terça-feira, 19 de janeiro de 2010

"Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney"



Pois, surpreso, leio no blog "Por Acaso", matéria assinada por Max Pires, que o jornalista Palmério Dória teve a determinação e a coragem de escrever o livro "Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney", esse o "grande coronel", o "manda chuva" e dono de quase tudo no estado do Maranhão, José Sarney ou, conforme os registros oficiais, José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, nascido na cidade de Pinheiro, no Maranhão, no dia 24 de abril d 1930.

José Sarney fez oposição ao movimento militar que decretou a "ditadura fardada" durante 21 anos, porém em 1965, com o advento do bipatidarismo (Arena e MDB), aderiu à ARENA - Alinaça Renovadora Nacional, partido criado exatamente por quem defendia a ditadura. Foi governador do Maranhão, onde implantou o seu clã político, senador por três oportunidades, a última pelo estado do Rondônia, e presidente da República por acidente, pois o eleito Tancredo Neves veio a falecer antes mesmo de tomar posse e José Sarney, na qualidade de vice, assumiu a Presidência da República.

Abaixo a reprodução do texto publicado em "Por Acaso", assim como postamos a ilustração pertinente ao livro e a capa do mesmo, bastante característica.

“Em 2008, o senador José Sarney voltou a ser manchete, principalmente das páginas policiais, quando revelada a organização criminosa da qual seu filho fazia parte. Para não deixar o filho ir para a cadeia, ele teve de disputar no ano seguinte a presidência do Senado. Foi preciso colocar a cara para bater. O poderoso coronel voltou para dar forças aos filhos, para salvá-los”.

Pela primeira vez em livro, um jornalista – Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo – reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro.

Obediente às regras do “bom e verdadeiro jornalismo”, Palmério faz um implacável retrato do poderoso coronel de maneira transparente e inteligente. Neste livro o leitor vai saber como Sarney consegue envolver tanta gente na sua teia.

A objetividade, veracidade na descrição de personagens e situações, concisão, originalidade e calor humano fazem da obra uma leitura obrigatória e prazerosa. “E, para honrar o jornalismo, atualidade absoluta e, ao mesmo tempo, permanência, pois vai girar a roda da história e os pósteros sempre aí beberão em fonte cristalina para conhecer costumes políticos e sociais desta nossa época em que um político brasileiro, metido em escândalos até o pescoço, exerce o poder de fato, acima de qualquer suspeita”, enfatiza Palmério, que fez o livro a quatro mãos com o jornalista e amigo de décadas Mylton Severiano, o Myltainho da revista “Realidade”, dos anos 1960, e da equipe que fundou o “Jornal da Tarde”.

Os dois formaram uma dupla de peso. Enquanto Palmério cuidava da investigação, Mylton fez a pesquisas e reuniu os dados, posteriormente cruzados e checados com rigor.

“Honoráveis Bandidos” contém um caderno especial de 16 páginas com hilariantes charges de nada menos que os irmãos Caruso – Chico e Paulo – sobre o principal ator desta história real. “Sarney sempre esteve na história do Brasil. Não há como descartar o Sarney. Ele sempre foi o mal maior”, responde Palmério Dória ao ser indagado “por que Sarney?”.

É a primeira vez o mercado editorial receberá um livro com toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional da família Sarney no Maranhão e o controle quase total, do Senado, pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou um Estado no quintal de sua casa e ainda beneficiou amigos e parentes.

Um livro arrasador, na mesma linha de “Memórias das Trevas" – uma devassa na vida do senador Antonio Carlos Magalhães,do jornalista João Carlos Teixeira Gomes, também da mesma editora, e que na época do lançamento contribuiu para a queda do poderoso coronel da política baiana. Um best seller que ficou semanas nas listas dos mais vendidos".

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010




A atriz Leila Lopes. A Gazeta de La Stampa presta sua homenagem a essa jovem mulher, que aos 46 anos de idade optou por uma decisão finita, pois não suportou o esquecimento, a desimportância e o descaso de todos os canais de televisão e seus diretores, depois de ter trabalhado em novelas da Manchete, Record e Globo, onde se destacou nacionalmente como a professorinha , no folhetim "Renascer", em 1993.

