Nesta edição da Gazeta de La Stampa (Nº 142) mostramos a multiplicidade de ações que levaram a ULBRA - Universidade Luterana do Brasil a enfrentar uma crise pré-insolvência. Além disso, a renúncia do reitor Ruben Eugen Becker depois de sofrer uma insustentável pressão do Ministro da Educação, Fernando Hadad, Cremes, Simers, Sinpro, a greve geral que atingiu todo o complexo Ulbra nos 28 município do Brasil onde existem unidades da da Ulbra (Universidade, escolas, hospitais e até mesmo o Plano Ulbra Saúde), cujas dívidas com a União (cerca de R$ 2 bilhões), bancos e fornecedores somam mais de R$ 2,3 bilhões.quinta-feira, 30 de abril de 2009
Cai reitor Becker da Ulbra e "Nepotismo vivo" em Canoas
Nesta edição da Gazeta de La Stampa (Nº 142) mostramos a multiplicidade de ações que levaram a ULBRA - Universidade Luterana do Brasil a enfrentar uma crise pré-insolvência. Além disso, a renúncia do reitor Ruben Eugen Becker depois de sofrer uma insustentável pressão do Ministro da Educação, Fernando Hadad, Cremes, Simers, Sinpro, a greve geral que atingiu todo o complexo Ulbra nos 28 município do Brasil onde existem unidades da da Ulbra (Universidade, escolas, hospitais e até mesmo o Plano Ulbra Saúde), cujas dívidas com a União (cerca de R$ 2 bilhões), bancos e fornecedores somam mais de R$ 2,3 bilhões.segunda-feira, 16 de março de 2009
"Segredo de Estado". Figueiredo versus Xuxa e Pelé: um escândalo abafado



domingo, 11 de janeiro de 2009
Jairo Jorge e os muitos entraves administrativos herdados



A edição de dezembro e Ano Novo da Gazeta de La Stampa traz como manchete a irônica mensagem de Felz Ano Novo Canoas, ilustrada com a foto do prefeito Jairo Jorge da Silva e os muitos abacaxis e pepinos que terá que descascar, que assumiu no dia 1º de janeiro e encontrou a Prefeitura de Canoas atolada em dívidas: mais de R$ 144 milhões, o que foi encontrado até o momento, através de uma devassa quanto à Administração Municipal anterior. Entre as investigações, uma auditoria ao Projeto Pró-Canoas para apurar onde foram investidos os mais de R$ 30 milhões, conseguidos junto à organização internacional Companhia Andina de Fomento (CAF).
Entre o que está sendo investigado estão prováveis "furtos" de diferentes materiais que deveriam estar nos Posto de Saúde, como 30 refrigeradores, aparelhos de ar condicionado, micro-ondas, afora os furtos constatados no almoxarifado da Prefeitura, e os 10 computadores que foram "levados" do Centro de Convivência do Idoso.
Dado o atual quadro, cujos alguns detalhes foram acima descritos, o prefeito Jairo Jorge da Silva determinou duas sindicâncias e uma auditoria nos atos do ex-prefeito Marcos Antônio Ronchetti, entre os dias 27/10 e 31/12 do ano passado.
Dentre as medidas já tomadas pelo prefeito Jairo Jorge, estão o fim do "transbordo", o cancelamento da empresa contratada para a "Merenda Escolar, passando o próprio município, através das escolas, a cuidar dessa tarefa que, conforme Jairo Jorge, já prevê uma economia na ordem de R$ 3,7 milhões nos cofres públicos municipais.
Por outro, a página da Gazeta de La Stampa que, através do "Álbum de Memórias", resgata um pouco da vida social de Canoas entre as décadas de 60 e 80, como a realização da primeira edição da Festa dos Destaques, em 1973 e da segunda edição em 1974, quando era outorgado o Trofeu Imagem, conforme ilustram as fotos que fazem parte do Acervo Fonofotohistoriográfico Xico Júnior.
