quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Na época da chamada Ditadura Militar ...


 Na época da 'chamada' ditadura ...

Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos assaltados ou mortos por bandidos e traficantes. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais. 
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio moral". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação". 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar "alcoolizado". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer 
... é falar mal do presidente!

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SERÁ QUE ESTÁ SE CONCRETIZANDO ? 
          
 Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada. Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores. Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho. Que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você. Quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada... (Ayn Rand).

NOTA: Precisa se acrescentar alguma coisa mais? Tudo bem, dirão alguns, nos 21 anos que vigiu a "Ditadura Fardada" (expressão cunhada pelo jornalista Mino Carta, um dos únicos remanescentes da classe dos jornalistas, porque todos os demais se tornaram "profissionais da comunicação) também houve corrupção, desvios de recursos públicos, afora os fatos de assassinatos de forma perversa e bárbara que aconteciam nos escuros dos "porões" do DOI-CODI, Exército, etc e etc e um SNI - Serviço Nacional de Informação que coletava tudo sobre todos os cidadãos. Período em que "pensar alto já era perigoso, arriscado", pois sempre havia um "dedo de veludo" por perto, como cantaram Chico Anísio e Arnaud Rodrigues (Caetano e Os Novos Baianos) e como relatei no meu livro "Desatando o Nó da Gravata" (1996) sobre um caso verídico de tentativa de delação e em "Jovens Anos, Belos Dias", revelei a história da morte, de forma patética e assombrante, do jovem Celso Gilberto de Oliveira, em dezembro de 1970.

Mas por outro, se tinha a liberdade e a tranquilidade de ir e vir sem problemas ou sobressaltos, sem riscos de sermos assaltados e mortos por marginais, marginais que se tornaram marginais porque o sistema os fez assim. Basta, num passar de olhos, observar a idade desses marginais, que assim optaram por serem jogados à margem da sociedade. Foi a sociedade, a alta sociedade que compõe as elites que forjaram a marginalidade que existe hoje. Foi a NOM, impositora e impostora, que vem determinando que os governantes, políticos e magistrados alarguem a faixa de atuação dessa pobre e miserável classe, enquanto, através de leis e mais leis, vão encurralando e pondo cabresto no povo e sob um desgraçado medo através de pressão via mídia impressa, televisiva e internética.

Assim, com governos, políticos e magistrados cúmplices, fomos nos tornando reféns não apenas dos marginais e traficantes, mas de forma clara e explícita do próprio Governo e governantes que vão apertando o cinto como o gaúcho faz com o "barrigueiro" quando encilha o cavalo e, em contrapartida, alarga o cinturão de miséria que circunda principalmente as grandes cidades, onde não há empregos, não há escolas (as que existem estão caindo de podres por irresponsabilidade e negligência consciente e até propositada), não há saneamento básico e muito menos há hospitais suficientes e aparelhados com o mínimo necessário para o atendimento da população que cresce dia-a-dia. Mas há recursos para a corrupção e as múltiplas festanças promovidas com recursos públicos extorquidos à forceps da população.

Essas algumas  das diferenças: umas piores que as outras. Aí é um "salve-se quem puder". 

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

JOGO DA MORALIZAÇÃO: Uma alternativa à corrupção ...


Em geral a cada final de ano, no mês de dezembro, os jogadores dos 20 ou 30 principais times do Brasil entram em férias. E alguns com mais liderança acabam montando um time e convidados colegas para jogos do tipo "JOGO DA AMIZADE", cuja renda acaba revertendo em favor de alguma entidade carente.

O Brasil está passando por um dos seus períodos mais nebulosos, onde a corrupção graça ao bel prazer, enquanto pelas coxias são arquitetadas as soluções mais esdrúxulas e que afrontam a própria Constituição Federal, sem entrar no mérito das leis complementares.

Aproveitando a boa vontade dos jogadores, muitos craques admirados e tido como ídolos do futebol brasileiro e até mundial bem que poderiam dar a sua colaboração e em lugar de promover um jogo beneficente para uma determinada entidade, cuja renda muitas vezes é até insuficiente para atender as necessidades elementares da entidade escolhida, seria de bom alvitre que, com espírito cívico e como ídolos líderes, promovessem uma partida de futebol num estádio como o Beira-Rio ou Arena do Grêmio, no RS, ou no Pacaembu em SP ou, ainda, na Maracanã, no Rio e até mesmo em outros estados "JOGO PELA MORALIZAÇÃO DA POLÍTICA". Com certeza, pelo nome e representatividade que esses jogadores desfrutam, além de serem ídolos líderes seguidos por milhões de brasileiros, se teria uma repercussão além das expectativas. E mais ainda se cada time usasse uma camisa, digamos, AMARELA com a inscrição "baixo a corrupção" e o outro uma camisa VERDE com os mesmos dizeres.