Leila Gomes Lopes - esse seu nome completo -, nasceu em São Leopoldo no dia 19 de novembro de 1963 e morou por longo tempo em Esteio, onde atuou como professora primária. Foi lá que o cronista social e jornalista Xico Júnior a descobriu e a lançou como modelo e manequim, tendo trabalhado por bom tempo, sob a orientação do cronista e jornalista, nos desfiles de moda promovidos pela Petruska Modas, da então proprietária Márcia Kovalew, que se situava no Conjunto Comercial Canoas.

Assim foi que a escorpiana Leila Lopes iniciou sua carreira até chegar à fama, tornando-se uma celebridade nacional. A reportagem da Gazeta de La Stampa, fugindo do lugar-comum, publicou somente fotos, de autoria de Nilson Romeu Konrad, do tempo em que Leila Lopes era apenas modelo e manequim, exceção às fotos da capa do jornal de autoria do próprio Xico Júnior, tiradas no Sulina Grill, localizado no Canoas Shopping Center, quando Leila participava da novela "O Reio do Gado".
Asim, esquecida, ignorada, rejeitada, Leila teve como opção para sobreviver, tornar atriz pornô, tendo participado de dois filmes dessa categoria: "Pecados e Tentações" (2008) e "Pecado Sem Perdão" (2009).

AO EMPRESÁRIO E AMIGO SIMON SIENKO

Na mesma edição, uma reportagem de página inteira resgatando a história do ucraniano, que imigrou para o Brasil, após a II Guerra Mundial, tendo partido da Áustria juntamente com a esposa Alexandra e a filha Alina. O virginiano Simon Sienko nasceu no Cáucaso, cidade de Stavropol, Ucrânia, no dia 17 de setembro de 1921 e faleceu em Canoas-RS, no dia 15 de dezembro de 1981.
Para quem conheceu Simon Sienko, como o autor desse blog ainda no início dos anos 70, quando me visitava na minha pequena loja Stylus, localizada na confuência das ruas Coronel Vicente com Guilherme Schel, no centro de Canoas, quase que diariamente, aprendeu a conhecer o homem empreendedor, determinado, detalhista, honesto e amigo, pois era raríssimo não vê-lo alegre, otimista e bem humorado. Um exemplo que merece ser destacado.
Depois de alguns anos, o empresário criador da empresa SOGAL - Sociedade de Ônibus Gaúcha Ltda, que existe ainda hoje, cumprindo a tarefa de transportar diariamente os milhares de canoenses, e na qual suas duas filhas, Alina e Vera, trabalham como diretoras, foi homenageado pela Câmara Municiopal de Vereadores de Canoas.

I INCONTRO DELLA FAMIGLIA PAGOT

Nas duas páginas centrais da Gazeta de La Stampa a cobertura do "I Incontro Della Famiglia Pagot", realizado no dia 11 de outubro de 2009, na cidade de Bento Gonçalves, quando estiveram reunidos cera de 300 parentes. E para marcar os 88 Anos da chegada no Brasil, em 21 de agosto de 1921, e 80 Anos de Rio Grande do Sul, com a chegada na localidade de Torin, em setembro de 1929, o jornalista Xico Júnior, que também é membro da Famiglia Pagot, lançou o livro "PAGOT - La Storia Della Famiglia", com 256 páginas, fac similes de documentos originários da Itália e mais de 300 fotos ilustrativas e históricas, como a de 1930, estampada na Gazeta de La Stampa, bem como o Brasão da Famiglia.
Além dos quatro irmãos (2ª geração dos Pagot): Umbelina, Lungino Francisco, Aparecida( que não pode estar presente por questões de ordem particular) e João, o evento foi pretigiado pelo primo, que já petence à 4ª geração, Luiz Antonio Pagot, presidente do DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte, que foi o maior apoiador e integrou a primeira Comissão Organizadora juntamente com Marisa Pagot Correa, Alexandre Pagot e Francisco Antonio Pagot.

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O Senado continua sob o manto de proteção do STF

























Nesta edição da Gazeta de La Stampa procuramos mostrar um pouco do que acontece nos bastidores da política, em especial no Senado ou Câmara Alta, como também era chamada, onde o atual presidente José Sarney, que por um acidente, que vitimou o presidente Tancredo Neves, se tornou presidente da República. Hoje o "dono do Maranhão", onde detém o cetro de maior "manda-chuva", além de ter estado envolvido diretamente em escândalos com nomeação de diversos parentes - desde outubro de 2008 que o nepotismo é expressamente proibido, mas ninguém fiscaliza, ninguém denuncia e os órgãos do Judicário acabam, por sua vez, protelando medidas acolhendo "habeas corpus" infindáveis -, em 2008 foi praticamente obrigado a eleger-se senador e presidente do Senado, para impedir que seu filho fosse preso. Essa história estará na edição de fevereiro de 2010 da Gazeta de La Stampa, assim como um livro que desvenda a coxia, fundamentalmente, da vida do cidadão, político, ex-presidente e atual presidente do Senado, José Sarney.