* Para ampliar as fotos, basta cliclar sobre as mesmas.
domingo, 16 de novembro de 2008
Quebra de tabu e as expectativas de uma nova vida para Canoas



Capa e páginas da GAZETA DE LA STAMPA, edição de outubro de 2008, mostrando uma realidade cada dia mais vergonhosa, mais pedantocrática e protetora das elites dominantes. Há, ainda, matérias hiper interessantes: as colunas Observatório, Piriris & Pororós, Persona LS e Álbum de Memórias.
Nesta edição de ourubro da Gazeta de La Stampa estampamos a quebra de tabu com a primeira vitória do PT em Canoas e deixamos registradas as promessas do novo prefeito eleito de Canoas, Jairo Jorge da Silva (PT), que promete abrir por completo a caixa preta da atual administração. Ou isso, ou a co-responsabilidade pela omissão.
Por outro, mostramos, através do caso do pilito brasileiro de Fórmula Indy, Hélio Castroneves, que o governo do Estados Unidos não brinca com fatos de sonegação e lavagem de dinheiro. E lá, ao contrário daqui onde tudo é válido e possível quando se trata fundamentalmente de políticos e poderosos influentes, não importa se um medalhão, um famoso ou um star, são presos e devidamente algemados.
Numa outra reportagem, abordamos o crime do cigarro, com a benevolência do Governo e seus órgãos ditos fiscalizadores como a ANVISA - Associação Nacional de Vigilância Sanitária, que, mesmo sabedora de que as fábricas de cigarro e congêneres adicionam "amônia" para que o efeito da nicotina torne o fumante ainda mais dependente, não tem tomado qualquer providência. E o que os fabricantes de cigarro fazem é crime contra a sociedade previsto no Código Penal. Mas estão aí, há dezenas de anos, impunes e até acobertados.
Parece que no Brasil só os consumidores, os fumantes e os excluídos socialmente são os culpados, e assim merecem (?) o direito de estarem atrás das grades ou, no mínimo, serem punidos com multas que é, em suma, a proposição primeira do governo em proibir o fumo, e agora o álcool. A questão principal é o faturamento, o aumento de arrecadação pró governo. Um tributo disfarçado de multa por infrações.
Quem procurar saber por quais razões e como surgiu a Máfia Sicialiana vai entender clara e perfeitamente como funciona o sistema neoliberar. Vai entender também que no Brasil não existe, na prática, democracia, e que a democracia não passa de falácia, mas existe, sim, o sistema pedantocrático somada ao insensível despotismo.
O resto, é conversa mole prá boi dormir. Se não assim, porque o Governo diz não ter recursos para pagar melhor os aposentados e pensionistas, dar condições de dignidade às escolas no interior do Brasil, quando se sabe que dos R$ 300 bilhões arracados via INSS (Previdência Social), 20% ou mais (R$ 60 bilhões) são desviados para cobrir os buracos em outras áreas. Mas por outro, com a eclosão da (fajuta) crise financeira internacional, essa determinada pelos hiper capitalistas e banqueiros aconchavados com os governos dos países do chamado G-8, tanto os Estados Unidos, como países da Europa e o próprio Brasil estão injetando bilhões de euros, dólares e reais para salvar (?) pequenos bancos, quando o mais lógico, o mais sensato seria o Governo Brasileiro usar a própria Caixa Econômioca Federal e o Banco do Brasil, sem privilegiar ricos e abastados banqueiros, para fomentar o crédito e, assim, alavancar as vendas através de financiamentos.
E mais é mostrado em reportagem: A Ulbra, a maior universidade de Canoas, hoje um dos principais pólos educacionais do Estado, enfrenta uma crítica situação, às voltas com uma dívida de R$ 2 bilhões com o governo federal; atraso no pagamento dos professores e agora a greve, além do Reitor Rubem Eugen Becker não estar preso, conforme mandado expedido pela Justiça, em razão de "habeas corpus", prazo que extingue no final de dezembro. Esse é um quadro negro em que nem alunos e nem professores saem apreendendo e muito menos ganhando, assim como sociedade canoense que também perde e muito.
É a mais pura tartufice ... "e nada mais!"
Frase: "Não me deixe viver o que posso, mas que me seja permitido desapreender os limites" (de Fabrício Carpinejar).
*** É só clicar sobre as fotos para ampliá-las.
domingo, 5 de outubro de 2008
Pelé tinha razão: "O povo não sabe votar".
