNDES à custa de todos, inclusive dos que acreditaram na era da esperança. Eike, garoto prodígio, mimado por seu pai, o eterno Presidente da Vale do Rio Doce#. Esta pagava as pesquizas e cabia ao Eike recolher o ouro.
  
# Presidente da Vale na época em que o contribuinte era obrigado a repassar recursos para que o balanço fechasse.

A Vale e a CSN saíram da esfera estatal e o povo ficou livre dos constantes e gigantescos prejuizos. É verdade que as duas companhias, na mão de particulares, passou a acusar monumentais lucros. Porque? Porque os administradores públicos, inclusive o pai do Eike, seguiam as orientações sindicalistas.

Percebam que a Vale, obrigada pelo Lula e contrariando o Bradesco, perdeu valor, pelo mesmo motivo que está levando a Petrobrás ao chiqueiro enlameado do prejuizo. Imagine se a Petrobrás tivesse concorrentes trabalhando com as mesmas armas.
Simplesmente deixaria de existir.

*** Abs, Walter (Via e-mail).

QUAL É O PAPEL DA MÍDIA NA CONSTRUÇÃO DE UMA BOLHA?
Não houve revista semanal no Brasil que não tenha dedicado reportagem de capa ao empresário Eike Batista quase todas foram laudatórias; numa delas, de Veja, ele foi saudado até como "Eike Xiaoping", como se estivesse ensinando ao Brasil que "enriquecer é glorioso"; nos próximos dias, grandes bancos privados, o BNDES e o governo estarão tendo que lidar com a provável reestruturação das dívidas bilionárias do grupo EBX; quem acreditou na onda, hoje conta os prejuízos
7 DE ABRIL DE 2013 ÀS 11:38
247 - Nunca houve, na história do Brasil, um empresário como Eike Batista. Vendedor de projetos, e não de empresas com resultados concretos, ele conseguiu a façanha de se tornar o oitavo homem mais rico do mundo (hoje não figura nem mais entre os 100 primeiros) prometendo quase o equivalente a terrenos na lua. Bancos de investimento empacotaram seus projetos e Eike foi uma das figuras mais midiáticas já vistas no mundo empresarial, em todos os tempos. Onde houvesse um holofote, lá estava ele. Se Madonna viesse ao Brasil pedir apoio a uma ONG, Eike apareceria com um cheque milionário para ganhar também seus 15 segundos adicionais de fama.

Durante um bom tempo, Eike acreditou que conseguiria administrar expectativas do mercado financeiro no gogó – ou, quem sabe, pilotando sua conta no Twitter, onde, sempre, em tom otimista, vendia promessas jamais concretizadas a incautos seguidores. Ele, no entanto, não teria ido tão longe se não tivesse construído, também, uma poderosa aliança com jornalistas e meios de comunicação. Na imprensa, seus dois principais aliados nessa onda de fanfarronice foram Ancelmo Gois, do Globo, e Lauro Jardim, de Veja. Ancelmo sempre o chamava de "Eike sempre ele Batista", como se o empresário fosse uma máquina de produção de ideias geniais. Lauro, por sua vez, antecipava em seu Radar Online os movimentos do grupo EBX (holding), que sempre impactavam, também, o mercado financeiro e as cotações de seus papeis em bolsa.

Sempre disponível a conceder entrevistas, o empresário foi capa de praticamente todas as revistas semanais, indo de Veja, onde era chamado de "Eike Xiaoping", a Carta Capital, em que condenava a pouca disposição dos empresários ao risco. E da mesma maneira que transitava na mídia, Eike também circulava com desenvoltura no meio político. Não apenas no governo federal, que lhe abriu as portas do BNDES, mas nos governos de estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amapá e Maranhão, onde seus projetos tinham algum impacto.

O sonho de Eike, no entanto, chegou ao fim. Com uma dívida de mais de R$ 20 bilhões, concentrada sobretudo no BNDES, ele começará, nos próximos dias a reestruturar seus pagamentos. O aviso do "pré-calote" já foi dado na última sexta-feira, por meio de seu porta-voz extraoficial Lauro Jardim, que avisou que os bancões amargarão parte do prejuízo.

Serão perdas significativas, mas, talvez, não tão grandes quanto a de investidores que acreditaram na imagem de empresário infalível construída por Eike e diversos veículos de comunicação. As ações da OGX, sua empresa de petróleo, já caíram 88% em um ano. Papéis do porto LLX, do estaleiro OSX e da mineradora MMX também viraram pó. E se "Eike sempre ele Batista" foi capaz de vender ilusões, isso só foi possível porque contou com o empurrão de uma imprensa amiga e, muitas vezes, acrítica.

*** Fonte: Do Blog Brasil 247 de 07-4-2013