sábado, 13 de março de 2010
Políticos sem palavra: O que falaram ontem não vale prá hoje
LEGENDA: A governadora do Estado, Ieda Crusius (PSDB) e o prefeito de Canoas Jairo Jorge da Silva (PT). Aí foi selada a devolução da área de 558 ha, que o Estado, no governo Olívio Dutra (PT), havia doado a Canoas, e que agora é devolvida, deixando de ser área de preservação para dar lugar a construção de um presídio. (Foto O Timoneiro).
Pois, na política há décadas que venho acompanhando e ouvindo promessas e mais promessas ... antes da eleição. Eleitos, no dia seguinte já passam a ter outra personalidade, outro caráter e outro senso do moralidade, e nenhum compromisso com que fora prometido. Muito pelo contrário: o povo que se dane!
Assim, conforme Projeto de Lei de autoria do então vereador, e o mais votado, Jairo Jorge da Silva (PT), "O Guajuviras é uma reserva ecológica, que deveria ser preservada e que os 558 hectares não poderia ter outra finalidade se não a de preservação ambiental", conforme está registrado também no semanário O Timoneiro, de 12/03/2010, na coluna Momento Político. Jairo Jorge da Silva, hoje o primeiro prefeito eleito do PT, na época, juntamente com o também vereador Paulo Ritter, brigou até mesmo para que a área não fosse utilizada para a instalação de indústrias.
Canoas é um dos municípios mais ricos do Estado, ou seja, o segundo município em arrecadação, considerando-se a capital Porto Alegre. Por outro lado, ironicamente, é uma cidade essencialmente proletária que, assim, necessita urgentemente de mais indústrias para a geração de mais empregos. O desemprego em Canoas - e jamais acreditem em pesquisas, estimativas, etc - é onde há um dos mais altos índices. E isso, mesmo sendo do Partido dos Trabalhadores, o prefeito Jairo Jorge da Silva ignorou. Mas pelo que se tem comprovado via imprensa, o atual governo, que diz pertencer ao Partido dos Trabalhadores (ironia), devolve ao Estado uma área de 558 hectares, que já haviam sido destinados 111 hectares à instalação de novas indústrias não-poluentes, ficando o restante como área de lazer à comunidade e de preservação ecológica, como exigiram as entidades ligadas à preservação ambiental e o próprio PT.
Com essa decisão do prefeito Jairo Jorge da Silva, e a cumplicidade da Câmara Municipal de Vereadores, que foi unânime em aprovar a devolução da área ao Estado à construção de um presídio, Canoas fica sem qualquer alternativa para atrair novas empresas exatamente por falta de área compatível e específica, posto que o atual Plano Diretor impõe uma série de restrições à instalação e até mesmo ampliação de empresas na maioria do território municipal. Se com o já aprovado Distrito Industrial Guajuviras, que compreenderia 111 hectars de uma área total de 558 hectares, era difícil atrair novas empresas, depois dessa decisão anti-ecológica e anti-social, a situação fica ainda mais drática, lamentavelmente.
E isso fica debitado à insensibilidade das autoridades que, em não estando preparadas para os feitos de cunho coletivos, levam um município à estagnação tanto em termos de novas empresas e, conseqüentemente, de mais empregos. Essa a razão do anti-social.
Canoas, por outros, se ressente de uma melhor qualificação e mais atenção com a questão da saúde pública. O HPS Canoas, que está sob a responsabilidade da Prefitura Municipal, trabalha com 50% da sua real capacidade. O Hospital Nossa Senhora das Graças, o "Gracinha", que atende toda a população indistintamente, de Canoas e cidades circunvizinhas, está sobrecarregado, sem estrutura para o devido, correto e humano atendimento aos cidadãos que dele se recorrem, além de falta de leitos, equipamento ultrapassados e muitos em condições de não funcionamento por falta de recursos para os reparos; falta de medicamentos e equipamentos de última geração; carência do quadro médico, com raros especialistas atendendo e mesmo assim em espaço curto de tempo (duas horas cada em média), falta de enfermeiros e de pessoal e material de hotelaria à devida e indispensável higiene. A saúde, no município que mais arrecada no Estado, excetuando-se Porto Alegre, está na UTI, em estado irreversível de permanente caos.