LANÇAMENTO DO LIVRO "ALMANAQUE CANOAS 2009"

Apesar do título, o quinto livro do jornalista e escitor Xico Júnior, lançado por ocasião da 25ª Feira do Livro de Canoas, no dia 4 de julho de 2009, tem uma característica especial: é um livro que, de forma descontraída e "soft", conta muito da história de Canoas. Apresenta, cronologicamente, um "calendário de datas e eventos", inédito, sobre Canoas, além de contar todos os hinos nacionais, do Rio Grande do Sul e de Canoas, com seus respectivos brasões; praticamente todos os monumentos e bustos históricos da cidade e mostrar, ainda, muito da gente de Canoas, desde prfeitos, políticos, misses, artistas e esportistas, num formato de "Curiosidades", o que torna o livro com toque lúdico e, essencialmente, didático.

1950 - O BRASIL VENCEU A SELEÇÃO DO URUGUAI POR 2 x 1

Essa é mais um história real, porém é preciso prestar atenção e ler os detalhes para saber sobre essa verdade histórica e inconteste que ficou consagrada no dia 19 de março de 1950.

Essas, entre tantas outras matérias de interesse da cidade e e da comunidade, estão publicada em esta edição da Gazeta de La Stampa, um jornal mensário, que circula, ininterruptamente, há exatos 20 anos, fundado que foi no dia 21 de outubro de 1990.

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sábado, 13 de junho de 2009

Bruna Jaroceski: Canoas no alto do pódio da beleza




A edição Nº 143 da Gazeta de La Stampa traz na capa e na página cinco uma completa reportagem sobre a a bonita Bruna Jaroceski, representante de Canoas e eleita Miss Rio Grande do Sul 2010, em evento realizado no Hotel Laje de Pedras. 

Bruna Cassol Jaroceski, que mora no bairro Sarandi em Porto Alegre e trabalha no Laboratório Cedeclin, em Canoas, é uma bela morena de 19 anos de idade, 1,76 m de muito charme e glamour, olhos azuis e estudante de Nutrição no IPA.

Na página quatro, completa cobertura dos novos lançamentos editoriais de autores canoenses, que estarão participando com sessões de autógrafos na 25ª Feira do Livro de Canoas, que acontece de 20 de junho a 04 de julho, no Calçadão da rua Tiradentes e na Praça da Bandeira ou Praça da Igreja, no centro de Canoas, junto à Estação Canoas-La Salle do Tremsurb.

Na mesma edição, à página 6, uma matério em que o virólogo norte-americano Leonard Horowitz denuncia a grande mentira da chamada Gripe Suína ou Gripe Mexicana ou Gripe H1N1, provocada pelo Vírus "A", que, segundo Horowitz, foi produzido em laboratório com interesses estritamente comerciais do Laboratporio Novavax (vide vídeo no YouTube). Para comrpvar o interesse comercial, que é fundamentalmente a comercialização de vacinas, já corre mundo a notícia de que o Laboratório Novartis que "avisa que já tem uma vacina que alcançou sucesso contra a gripe suína", conforme matéria divulgada pelo site Capital Gaúcha, e que deverá chegar ao mercado a partir de setembro de 2009. Essa eficiência em descobrir uma vacina contra o imbatível Vírus "A", sugere credibilidade na denúncia do dr. Leonard Horowitz.

Além dessas, uma reportagem sobre a "crise da Ulbra", ainda indefinida, apesar das tentativas e tratativas que envolvem deputados gaúchos. São Mais de R$ 2,3 bilhões de dívidas, além de outros escândalos que envolve a pró-reitora de Comunicação Social Sirlei Dias Gomes e outros funcionários. Conforme palavras de Jonas Dietrich, do Comitê Gestor da Crise da Ulbra, "a situação é um pouquinho pior do que se imagina".