Se teria, e tenho a melhor convicção disso, uma ressonância em termos nacionais e até internacionais, pois até hoje nada parecido foi realizado no mundo. E tudo dentro de um clima de paz, de festa, de confraternização, porém de CONSCIENTIZAÇÃO à classe políticas de todos os níveis e âmbitos e aos governantes dos três escalões: Federal, Estaduais e Municipais, visando, também, alertar o próprio Poder Judiciário do quão necessário e fundamental é se MORALIZAR A POLÍTICA, e cumprir o que determina a Lei Maior - A Constituição Federal de 1988 - quanto a temas da maior expressão, como: EDUCAÇÃO, SAÚDE, SANEAMENTO BÁSICO, etc.

Se tal fosse promovido num estado com certeza a "mania" se espalharia pelos demais estados brasileiro e, assim, teríamos uma sequencial e modelar forma de pressionar o políticos, os governantes, o Poder Judiciário, além de conscientizar o povo brasileiro quanto aos seus direitos, já que os deveres são cobrados regiamente pelos governos.

Fica, aqui, portanto, plantada a sementinha para uma mudança de comportamento e uma forma de exercer com intensidade e plenitude a cidadania em favor de todos os brasileiros do Iapoque ao Chuí.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Saiba a diferença entre medicamentos de REFERÊNCIA, GENÉRICOS e SIMILARES

"O remédio de referência tem sua qualidade comprovada cientificamente, bem como o genérico - este, no entanto, não possui uma 'marca', é conhecido apenas por sua substância ativa. Já o similar não tem a bioequivalência comprovada. Somente pela embalagem não é possível diferenciar os de referência dos similares, enquanto o genérico possui uma tarja amarela que o identifica".
Faz alguns anos que os termos medicamento genérico, similar e de referência passaram a fazer parte do vocabulário cotidiano de médicos, pacientes e farmacêuticos - mas ainda assim muita gente fica em dúvida na hora de decidir entre eles. Os remédios genéricos têm o mesmo efeito dos tradicionais? Por que são mais baratos? Qual a diferença entre genérico e similar? Conversamos com Terezinha de Jesus Andreoli Pinto, diretora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), que responde essas e outras dúvidas sobre o assunto. Confira.

0 que é medicamento de referência? 
É o remédio inovador cuja eficácia, segurança, qualidade e biodisponibilidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal responsável na ocasião do registro. Está há muito tempo no mercado, é bastante conhecido e, geralmente, foi o primeiro remédio que surgiu para curar determinada doença. Quando o inovador ou a referência não possui registro no país, considere-se referência o produto líder de mercado, com eficácia, segurança e padrões de qualidade comprovados.

E o genérico? 
É o que possui o mesmo princípio ativo, o mesmo efeito, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica (drágea, líquido, pomada, injetável) e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência. Ambos são intercambiáveis, ou seja, é possível tomar o remédio genérico no lugar do tradicional e vice-versa, com toda segurança. O que pode variar de um genérico para um produto de referência são os chamados excipientes - substâncias inertes que são agregadas à medicação para tornar seu uso mais adequado (corantes, lactose, espessantes etc.).

Já o similar... 
É o que tem o mesmo princípio ativo do remédio de referência, a mesma concentração, via de administração, forma farmacêutica, posologia e indicação, mas não tem bioequivalência comprovada. Em outras palavras, não pode substituir o de referência porque, apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES & CONTRADIÇÕES

Pois, lendo o que foi postado acima e publicado no site Vivasaúde online, observa-se que os medicamentos genéricos, apesar da garantia de conter o mesmo princípio ativo (fármaco), os mesmos efeitos, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência (marca), porém não diz se deve ter a mesma quantidade (por exemplo: 20 ml ou "x" comprimidos ou drágeas), o que poderá ser um dos ingredientes para a diferença no preço.

Por outro, os similares, ainda que alertado que não pode substituir os de referência (marca), apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional.

1) Se assim como que o Ministério da Saúde garante sua validade e permite a sua comercialização? 

2) Se a sua bioequivalência - a do similar - não está comprovada, assim como também não é definida se contem a mesma quantidade de produto, como se ter a certeza de que se está efetivamente pagando menos por um mesmo produto?

3) Se todos os medicamentos de REFERÊNCIA, GENÉRICOS e SIMILARES tem a garantia do Ministério da Saúde e a liberação pela Anvisa, qual o argumento para se ter o mesmo medicamento com três apresentações e o preço igualmente diferente?

CONCLUSÃO: TRÊS BOLAS IGUAIS COM CORES E PREÇOS DIFERENTES

O que se pode concluir de tudo que aqui se leu sobre medicamentos de referência, genéricos e similares restam grandes e incompreensíveis dúvidas, as quais foram expostas nos três Itens acima. Isso, apenas para ilustrar melhor a questão que mais parece um embrólio ou engodo do que uma explicação científica, compreensível e plenamente aceitável, seria o mesmo que se produzir três bolas de futebol de formato, peso, tamanho, qualidade e durabilidade iguais, porém com cores em vermelho, azul e amarelo e atribuir a cada bola um preço diferenciado apenas e tão somente levando-se em consideração a sua cor.