Depois de conferir o resultado das eleições municipais, de modo particular em Canoas, constato mais uma vez que o "rei" Pelé tinha a mais absoluta razão quando disse, há mais de 20 anos, que "o povo não sabe votar". E não sabe votar porque, civicamente, é massificadamente alienado, é desinteressado, desligado do que, na realidade, muito representa para uma possível melhora à uma vida mais digna e uma administração mais séria, mais transparente e mais voltada à comunidade, como dizem: "Democracia é governo do povo e para o povo ". Mas o povo, no caso os eleitores, não estão nem aí.Tal constato quando verifiquei que dos 15 vereadores de Canoas, 14 concorreram à reeleição e nove conseguiram se reeleger com as mais expressivas votações. Numa rápida olhada e análise chega-se a conclusão que nada ou pouco mais do que nada irá mudar durante os próximos quatro anos, pois quem decide com a aprovação dos projetos enviados pelo Executivo (leia-se prefeito) são os vereadores que, além disso, devem fiscalizar os atos do prefeito e seus secretários e diretores.
O eleitor de modo geral não acompanha os candidatos, não conhece os candidatos, nem mesmo se preocupa em obter alguma informação a respeito. Boa parte decide em quem votar quando está diante da urna. Assim, por razões diversas, de um total de 238.222 eleitores, apenas 181.169 tiveram seus votos validados. Enquanto que 32.042 se abstiveram de votar, outros 13.249 votaram em branco e 11.762 foram anulados. Assim não há como reclamar dos políticos que não fazem a sua parte, se o eleitor não faz a sua.
É o povo vai ficar "pulando" ou "girando em torno" durante mais 1.460 dias.
Isso me leva à lembrança de uma pretinha, gari de Porto Alegre, que determinada e comovida com a situação de milhares de crianças, se determinou a organizar uma associação, hoje a ONG "Centro Infantil Renascer da Esperança", que atende mais de 300 crianças.
E como disse, sabiamente e sem a tradicional demagogia, que só serve para algumas pessoas fazem um mis-en-scène como média:
"NÃO EXISTE CRIANÇA DE RUA. EXISTEM CRIANÇAS NAS RUAS".
É assim que os chamados homens públicos (?) deveriam agir, deveriam cobrar de qualquer administração pública, mas, pelo contrário, ascendem o poder à locupletação. E o povo, ó ... que se dane!
A quem interessar, passamos o site da ONG RENASCER DA ESPERANÇA: www.renascerdaesperanca.org.br e, para quem interessar ajudar, colaborar, o e-mail: ongrenascer@terra.com.br
*** Em todas as matérias desse blog, para ampliar as fotos basta clicar sobre elas.
sábado, 4 de outubro de 2008
Eleições, Investigações dos MPs e o Crime do Cigarro


A edição da Gazeta de La Stampa de setembro 2008, traz as pesquisas feita com os eleitores com relação a eleição majoritária do Município, cujo resultado já saberemos amanhã (05/10), mostrando a indubitável tendência para um disputadíssimo segundo turno entre os candidatos, Jurandir Maciel (PTB) e Jairo Jorge (PT).Outro tema abordado com certa ênfase, sem entretanto fazermos apologia ao fumo, é o crime do cigarro que há décadas vem sendo cometido pelas fábricas, com o sabido conhecimento da ANVISA - Angência Nacional de Vigilância Sanitária, que sequer tem feito, pelo menos, um mis-en-scène no sentido de fiscalizar e punir as companhais produtoras de cigarro.
Por fim, em página estampa neste Blog, "A Mídia 'baba na gravata' ou a sutil manipulação da informação". A expressão "baba na gravata", lançada pelo dramaturgo e cronista coloquialista Nelson Rodrigues, traduz a manipulação que a chamada grande imprensa (TVs, jornais e revistas) faz com referência a matérias ou temas que lhes interessa distorcer a realidade.
