segunda-feira, 10 de setembro de 2007
PIRIRIS & PORORÓS 4
PIRIRIS $ PORORÓS 3
*** Quando Fortuna Di Falco começou a escrever falou pra ele mesmo e para alguns poucos amigos que, se não escrevesse a verdade, a sua verdade, ele não escreveria. E isso lhe dá, junto aos bons, bom crédito. As pessoas que lêem o que ele escreve sabem que está falando a verdade sob seu ponto de vista. *** O ideal, sugere, o investigador Cappotta, é colocar esses marginais, metidos a “alpinistas sociais”, na geladeira ou no freezer. *** Aí questinou Demo Cria, o mendigo informante, “Geladeira ou freezer, ou mesmo congelado, purifica?” *** O intelectual Tartufo Pacóvio, com seu largo conhecimento e cultura, ampliou a questão: ”Junto teríamos que colocar os políticos corruptos e os empresários sonagadores. E sonegação, se não sabem, não é coisa pequena ou sem importância como fazem parecer, é “crime de apropriação indébita”, é dinheiro público, tanto quanto o da corrupção, que está sendo ilegalmente apropriado, esclareceu. *** Profundo e cabido esclarecimento. Mas, Barcova, que além de baronesa coletou vasta cultura em seus decênios de vida, disse: “Se através da Justiça não se fizer uma verdadeira, ampla e irrestrita assepsia no âmbito do que cabe aos governos preservar e fazer valer, não há freezer que agüente o tanto a ser congelado e purificado”. *** E mais, completou: “Enquanto o povo, servo e domado, se propuser apenas dizer ‘graças a Deus eu consegui’, mesmo quando espera meses e meses para uma simples consulta médica, não haverá político ou governante que se comova à soluções efetivas, sem embromações e sem engodos”. *** Essa, ressaltou o gajo Maluco Certeza, foi no fígado, rins e baço do povão. Direto como esse nem o Mike Tayson nos bons tempos. É disso daí ou todo mundo sifu! *** Tem gente chiando com os R$ 426,2 mil destinados pela Prefeitura de Canoas às comemorações da Semana Farroupilha. Mas já se informaram sobre o preço da alfafa, do milho, dos saquinhos plásticos pra recolher o cocozinho dos cavalos e nos preserrvativos prás éguinhas não “ingravidá”? Só pensam nos caras pilchados, de lenço e bombacha e nas mulheres trajadas de prendas? Então ... *** A empregada da “fessora” Joanete, numa das pausa do trabalho, disse à patroa, no melhor estilo Pangloss, a personagem de Molière: “Ta ruim , má tá bom”. *** O ex-presidente FHC diz que “a parada de 7 de setembro é uma palhaçada”. Fortuna Di Falco, ilustrado crítico da realidade inconteste, concorda, porém, diz, para ser uma palhaçada completa faltou o FHC como porta-estandarte da elite branca”. Talvez por isso a reação do “douto filósofo” FHC. *** E mais, parafraseando Paulo Henrique Amorim: “Em nenhuma democracia séria, jornais alienistas, servilistas e de baixa qualidade de conteúdo e um colunismo social pachola têm a importância que têm em Canoas. A opinião de “Piriris & Pororós” se baseia no fato de que o aludido jornal é ruim tecnicamente, como produto jornalístico. E fica ainda mais ruim com a pacholenta coluna. *** Depois, observando mais amiúde, se constata que a tal coluna é, realmente e sem dúvida, a mais pachola. É uma apologia aos “joios” da sociedade, e trata a todos com elogios, simplesmente elogios, ou situações em que os maus caratistas incorporam os herpois da Ilíada – na vida amorosa, na vida empresarial, como colunáveis e mestres-gourmets. Ridiculamente intragável. Ou, como diria aquele ex-ministro de FHC, “ilegível”.
sábado, 1 de setembro de 2007
LA STAMPA: MACA 40 ANOS