E assim tem sido também com a questão da preservação do patrimônio arquitetônico histórico, como nos faz lembrar a importante e ecologicamente estratégica área da Villa Mimosa. E por certo, o que poderá acontecer também com a área que pertenceu à família Rosa (na rua Victor Barrreto), à família Silveira (na esquina da Santos Ferreira com a Felipe Noronha) e outras mais.
*** Para ampliar as fotos basta UM CLIC sobre as mesmas.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Conspiração genocida: "Vacina da "Gripe A" é mais perigosa do que a doença"
Desde 1994, quando Henri Kissinger era o ditador da ordem e das leis nos Estados Unidos, ainda no governo de George Bush (pai), que já anunciavam que haveria uma pandemia (epidemia generalizada). E esse pandomônio social (reunião ou concluio de pessoas com o fito de fazer o mal às pessoas de todo o mundo), já contava com a anuência do Governo Norte-Americano e das elites globais. E no bojo desse pérfido e bárbaro estratagema a sistemarização do genocidio, a eliminação indistinta de boa parte da população muindial. Tanto que, dada a resistência em tomar a vicina por parte de alguns setores mais esclarecidos, há, em muitos países, decretos tornando obrigatória a vacinação. Fica a questão: Porque a obrigatoriedade?
Nos Estados Unidos, por exemplo, os médicos se recusam terminantemente em tomar a vacina contra a "Gripe A", assim, da mesma forma, o pessoal da área da saúde de Nova York, que não aceitam tomar a viacina contra o dito "Vírus H1N1" ou Vírus da "Gripe A" ou "Gripe Suína", apesar de um decreto - vejam só, o governo norte-americano os obriga através de um decreto - que tornar a vacinação obrigatória.
Em entrevista a TV Fox News, nos Estados Unidos, um médico especialista (não recordamos o nome, mas está num dos vídeo em anexo), afirmou categoricamente que "A VACINA É MAIS PERIGOSA DO QUE A DOENÇA", e foi enfático em dizer "NÃO", quando questionado se vacinaria os seus filhos. A mesma afirmação de que a vacina é um mal muito maior do que a própria gripe, foi dita, porém bem antes, pela jornalista Barbara Loe Fisher.
Abaixo, também, vídeos - que dizem mais do que o texto - em que o doutor e cientista Leonard Morowitz denuncia a forma como foi produzido em laboratório o "Vírus H1N1", e quem o produziu e também quem participou do processo.
Por outro, os números divulgados pela OMS - Organização Mundial da Saúde, conforme denunciado num dos vídeos, são falsos. E acredita-se que o mesmo esteja ocorrendo com as ditas pesquisas e levantamentos oficiais em termos de Brasil. A desconfiança vem, primeiramente, pela insistência quanto a "importância da vacinação" e o interesse da mídia em manter em constante pauta tal assunto. E, em segundo, pela compra de cerca de 100 milhões de vacinas (qual o preço de cada vacina paga pelo Governo com dinheiro público, se para um particular custa cerca de R$ 40,00 a R$ 50,00 reais a unidade?), já que o governo estima que mais de 91 milhões de brasileiros se submeterão à vacina.
Apesar de a propaganda oficial, por obviedade, não alertar que a VACINA contém mercúrio, além de outros "venenos" como está explicitado num dos vídeos, é, geralmente, contra-indicada para os casos de fibromialgia, asseguram especialistas.
Por sua vez, Helena Coelho (19/11/2009 - 11:39) postou o seguinte texto, referindo-se a Vacina contra a "Gripe A": "“Por outro lado, e lembrando o sucedido há cerca de 20 anos com o teste ao HIV, tudo é reduzido a margens, euros e dólares. A vacina belga não é aceita nos EUA porque ... é belga. Mas, brincadeiras à parte, não falamos de um caso isolado. No espaço de uma semana huve 3 fetos mortos ... Até quando consideraremos tudo uma mera coincidência?”