Além disso, há ainda as colunas "Piriris & Pororós", sempre muito lida e atrativa, "Persona LS", abordando o lado social com boa condimentação e "Observatório" que, em pequenas notas ou notas em pílulas, denuncia o que de errado vem acontecendo na cidade.
sábado, 27 de setembro de 2008
Cigarro: Astros de Hollywood recebiam fortunas

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Clark Gable, Cary Grant, Gary Cooper, Spencer Tracy, Joan Crawford, Lauren Bacall, John Wayne, Bette Davis e Betty Grable, ou seja, um time de primeira grandeza que, por serem modelo, exercia influência no públicos, receberam dinheiro para promover o cigarro, de acordo com pesquisadores da Universidade de Nova York.
Para ilustrar o que se pretende com as matérias publicadas na Gazeta de La Stampa - repetimos, não estamos fazendo apologia ao fumo e nem dizendo que fumar é saudável, mas desmascarando a hipocrisia de governantes e políticos que querem penalizar os fumantes em lugar, antes, de fiscalizar e penalizar as empresas que fabricam produtos contendo fumo, como cigarro, cigarrilhas, charutos e fumos para cachimbo - fomos buscar fundamentação no que defendemos. Ou seja, que muitas pessoas ainda hoje fumam e outras não conseguem deixar o hábito (hoje tratado como vício) de fumar, influenciados pela propaganda, inclusive de efeito subliminar, como se via nos filmes amercianos e nas novelas da televisão (estas já no Brasil, em especial da Rede Globo) e pela indução de que fumar fazia parte da imagem de homem, proporcionava status social e por aí afora.
As fabricantes de cigarro pagavam altas somas para que astros e estrelas dos Anos de Ouro de Hollywood promovessem seus produtos. Documentos liberados pela indústria depois de processos judiciais de grupos de combate ao tabagismo revelam a extensão da relação entre estas empresas e os estúdios de produção cinematográfica. Uma empresa pagou mais de US$ 3 milhões (em valores de hoje) em um ano para as estrelas.
Em artigo na revista Tobacco Control, pesquisadores disseram que filmes "clássicos" das décadas de 30, 40 e 50 ajudam a promover o fumo ainda hoje.
Praticamente todos os grandes nomes da época estavam envolvidos no merchandising de cigarros, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Nova York. Eles tiveram acesso a contratos de merchandising, assinados na época, para ajudá-los no cálculo do montante de dinheiro envolvido.
"O CIGARRO DOS ATORES"
Há acordos que datam do começo da era do cinema falado. O astro de O Cantor de Jazz (Jazz Singer), Al Jolson, assinou testemunhos dizendo que Lucky Strike era "o cigarro dos atores".
Um dos documentos-chave descobertos pelos pesquisadores foi uma lista de paga-mentos por um único ano no final da década de 30, detalhando o quanto as estrelas eram pagas pela American Tobacco, fabricante da marca Lucky Strike.
Carole Lombard, Barbara Stanwyck e Myrna Loy receberam US$ 10 mil (equivalente a quase US$ 150 mil hoje), para promover a marca. O mesmo ocorreu com Clark Gable, Gary Cooper e Robert Taylor. No total, foram pagos aos atores o equivalente, hoje, a US$ 3,2 milhões.
Em alguns casos, os fabricantes de cigarro pagaram os estúdios para criar programas de rádio que incluíam a promoção feita por suas estrelas. A American Tobacco pagou à Warner Brothers o equivalente a US$ 13,7 milhões por Your Hollywood Parade, em 1937, e patrocinou The Jack Benny Show de meados da década de 40 a meados da década de 50.
Entre os depoimentos cuidadosamente preparados incluídos em The Jack Benny Show está o da atriz Lauren Bacall.
EFEITOS DURADOUROS
Os pesquisadores, liderados por Stanton Glantz, disseram que os efeitos dos milhões investidos pela indústria do tabaco em Hollywood ainda podem ser sentidos hoje, apesar de uma recente proibição imposta pela própria indústria do cinema à promoção do tabagismo em filmes.
Eles disseram que as imagens ligadas ao ato de fumar incluídas nos filmes podem influenciar os jovens fazendo-os adotar o hábito. "Como na década de 30, nada impede hoje que a indústria global do tabaco influencie a indústria do cinema de várias formas."
Filmes "clássicos" com cenas de fumo, tais como Casablanca e Estranha Passageira (Now, Voyager), e imagens glamurosas de publicidade ajudaram a perpetuar a tolerância pública do tabagismo na tela, disseram os pesquisadores.