Em artigo intitulado "Caiu a casa da Mega Sena", o advogado Wagner Ramos denuncia o viciado esquema de premiação da referida loteria administrada pela Caixa Econômica Federal.

Estas entre outras interessantes matérias  estão publicadas na Gazeta de La Stampa, há 19 anos no mercado da comunicação social de Canoas.

* Para ver melhor as matérias, basta clicar sobre as fotos.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Cai reitor Becker da Ulbra e "Nepotismo vivo" em Canoas

Nesta edição da Gazeta de La Stampa (Nº 142) mostramos a multiplicidade de ações que levaram a ULBRA - Universidade Luterana do Brasil a enfrentar uma crise pré-insolvência. Além disso, a renúncia do reitor Ruben Eugen Becker depois de sofrer uma insustentável pressão do Ministro da Educação, Fernando Hadad, Cremes, Simers, Sinpro, a greve geral que atingiu todo o complexo Ulbra nos 28 município do Brasil onde existem unidades da da Ulbra (Universidade, escolas, hospitais e até mesmo o Plano Ulbra Saúde), cujas dívidas com a União (cerca de R$ 2 bilhões), bancos e fornecedores somam mais de R$ 2,3 bilhões.


Outro assunto que a Gazeta de La Stampa aborda - com exclusividade - é a existência de Nepotismo Cruzado na Prefeitura Municipal de Canoas, apesar da determinação, vigente desde outubro de 2008, da Súmula Vinculante nº 13, do STF - Supremo Tribunal Federal e do Decreto sancionado pelo próprio prefeito municipal Jairo Jorge da Silva (PT), coibindo a prática do nepotismo. São familiares de vereadores ocupando cargos de secretários e diretores no Executivo, chamado - e também expressamente proibido - Nepotismo Cruzado.

Mais assuntos de relevância e repercussão, como a Carta ao Prefeito Jairo Jorge, assinada pelo cidadão canoense e leitor Fernando Ludwig Valdez, publicada na coluna "Piriris & Pororós", e a denúncia de propaganda da Prefeitura Municipal de Canoas, veiculada na mídia eletrônica de Porto Alegre - a bom custo - sobre a campanha "Choque de Limpeza" ou "Cidade Limpa" (esta uma promessa de campanha) enquanto o lixo público continua às margens das vias públicas de todos os bairros da cidade, entre outros temas importantes, completam a edição.

*** Clique sobre as páginas para ler a matéria impressa na edição.



segunda-feira, 16 de março de 2009

"Segredo de Estado". Figueiredo versus Xuxa e Pelé: um escândalo abafado







Na edição Nº 141, da Gazeta de La Stampa, revelamos, conforme artigo do jornalista Roberto Porto (4/3/2009), a tentativa de investida do então presidente (nomeado, diga-se) João Baptista Figueiredo (aquele mesmo que disse em alto e bom som: "Prefiro o cheiro dos cavalos aos cheiro do povo") em relação a apresentadora Xuxa Meneghel.

João Baptista Figueiredo encontrava-se em Cleveland, estado do Ohio, USA, para uma avaliação da intervenção que sofrera no coração, em 1983. De repente ordena a um dos seus "ajudantes de ordens" que telefone para o Brasil e convidasse nada menos do que Maria da Graça (Xuxa) Meneghel para um show naquela cidade. Tratava-se, na verdade, de uma tremenda arapuca.

Xuxa, atendendo o chamado para o show, decolou do Brasil rumo a New York, onde fora se encontrar com o Pelé, cuja namoro já durava cinco anos. De NY Xuxa decolou para Cleveland, onde ficou hospedada num hotel cinco estrelas, reservado a ela pelo staff do então Presdiente.
De repente, depois de uma demorada espera, Xuxa já decidida a apanhas as malas e retornar a NY, se depara com o "ajudante de ordens", que fora até o hotel, e ele foi "curto e grosso": "Não vai haver show nenhum, é que o Presidente quer apenas um encontro íntimo contigo.

Xuxa não se fez de rogada nem amedrontada, virou as costas, tomou as malas e decolou imediatamente de volta a NY, onde contou tudo ao namorado Pelé.