Abaixo alguns vídeos que comprovam o que acabamos de ALERTAR. E que fique bem claro que este é apenas um ALERTA, enquanto que a opção será de cada cidadão, apesar de que "muitas pessoas não acreditam, não acreditam mesmo ...", como está destacado num dos vídios em anexo à presente matéria.
Como se poderá ver e testemunhar, tal iniciativa que começou por volta de 1994, no Governo Bush (pai), prenunciada como uma futura pandemia, (estranho um Ministro de Estado, Henri Kissinger, que não é da área da medicina e muito menos da científica e sequer vidente, fazer tal previsão) foi denunciado há alguns anos pelo professor e cientista brasileiro, que também foi Secretário Estadual na Bahia, Jorge Bautista Vidal, que afirmava à uma pequena revista que o entrevistou, que havia um esquema genocida liderado pelo então presidente Bush. Anos depois surge o médico e cientista Leonard Horowitz fazendo denuncias quanto a produção do "Vírus H1N1" em laboratório, com o prévio conhecimento e a anuência do governo americano e de outros países. E agora milhares de pessoas se juntam a jornalistas e médicos para confirmar uma trama, despótica e diabólica,
E agora para pensarem e responderem se conseguirem justificativa plausível e fundamentada:
1 - Porque o governo dos Estados Unidos baixaria um decreto obrigando todos os funcionários da área de saúde a se vacinarem ou estariam sujeitos a perda do emprego?
2 - Porque os médicos norte-americanos também se recusam peremptoriamente a tomar a vacina?
3 - Porque o Governo brasileiro está gastando - o correto seria desperdiçando - milhões ou bilhões na compra de cerca de 100 milhões de vacinas e em propaganda veiculada em toda mídia (emissoras de telvisão e de rádio, jornais e revistas), a preços que daria e sobraria para construir diversos hospitais, comprar medicamentos, equipamentos de última geração e contratar milhares de médicos e enfermeiras no País?
http://www.youtube.com/watch?v=0K2LdGUca9w
http://www.youtube.com/watch?v=GBeKB7aKzOs
http://taxidriversex.blogspot.com/2009/05/dr-leonard-horowitz-fala-sobre-virus.html
http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/8423/Cientistas-Medicos-e-Enfermeiras-recusam-a-tomar-a-Vacina-para-a-Gripe-H1N1>
http://www.youtube.com/watch?v=seBmHoJgCnk
http://www.youtube.com/watch?v=Jelpt_eCgLo
Vide, também neste blog, em data de 13/06/2009, numa das páginas da Gazeta de La Stampa aqui reproduzida, a matéria sob o tílulo "GRIPE MEXICANA". Já havia um ALERTA!
sábado, 6 de março de 2010
Iinternacionalização da AMAZÔNIA; A resposta que eles mereciam.
Essa merece ser lida, comentada e divulgada por todo mundo, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do Distrito Federal, ex-Ministro da Educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano, usando de uma segunda intenção, fez sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"
Do blogueiro: Enquanto isso, o governo, o Congresso, as elites dominantes, representadas por suas entidades de classe, se mantém covardemente silenciosas. De repente, se algo não for feito de direito e de fato, teremos lá uma nova "Carajás", projetada pelo bilionário americano Ludwig e intermediada pelo nada saudoso escroque Roberto Campos, como bem o definiu o professor e cientista Jorge Bautista Vidal, em uma entrevista concedida a uma revista de pequena circulação. As chamadas grandes, como Época, Veja, Folha e a mídia eletrônica, jamais teriam, não só a coragem de publicá-la ou divulgá-la, mas interesses escusos que os impediriam (?) de tornar tal resposta e consciência do conhecimento da nação brasileira.
Dizem que esta matéria não foi publicada por razões óbvias. Então ajude a divulgá-la. Se possível faça tradução para outros idiomas (línguas) que dominar.