Já está circulando mais uma edição da Gazeta de La Stampa. Como assunto central o resgate da história do MACA Movimento Assistencial de Canoas, criado em 08 de abril de 1967, por um grupo de jovens adolescentes.sábado, 25 de agosto de 2007
PIRIRIS $ PORORÓS 1
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Canoas Country Club em Bancarota
A partir daí, responsabilidade que deve ser tributada também aos Conselhos Deliberativos e Fiscal, nada foi feito. O problema se agravou. Para fazer frente a gama de compromissos legais e sociais restou a atual diretoria, presidida por Altair Stello, como se única alternativa, colocar o clube à venda. Um edital nesse sentido já foi publicado num jornal de Canoas. Uma das principais razões que levou o Canoas Country Club à quebradeira, foi um rombo promovido pelo ex-presidente Guilbert Abdala Lima, que esteve à testa do "clube verde-e-prata" no período de 1994 a 1998, na ordem de US$ 100 mil (cem mil de dólares), e até hoje não cobrados. Algo muitíssimo estranho aconteceu depois de um jantar no Canoas Tênis Clube, quando o ex-presidente referido esteve por longo tempo à mesa do presidente que o sucedera, pois que tudo estava preparado para que o "clube verde-e-prata" ingressasse na Justiça com duas ações: uma criminal e outra cível. Estranho, posto que se constatou que apenas tramita, há anos, um processo no Foro da Comarca de Canoas, sob o Nº 00800472654, visando tão somente a prestação de contas que, nos quatro anos de gestão, jamais foi feita e sequer cobrada pelos Conselhos Delibeliberativo e Fiscal. Um silêncio acumpliciador. No ano seguinte, ainda sob a presidência do presidente sucessor ao que teria provocado um "rombo" nas contas do Clube, eis que o presidente suspeito do "rombo" foi homenageado pela própria diretoria do Canoas Country Club. É ou não de se estranhar?
Reforçando: Como se tal não fosse suficiente, logo após a diretoria subseqüente ter impetrado o processo, prestou homenagem ao ex-presidente promotor do "rombo". E tal está comprovado na coluna social do semanário O Timoneiro, veiculada à época. E tudo continua sendo muito estranho, se não funesto, a festa "Notte Italiana", que era realizada como sendo "Notte Italiana del Canoas Country Club" tornará a homenagear o ex-presidente como ex-integrante da Comissão Organizadora da tradicional festa italiana, que é de origem árabe (portanto, nada em absoluto, a haver com a festa), que causou o "rombo", nunca devida e legalmente, apurado. Isso, nos parece bastante claro, é dose prá mamute, se não fosse preocupante ou quiçá atitude orquestrada. Mas tais fatos ficarão, por certo, nos anais da história social de Canoas, e revelará como se funda e se leva a falência um clube social com uma área de 21,5 hectares e que chegou a ter cerca de 1.460 associados que compraram e pagaram o seu título de sócio contribuinte ou sócio remido.
Antes disso, o mesmo presidente que promoveu o "rombo" de cerca de US$ 100 mil, efetivou a venda de uma sala comercial que o clube havia adquirido no edifício N° 66, da rua Gonçalves Dias e cujo resultado da venda não se teve conhecimento do seu paradouro ou destino. Outro fato que vem causando estranheza é que, com a publicação do edital à venda do clube, e são as informações extra-oficiais de gente bem informada, houveram apenas dois proponentes à aquisição da nobre e valiosa área de 21,5 hectares. Um empresário de Canoas e um suposto interessado de Porto Alegre, este sem que ninguém saiba dizer seu nome. Extra-oficialmente, porém, sabe-se que a área foi arrematada por quatro empresários canoenses que teriam usado um "espécie de laranja" para arrematar o leilão. O tempo, com a melhor certeza, revelará a verdade. A diretoria do Clube pedira pela venda R$ 1.800.00,00 e a proposta do empresário de Canoas, seguem as informações, teria sido de 1.450.000,00. Não há referências quanto a proposta do propalado interessado de Porto Alegre. Mas sabe-se que, por fim, os 21,5 hectares do "clube verde-e-prata" fora arrematado pelo valor de R$ 1.400.000,00. Os compromissos que o Clube tinha com questões fiscais e trabalhistas (sendo um caso de indenização trabalhista bastante suspeito pelo valor da ação), que somavam em torno de R$ 600 mil a R$ 700 mil, foram sanadas, mas o saldo de R$ 800 mil ou R$ 700 mil ninguém sabe onde foram parar. Tudo um escândalo muito estranho e suspeito e que sequer mereceu um pequeno registro por parte da imprensa canoense. Por mais isso um estranho silêncio sepulcral.
Os menos crédulos entendem tal como um "doppio giocco" ou, numa tradução ilustrativa, um "jogo de truco" com cartas marcadas. Não se surpreendam se no daqui a pouco a nobre e valiosa área não será transformada num belo e aprazível residencial horizontal e sob a propriedade de empresários canoenses, sendo um deles um conhecidíssimo profissional da área imobiliária.
Quanto ao Grêmio Niterói, esclarecendo a leitora Clarissa, como clube o Grêmio Niterói não existe mais. O que há são três ou quatro proprietários que arremataram o clube em leilões. Um ficou com o terreno onde localizava-se a sede velha, construída em madeira; outros dois arremataram o ginásio de esportes e o conjunto de piscinas (que estão explorando comercialmente) e um último ficou com a sede social, que está aproveitando e promovendo eventos. Mas tudo que lá está funcionando são de iniciativa de proprietários particulares, que arremataram o que restou do clube após os três leilões, que serviram para cobrir as altas e também estranhas despesas e compromissos com indenizações trabalhistas e a terceiros, já que as audiências na Justiça do Trabalho, pelo que se tem conhecimento, correram à revelia pela ausência dos representantes e responsáveis pelo "Clube Grená".
Quanto ao "clube da aritocracia", em fase de falência, as informações extra-oficiais davam conta de que tudo fora previamente arquitetado, a partir da elevada soma dos compromissos com terceiros e os legais. E, ainda conforme informações não oficias, é o que aconteceu com o Canoas Country Clube. Aliás, pela forma como tudo começou em 1985, era possível de prever tal desfecho. Essa uma outra história que alimentará os anais da vida social canoense.
Para complementar a ficha do ex-presidente, que promoveu o "rombo" no Canoas Country Club, entre 1994 e 1998, a empresa metalúrgica, da qual é um dos sócios, tinha uma dívida ativa com o Tesouro do Estado de R$ 5.693.517,84, conforme o site da SEFAZ (Secretaria Estadual da Fazenda), em agosto de 2007.
Quem viver, verá. Lamentavelmente!
domingo, 29 de julho de 2007
Musas que estrelaram capas nos anos 70 e 80