Pelé, enfurecido feito uma fera, e não era prá menos, telefonou de imediato para um amigo jornalista e compadre, que trabalhava no Jornal do Brasil, e durante uma hora contou tudo o que havia acontecido. Naturalmente, o Brasil estava ainda sob a égide da "ditadura fardada", assim não publicou esse fato que, sem dúvida, ressoaria como um estrondoso escândalo envolvendo o então presidente da República do Brasil, nomeado, João Baptista Figueiredo.

Além disso, a Gazeta de La Stampa traz uma matéria sobre o cantor e compositor - dos mais conscientes e conscientizadores - Zé Geraldo, que está lançando mais um CD intitulado "Catadô de Bromélias". Zé Geraldo é um cantor sempre muitíssimo bom de se ouvir.

Outra matéria, já publicada no blog "Jornal Éco - Dito & Feito" ( http://blig.ig.com.br/xicojr ), e que tem como título "Copa do Mundo de 2014: janelão de desperdício do dinheiro público", denuncia que o que os governos (federal e estaduais), e mais a CBF, estão agindo como perfeito tartufos, mais uma vez angambelando o ignaro povão. Vale a pena mesmo ler, ainda que você seja a favor da Copa do Mundo no Brasil. Mas não se esqueça, os hospitais públicos estão todos na CTI, sem recursos, sem médicos, sem enfermeiras e sem equipamentos e medicamentos, sob a alegação de que não há recursos (dinheiro), mas para gastar mais de R$ 20 bilhões (é o mínimo que se pode imaginar que será gasto com reformas ou construção de 10 dos 12 estádios que serão usados, mais as imposições da FIFA em uma série de mudanças, construções, etc. nas cidades para oferecer condições para serem sedes de uma ou duas partidas), pois dos 12 estádios que serão utilizados para o magnânimo evento, com dantesco dispêndio, só dois são particulares: O Estádio do Beira-Rio, do S. C. Internacional e o Pacaembu, do São Paulo F. C.. Os demais serãos construídos ou reformados com dinheiro público, sem a menor sombra de dúvida, além de gastos com toda a infraestrutura exigida que sabe-se lá se terá serventia depois da Copa.

Quem viver, verá!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Jairo Jorge e os muitos entraves administrativos herdados










A edição de dezembro e Ano Novo da Gazeta de La Stampa traz como manchete a irônica mensagem de Felz Ano Novo Canoas, ilustrada com a foto do prefeito Jairo Jorge da Silva e os muitos abacaxis e pepinos que terá que descascar, que assumiu no dia 1º de janeiro e encontrou a Prefeitura de Canoas atolada em dívidas: mais de R$ 144 milhões, o que foi encontrado até o momento, através de uma devassa quanto à Administração Municipal anterior. Entre as investigações, uma auditoria ao Projeto Pró-Canoas para apurar onde foram investidos os mais de R$ 30 milhões, conseguidos junto à organização internacional Companhia Andina de Fomento (CAF).

Entre o que está sendo investigado estão prováveis "furtos" de diferentes materiais que deveriam estar nos Posto de Saúde, como 30 refrigeradores, aparelhos de ar condicionado, micro-ondas, afora os furtos constatados no almoxarifado da Prefeitura, e os 10 computadores que foram "levados" do Centro de Convivência do Idoso.

Dado o atual quadro, cujos alguns detalhes foram acima descritos, o prefeito Jairo Jorge da Silva determinou duas sindicâncias e uma auditoria nos atos do ex-prefeito Marcos Antônio Ronchetti, entre os dias 27/10 e 31/12 do ano passado.

Dentre as medidas já tomadas pelo prefeito Jairo Jorge, estão o fim do "transbordo", o cancelamento da empresa contratada para a "Merenda Escolar, passando o próprio município, através das escolas, a cuidar dessa tarefa que, conforme Jairo Jorge, já prevê uma economia na ordem de R$ 3,7 milhões nos cofres públicos municipais.

Por outro, a página da Gazeta de La Stampa que, através do "Álbum de Memórias", resgata um pouco da vida social de Canoas entre as décadas de 60 e 80, como a realização da primeira edição da Festa dos Destaques, em 1973 e da segunda edição em 1974, quando era outorgado o Trofeu Imagem, conforme ilustram as fotos que fazem parte do Acervo Fonofotohistoriográfico Xico Júnior.