*** Matéria enviada por uma amiga de Florianópolis que, além da conscientização, tem a mesma preocupação que demonstrou o ex-Ministro da Educação e senador Cristóvam Buarque.
sexta-feira, 5 de março de 2010
A FACE CRUEL DA IMPRENSA - Um Perfil da Mídia Eletrônica no Brasil desde o seu início em 1970
Pois, muito se fala, se critica e se elogia a mídia brasileira, em especial a televisiva. Poucos sãos os que, numa conversa, não tecem críticas à Rede Globo pela sua forma de manipular com objetivos de alienar a população. Mas, ao mesmo tempo e contraditoriamente, não deixam de assitir aos seus programas. Aí fica uma qeustão: hábito ou alienação inconsciente?
Há alguns anos, deveria ser por volta da década de setenta quando o Brasil tinha cerca de 150 milhõe de habitantes, lembram-se: "Cinqüenta milhões em ação, Prá frente Brasil ... Salve a Seleção", em entrevista à TV Viomundo ( http://www.viomundo.com.br ), o compositor, escritor e cantor Chico Buarque de Holanda falou o seguinte:
"Eu acho que ele (referia-se a Roberto Marinho) é mais importante do que o Cidadão Kane, inclusive. O Roberto Marinho, hoje, é a força política mais importante do país de 150 milhões de habitantes. Nada se faz sem se consultar o Roberto Marinho. É assutador!", concluiu.
"A Rede Globo se orgulha de fato - ainda era na década de setenta - que apenas três emissoras americanas são maiores do que elas, Mas nem uma é mentirosa", dizia o narrador do vídeo "Além do Cidadão Kane (3)" - http://www.youtube.com/watch?v=sXcQQkwXDRI
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
O BRASIL SOB AMEAÇA DE UMA NOVA DITADURA
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A mídia nacional conspira pelo silêncio
Aqui, graças ao site "Extra Classe" e à coluna "Polêmica", podemos ver, como na postagem anterior, a escalada ao poder, como dizem os artigos di site "Extra Classe": "Na corrida pelo poder, crimes sem criminosos e sem cúmplices",
E revelam a existência de uma bilbiografia petulante, corajosa e reveladora, como "Marcegos Negros", de Lucas de Figueiredo (Editora Record) e "Notícias do Planalto", de Mário Sérgio Conti (Editora Companhia das Letras), além de "Memória das Trevas", do jornalista João Carlos Teixeira Gomes (Geração Editorial).
Lançado em 19 de janeiro de 2001, "Memórias das Trevas" provocou um obsequioso silêncio de quase toda a imprensa nacional. No Observatório de Imprensa, Alberto Dines flagra esta omissão em "O Complô do Silêncio". Dines escreve. “A mídia nacional (com honrosa exceção de IstoÉ), apoiada pela máquina administrativa do senado e o governo da Bahia, jogou-se numa operação escancarada para abafar a repercussão do livro. Na semana de lançamento (20-28 de janeiro) saiu uma única matéria traçando o perfil de seu autor, um dos mais importantes intelectuais da Bahia. E esta matéria saiu na IstoÉ. Uma entrevista do autor para Valor, com duração de uma hora, saiu tão escondida mas tão escondida que pode ser considerada como caso de estudo sobre a inocente técnica de “matar” um assunto fingindo que está sendo promovido”.
É certo que a trajetória de ACM pelo submundo da baixa política é conhecida. Escândalos não faltam em sua vida pública. Como Ministro das Comunicações no governo José Sarney promoveu um festival de concessões de canais de rádio e televisão. Capitaneou a negociata escandalosa do governo federal montar uma operação para salvar um banco privado, no caso o Banco Econômico, de seu amigo Ângelo Calmon de Sá, que teria financiado sua campanha com mais de US$ 1,1 milhão. Estava envolvido, conforme denúncia da revista Veja, em um esquema de sonegação, lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares, através do Caixa 2 da empreiteira OAS ( empresa do genro César Matta Pires), em cifras que chegam perto de US$ 300 milhões, para contas no exterior. Em novembro de 2000, a revista IstoÉ denuncia que a família de ACM detém 79% das ações da empreiteira, que segundo denúncias da Polícia Federal teria desviado ilegalmente US$ 500 milhões. E a OAS à sombra do poder, vai faturando com obras públicas. Fez a reforma no aeroporto de Salvador e a construção da fábrica da Ford na Bahia.