terça-feira, 26 de junho de 2007
EXCLUSIVOS E INÉDISOS: CDs DO INTER E DO GRÊMIO

GAZETA DE LA STAMPA COM CARA DE REVISTA


domingo, 3 de junho de 2007
YOLANDA PEREIRA, A PRIMEIRA BRASILEIRA MISS UNIVERSO

O título conquistado por Yolanda Pereira, ainda que não seja reconhecido pela atual organização do Miss Universo, o que é um tanto incompreensível já que era concedido à vencedora o título de "Miss Universo", aconteceu no Concurso Internacional de Beleza, chamado "International Pageant of Pulchritude", que traduzido para o português era "Desfile Internacional de Beleza" e concedia à eleita o título de "Miss Universo".
Participaram do Concurso Internacional de Beleza, realizado no dia 08 de setembro de 1930, numa sala do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, 16 candidatas com a representante brasileira, como confirma um dos vídeos. Lá estiveram concorrendo as misses: Inglaterra, Turquia, Itália, Alemanha, Estados Unidos da América, Holanda, Líbano, França, Romênia, Grécia, Russia, Portugal, Cuba, Uruguai, Hungria e a Miss Brasil, Yolanda Pereira, que arrebatou o cetro de "Miss Universo".
Radiograma enviado, via Telesul - Companhia Telephonica Rio Grandense, pelo então Presidente do Brasil, Getúlio Dornelles Vargas à Yolanda Pereira, no dia 08/09/1930: "Penhorado gentileza notícia tão grata Rio Grande do Sul haver sua distinta representante alcançado título Miss Universo tenho prazer enviar-lhe effusivas felicitações pela merecida distinção. Getúlio Vargas". (Vide radiograma abaixo)
No dia 21 de maio de 2012 Yolanda Pereira (então sra. brigadeiro Homero Souto Oliveira) foi homenageada em Pelotas-RS, sua cidade natal, que comemorava Bicentenário de fundação, com a "Exposição Eternamente Yolanda".
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| Convite para a "Exposição Eternamente Yolanda", realizada de 21 a 31 de maio de 2012, no Salão Nobre da Biblioteca Pública Pelotente, em Pelotas, cidade natal da Miss Universo 1930, Yolanda Pereira. |
Aqui executada por um jovem pianista.
sábado, 12 de maio de 2007
A Igreja, a Emoção Litúrgica e Suas Pregações Contraditórias