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domingo, 16 de novembro de 2008

Quebra de tabu e as expectativas de uma nova vida para Canoas













Capa e páginas da GAZETA DE LA STAMPA, edição de outubro de 2008, mostrando uma realidade cada dia mais vergonhosa, mais pedantocrática e protetora das elites dominantes. Há, ainda, matérias hiper interessantes: as colunas Observatório, Piriris & Pororós, Persona LS e Álbum de Memórias.


Nesta edição de ourubro da Gazeta de La Stampa estampamos a quebra de tabu com a primeira vitória do PT em Canoas e deixamos registradas as promessas do novo prefeito eleito de Canoas, Jairo Jorge da Silva (PT), que promete abrir por completo a caixa preta da atual administração. Ou isso, ou a co-responsabilidade pela omissão.


Por outro, mostramos, através do caso do pilito brasileiro de Fórmula Indy, Hélio Castroneves, que o governo do Estados Unidos não brinca com fatos de sonegação e lavagem de dinheiro. E lá, ao contrário daqui onde tudo é válido e possível quando se trata fundamentalmente de políticos e poderosos influentes, não importa se um medalhão, um famoso ou um star, são presos e devidamente algemados.


Numa outra reportagem, abordamos o crime do cigarro, com a benevolência do Governo e seus órgãos ditos fiscalizadores como a ANVISA - Associação Nacional de Vigilância Sanitária, que, mesmo sabedora de que as fábricas de cigarro e congêneres adicionam "amônia" para que o efeito da nicotina torne o fumante ainda mais dependente, não tem tomado qualquer providência. E o que os fabricantes de cigarro fazem é crime contra a sociedade previsto no Código Penal. Mas estão aí, há dezenas de anos, impunes e até acobertados.


Parece que no Brasil só os consumidores, os fumantes e os excluídos socialmente são os culpados, e assim merecem (?) o direito de estarem atrás das grades ou, no mínimo, serem punidos com multas que é, em suma, a proposição primeira do governo em proibir o fumo, e agora o álcool. A questão principal é o faturamento, o aumento de arrecadação pró governo. Um tributo disfarçado de multa por infrações.


Quem procurar saber por quais razões e como surgiu a Máfia Sicialiana vai entender clara e perfeitamente como funciona o sistema neoliberar. Vai entender também que no Brasil não existe, na prática, democracia, e que a democracia não passa de falácia, mas existe, sim, o sistema pedantocrático somada ao insensível despotismo.


O resto, é conversa mole prá boi dormir. Se não assim, porque o Governo diz não ter recursos para pagar melhor os aposentados e pensionistas, dar condições de dignidade às escolas no interior do Brasil, quando se sabe que dos R$ 300 bilhões arracados via INSS (Previdência Social), 20% ou mais (R$ 60 bilhões) são desviados para cobrir os buracos em outras áreas. Mas por outro, com a eclosão da (fajuta) crise financeira internacional, essa determinada pelos hiper capitalistas e banqueiros aconchavados com os governos dos países do chamado G-8, tanto os Estados Unidos, como países da Europa e o próprio Brasil estão injetando bilhões de euros, dólares e reais para salvar (?) pequenos bancos, quando o mais lógico, o mais sensato seria o Governo Brasileiro usar a própria Caixa Econômioca Federal e o Banco do Brasil, sem privilegiar ricos e abastados banqueiros, para fomentar o crédito e, assim, alavancar as vendas através de financiamentos.


E mais é mostrado em reportagem: A Ulbra, a maior universidade de Canoas, hoje um dos principais pólos educacionais do Estado, enfrenta uma crítica situação, às voltas com uma dívida de R$ 2 bilhões com o governo federal; atraso no pagamento dos professores e agora a greve, além do Reitor Rubem Eugen Becker não estar preso, conforme mandado expedido pela Justiça, em razão de "habeas corpus", prazo que extingue no final de dezembro. Esse é um quadro negro em que nem alunos e nem professores saem apreendendo e muito menos ganhando, assim como sociedade canoense que também perde e muito.


É a mais pura tartufice ... "e nada mais!"

Frase: "Não me deixe viver o que posso, mas que me seja permitido desapreender os limites" (de Fabrício Carpinejar).

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domingo, 5 de outubro de 2008

Pelé tinha razão: "O povo não sabe votar".