Enfim, sobram denúncias mas a fortuna de Magalhães vai engordando. “Ele é um dos homens mais ricos do país. Sua fortuna é incalculável e ele não consegue explicar isso. Nada existe no nome dele. A TV, afiliada da Rede Globo na Bahia, uma agência de publicidade, uma construtora, várias outras emissoras de TV, ações milionárias na Petrobrás e no Banco do Brasil e investimentos na área industrial”, enumera Gomes. Hoje, ACM criou a holding Bahiapar, para aglutinar os negócios da família.
Sob o título "ACM", a jornalista Célia Moreira, escreve o seguinte artigo, abaixo postado na íntegra:
"Memórias das Trevas revela trajetória de Antônio Carlos Magalhães", copyright PanoramaBrasil, 22/01/01
"A Geração Editorial começa o ano apresentando aos leitores um livro-bomba. Memórias das Trevas - Uma Devassa na Vida de Antônio Carlos Magalhães, do jornalista e escritor baiano João Carlos Teixeira Gomes, narra a biografia do atual presidente do Senado.
A trajetória pessoal e política de ACM descrita em Memórias das Trevas inclui um sem número de perseguições, agressões, violências nas mais diversas formas, retaliações, truculência, covardia, autoritarismo, desmandos e toda a sorte de atitudes cometidas por um político beneficiário da ditadura militar, num reinado de mais de 40 anos de poder.
João Carlos Teixeira Gomes, 64 anos, é jornalista, professor universitário e um dos mais eminentes intelectuais de sua terra. É colega de Antônio Carlos na Academia de Letras da Bahia.
O livro é uma extensa e detalhada reportagem, que começa narrando o longo calvário de perseguições que o próprio autor - e o Jornal da Bahia, por ele dirigido de 1969 até 1971 - sofreu pelo então governador nomeado pela ditadura Antônio Carlos Magalhães, que chegou a tentar condená-lo com base na Lei de Segurança Nacional. ‘Joca’ Teixeira Gomes derrotou ACM na própria Justiça Militar por 4 a 1.
Com o rigor de repórter e a luta pela ética e liberdade de expressão do intelectual, o autor constrói, em Memórias das Trevas, uma reflexão sobre o fenômeno da tirania. Um tratado sobre a defesa da liberdade de expressão que tem como cenário a vida política do país de 64 até nossos dias. Um livro que o sociólogo Gilberto Vasconcellos apontou como o mais completo depoimento jornalístico já escrito no Brasil. ‘Um livro estupendo e vingador à maneira de Os Sertões, de Euclides da Cunha.’
A Geração Editorial aceitou o desafio de publicar uma obra singular, recusada por uma dezena de outras editoras, que, apesar de reconhecerem o seu mérito e alta qualidade, tiveram receio de levá-la aos leitores. (Memórias das Trevas, João Carlos Teixeira Gomes, Geração Editorial, 768 pg, 2001 - R$ 40,00)".
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
"Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney"


Pois, surpreso, leio no blog "Por Acaso", matéria assinada por Max Pires, que o jornalista Palmério Dória teve a determinação e a coragem de escrever o livro "Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney", esse o "grande coronel", o "manda chuva" e dono de quase tudo no estado do Maranhão, José Sarney ou, conforme os registros oficiais, José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, nascido na cidade de Pinheiro, no Maranhão, no dia 24 de abril d 1930.