A ONG britânica contra o tabagismo, ASH, disse que imagens ligadas ao hábito de fumar não podem ser excluídas totalmente, mas podem haver alertas mais claros antes da exibição dos filmes.
Fonte: BBCBrasil.com
BRASIL: HÁBITO E PROPAGANDA
Aqui no Brasil, ainda nos anos 90 e já na casa dos 2000, novelas e outros programas veiculavam propaganda de cigarros. Tal se comprova nos vídeos postados no site http://www2.gol.com/ , como: "O cigarro vai para guerra", mostrando as mulheres dos soldados encaixotando cigarros para serem enviados aos maridos no campo de guerra no Oriente Médio. Outros vídeos: "Hollywood, o sucesso" (1989), " ... mas com alguma coisa em comum: Free" (anos 90), "Dá-lhe DALLAS" (anos 90), "Venha para o mundo de Malboro!", "La-la-la-LARK, o prazer perto de você", com a atriz Malu Mader, da Rede Globo (anos 90). E vê-se mais os jingles das marcas: Continental, Malboro, Carlton, Bridge, LS, Minister, Lord, Ella e (incrível) a marca Veado. Além desses o jingle do Derby, alusivo aos 500 anos de descobrimento do Brasil, cuja parte da narração diz: "500 anos fumando a mistura ideal. Derby, o sabor que conquistou o Brasil e os 500 anos da nossa Terra".
sábado, 20 de setembro de 2008
O crime do cigarro: Adição de Amônia para tornar o fumante + dependente

Há um crime sendo praticado há muitos anos pelos fabricantes de cigarro contra os fumantes, que os governantes não desconhecem, mas não agem segundo as determinações da ANVISA, INCA e do Código Penal Brasileiro.
Fumo, proibição radical: mera hipocrisia e segregação

Há uma resistência aos fumantes sob a alegação dos males atribuídos ao fumo. O Congresso está a aprovar proibição em todos os locais fechados, públicos e privados, enquanto os governos, na contra-mão, arrecadam os impostos e permitem o livre comércio. Antônio Ermírio de Morais e Ricardo Kotscho, querem o fechamento das fábricas - o que é o mais lógico - e o governador José Serra (SP), quer até prisão para fumantes.
DESTAQUE: O cigarro é, realmente, o grande vilão da saúde? Por quê, então, políticos, médicos e sanitaristas fumam? Por o fumo pode ser plantado? Por quê o cigarro pode ser fabricado e comercializado livremente? Porque fábricas de cigarro conseguem subsídios para ampliação de suas fábricas, como aconteceu no governo de Ieda Crusyus, no Rio Grande do Sul? Por quê o governo arrecada impostos, cobrando altas taxas, sobre um produto que é proibido de ser consumido, mas pode ser comercializado, adquirido pelo consumidor, mas este não pode consumí-lo livremente? Tartufice e gana por arrecadação?
O gancho desta reportagem foi a decisão do governador José Serra e ex-Ministro da Saúde, de enviar Assembléia Legislativa de São Paulo projeto de lei proibindo de vez o fumo em lugares fechados, públicos e privados, e prevendo até prisão de quem insistir em ascender um cigarro.
Conclusão: Por essa via, de fechar as fábricas como se solução, o cigarro vai acabar em mais um produto do "tráfico ilegal". Será que é isso que governantes, empresários e jornalistas, como Serra, Antônio Ermírio e Kotscho querem?
FINAL: Este artigo não é apologia ao fumo ou cigarro, mas uma denúncia de segregação, de irresponsabilidade dos governantes que não fazem cumprir as leis, dos fabricantes que, criminosamente, adicionam indiscriminadamente produtos químicos para tornar o fumante mais dependente. E, por fim, por tratar-se de um crime contra a saúde pública.
domingo, 7 de setembro de 2008
Nepotismo: Parente Não Terá Mais Vez


Na edição de agosto da Gazeta de La Stampa estampamos matéria especial sobre o fim do nepotismo (emprego de parentes sem a realização de concursos públicos e que proporcionava os tão afamados "tranzinhos da alegria dos parentes").