Depois de conferir o resultado das eleições municipais, de modo particular em Canoas, constato mais uma vez que o "rei" Pelé tinha a mais absoluta razão quando disse, há mais de 20 anos, que "o povo não sabe votar". E não sabe votar porque, civicamente, é massificadamente alienado, é desinteressado, desligado do que, na realidade, muito representa para uma possível melhora à uma vida mais digna e uma administração mais séria, mais transparente e mais voltada à comunidade, como dizem: "Democracia é governo do povo e para o povo ". Mas o povo, no caso os eleitores, não estão nem aí.

Tal constato quando verifiquei que dos 15 vereadores de Canoas, 14 concorreram à reeleição e nove conseguiram se reeleger com as mais expressivas votações. Numa rápida olhada e análise chega-se a conclusão que nada ou pouco mais do que nada irá mudar durante os próximos quatro anos, pois quem decide com a aprovação dos projetos enviados pelo Executivo (leia-se prefeito) são os vereadores que, além disso, devem fiscalizar os atos do prefeito e seus secretários e diretores.

O eleitor de modo geral não acompanha os candidatos, não conhece os candidatos, nem mesmo se preocupa em obter alguma informação a respeito. Boa parte decide em quem votar quando está diante da urna. Assim, por razões diversas, de um total de 238.222 eleitores, apenas 181.169 tiveram seus votos validados. Enquanto que 32.042 se abstiveram de votar, outros 13.249 votaram em branco e 11.762 foram anulados. Assim não há como reclamar dos políticos que não fazem a sua parte, se o eleitor não faz a sua.

É o povo vai ficar "pulando" ou "girando em torno" durante mais 1.460 dias.
Isso me leva à lembrança de uma pretinha, gari de Porto Alegre, que determinada e comovida com a situação de milhares de crianças, se determinou a organizar uma associação, hoje a ONG "Centro Infantil Renascer da Esperança", que atende mais de 300 crianças.

E como disse, sabiamente e sem a tradicional demagogia, que só serve para algumas pessoas fazem um mis-en-scène como média:

"NÃO EXISTE CRIANÇA DE RUA. EXISTEM CRIANÇAS NAS RUAS".

É assim que os chamados homens públicos (?) deveriam agir, deveriam cobrar de qualquer administração pública, mas, pelo contrário, ascendem o poder à locupletação. E o povo, ó ... que se dane!

A quem interessar, passamos o site da ONG RENASCER DA ESPERANÇA: www.renascerdaesperanca.org.br e, para quem interessar ajudar, colaborar, o e-mail: ongrenascer@terra.com.br

*** Em todas as matérias desse blog, para ampliar as fotos basta clicar sobre elas.

sábado, 4 de outubro de 2008

Eleições, Investigações dos MPs e o Crime do Cigarro




A edição da Gazeta de La Stampa de setembro 2008, traz as pesquisas feita com os eleitores com relação a eleição majoritária do Município, cujo resultado já saberemos amanhã (05/10), mostrando a indubitável tendência para um disputadíssimo segundo turno entre os candidatos, Jurandir Maciel (PTB) e Jairo Jorge (PT).
Estampa, ainda a série de investigações que os MPs (Ministérios Públicos Federal, Estadual e de Contas) etão procedendo na Administração do prefeito Marcos Ronchetti. Pelo que se tem apurado, trata-se de uma devassa nas contas, contratos de licitações e de superfaturamento do governo municipal de Canoas. Aliás, pelo que se tem constatado, segundo as investigações e os processos que tramitam na Justiça, "Canoas é a meca da corrupção" no Estado.

Outro tema abordado com certa ênfase, sem entretanto fazermos apologia ao fumo, é o crime do cigarro que há décadas vem sendo cometido pelas fábricas, com o sabido conhecimento da ANVISA - Angência Nacional de Vigilância Sanitária, que sequer tem feito, pelo menos, um mis-en-scène no sentido de fiscalizar e punir as companhais produtoras de cigarro.
Por fim, em página estampa neste Blog, "A Mídia 'baba na gravata' ou a sutil manipulação da informação". A expressão "baba na gravata", lançada pelo dramaturgo e cronista coloquialista Nelson Rodrigues, traduz a manipulação que a chamada grande imprensa (TVs, jornais e revistas) faz com referência a matérias ou temas que lhes interessa distorcer a realidade.

Além disso, há ainda as colunas "Piriris & Pororós", sempre muito lida e atrativa, "Persona LS", abordando o lado social com boa condimentação e "Observatório" que, em pequenas notas ou notas em pílulas, denuncia o que de errado vem acontecendo na cidade.
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