José Sarney fez oposição ao movimento militar que decretou a "ditadura fardada" durante 21 anos, porém em 1965, com o advento do bipatidarismo (Arena e MDB), aderiu à ARENA - Alinaça Renovadora Nacional, partido criado exatamente por quem defendia a ditadura. Foi governador do Maranhão, onde implantou o seu clã político, senador por três oportunidades, a última pelo estado do Rondônia, e presidente da República por acidente, pois o eleito Tancredo Neves veio a falecer antes mesmo de tomar posse e José Sarney, na qualidade de vice, assumiu a Presidência da República.
Abaixo a reprodução do texto publicado em "Por Acaso", assim como postamos a ilustração pertinente ao livro e a capa do mesmo, bastante característica.
“Em 2008, o senador José Sarney voltou a ser manchete, principalmente das páginas policiais, quando revelada a organização criminosa da qual seu filho fazia parte. Para não deixar o filho ir para a cadeia, ele teve de disputar no ano seguinte a presidência do Senado. Foi preciso colocar a cara para bater. O poderoso coronel voltou para dar forças aos filhos, para salvá-los”.
Pela primeira vez em livro, um jornalista – Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo – reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro.
Obediente às regras do “bom e verdadeiro jornalismo”, Palmério faz um implacável retrato do poderoso coronel de maneira transparente e inteligente. Neste livro o leitor vai saber como Sarney consegue envolver tanta gente na sua teia.
A objetividade, veracidade na descrição de personagens e situações, concisão, originalidade e calor humano fazem da obra uma leitura obrigatória e prazerosa. “E, para honrar o jornalismo, atualidade absoluta e, ao mesmo tempo, permanência, pois vai girar a roda da história e os pósteros sempre aí beberão em fonte cristalina para conhecer costumes políticos e sociais desta nossa época em que um político brasileiro, metido em escândalos até o pescoço, exerce o poder de fato, acima de qualquer suspeita”, enfatiza Palmério, que fez o livro a quatro mãos com o jornalista e amigo de décadas Mylton Severiano, o Myltainho da revista “Realidade”, dos anos 1960, e da equipe que fundou o “Jornal da Tarde”.
Os dois formaram uma dupla de peso. Enquanto Palmério cuidava da investigação, Mylton fez a pesquisas e reuniu os dados, posteriormente cruzados e checados com rigor.
“Honoráveis Bandidos” contém um caderno especial de 16 páginas com hilariantes charges de nada menos que os irmãos Caruso – Chico e Paulo – sobre o principal ator desta história real. “Sarney sempre esteve na história do Brasil. Não há como descartar o Sarney. Ele sempre foi o mal maior”, responde Palmério Dória ao ser indagado “por que Sarney?”.
É a primeira vez o mercado editorial receberá um livro com toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional da família Sarney no Maranhão e o controle quase total, do Senado, pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou um Estado no quintal de sua casa e ainda beneficiou amigos e parentes.
Um livro arrasador, na mesma linha de “Memórias das Trevas" – uma devassa na vida do senador Antonio Carlos Magalhães,do jornalista João Carlos Teixeira Gomes, também da mesma editora, e que na época do lançamento contribuiu para a queda do poderoso coronel da política baiana. Um best seller que ficou semanas nas listas dos mais vendidos".
* Para ampliar as fotos basta clicar sobre as mesmas.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



A atriz Leila Lopes. A Gazeta de La Stampa presta sua homenagem a essa jovem mulher, que aos 46 anos de idade optou por uma decisão finita, pois não suportou o esquecimento, a desimportância e o descaso de todos os canais de televisão e seus diretores, depois de ter trabalhado em novelas da Manchete, Record e Globo, onde se destacou nacionalmente como a professorinha Lú, no folhetim "Renascer", em 1993.
O Senado continua sob o manto de proteção do STF



sábado, 13 de junho de 2009
Bruna Jaroceski: Canoas no alto do pódio da beleza



A edição Nº 143 da Gazeta de La Stampa traz na capa e na página cinco uma completa reportagem sobre a a bonita Bruna Jaroceski, representante de Canoas e eleita Miss Rio Grande do Sul 2010, em evento realizado no Hotel Laje de Pedras.