Difícil um entendimento claro e consciente, mesmo para quem é ilustrado e até conhecedor da medicina, sob o ponto de vista do que foi exposto sobre as três apresentações de um mesmo medicamento, porém de referência (marca), genérico e similar. Enfim, essa é a política que vigora e que temos que acatar por imposição do sistema.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ex-Secretário Chico Fraga é condenado a 4 anos e 6 meses por lavagem de dinheiro


O ex-Secretário de Governo do prefeito tucano Marcos Rocnhetti, Francisco  de Oliveira Frga, alcunhado de Chico Fraga, responde por diversos processos que envolvem corrupção.
A Justiça Federal do RS (JFRS) condenou o ex-secretário de Governo da prefeitura de Canoas Francisco de Oliveira Fraga e outras duas pessoas por lavagem de dinheiro. A sentença da 1ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre, publicada no dia 5 de outubro, determinou o perdimento de três imóveis em Tramandaí, com fundamento na Lei 9.613/98, conhecida como “Lei da Lavagem de Dinheiro”. Os réus poderão apelar em liberdade.
Francisco Fraga foi condenado à pena privativa de liberdade de quatro anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime semiaberto, e ao pagamento de 87 dias-multa. Em relação aos réus Rosania Maximiano e Donizeti José dos Santos, foi estabelecida a pena de quatro anos de reclusão, em regime aberto, substituída prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), no período de 2000 a 2008, o grupo teria ocultado e movimentado patrimônio, adquirido em nome do ex-secretário, com recursos provenientes de crimes contra a administração pública. A investigação realizada pela Polícia Federal na Operação Solidária apurou a prática de fraudes em procedimentos licitatórios no Município de Canoas. Segundo informações do processo, Fraga teria declarado à Receita Federal patrimônio líquido de R$ 53 mil no ano de 2000, e de R$ 980 mil em 2006.
Fonte: Portal da Justiça Federal - Caderno "Mais Canoas - ZH, de 16/10/2012)
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Está virando rotina no Rio Grande do Sul: lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
O Ministério Público Federal ajuizou hoje denúncia contra Francisco Fraga e mais dezoito pessoas pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ex-secretário do Governo de Canoas, durante a gestão do tucano Marcos Ronchetti, Chico Fraga é apontado como peça fundamental na engrenagem de corrupção e descrito como “prefeito de fato”, tamanha a sua importância nas decisões políticas da Prefeitura. A fraude iniciou em 2001 e foi desbaratada através da Operação Solidária.
Chico Fraga foi uma figura importante na campanha de Yeda Crusius e peça-chave na montagem do governo tucano. Ex-filiado do PP e do ex-PFL, antes de ingressar no PTB a convite de Sérgio Zambiasi e Cláudio Manfrói, Chico Fraga disse, na CPI do Detran que “trabalhou muito” para eleger Yeda Crusius. Destacou que se relacionava diretamente com Yeda (nunca por telefone) ou então com o assessor direto dela, Marcelo Cavalcante. Na ocasião, destacou: “Se vocês forem procurar, só há uma foto minha com a Yeda durante a campanha (uma foto publicada pelo jornal Zero Hora no dia 24 de dezembro de 2006, durante o período de transição).
A denúncia feita pela procuradora da República, Patrícia Núñes Weber, aponta os crimes que geraram os recursos ocultados por Chico Fraga, com prejuízo aos cofres públicos de mais de 10 milhões de reais. Para tanto, contou com a ajuda da empresária Neide Viana, seu braço-direito. Os recursos ocultados foram frutos dos crimes referentes ao fornecimento de merenda escolar, execução das obras de engenharia do “Projeto Pró-Canoas”, terceirização do “Programa Saúde da Família” e da construção do Hospital de Pronto Socorro Nelson Marchezan.
Ainda segundo o MPF, com o dinheiro obtido, Chico Fraga, com a ajuda dos demais denunciados, alicerçou seu patrimônio, ocultando-o do Estado. Para tanto, colocava seus bens móveis (veículos) e imóveis (vários apartamentos, casas, coberturas, terras rurais, lotes urbanos e boxes de garagens), em nome de construtoras, terceiros e familiares.
A acusação do MPF fundamenta-se em cinco grupos de condutas criminosas, como lavagem dos recursos ilícitos em proveito de Chico Fraga, com atuação destacada de Neide Viana e dos sócios da empresa Magna Engenharia Ltda.; lavagem dos recursos ilícitos em proveito de Francisco Fraga, por intermédio dos responsáveis por duas grandes construtoras; lavagem em benefício de Francisco Fraga com ajuda dos seus familiares e, por fim, a ocultação do patrimônio do denunciado Antônio Cavalheiro. Este último recebia recursos da empresa Equipe Cooperativa, ganhadora de licitações em Canoas, e ocultava-os em nome de pessoa jurídica e familiares.
O Ministério Público Federal pede a condenação dos acusados e manutenção do bloqueio dos bens lavados.
Os denunciados são os seguintes:
Francisco José de Oliveira Fraga, Neide Viana Bernardes, Luiz Ulysses Pinto Benites, Edgar Hernandes Cândia, Edgar Hernandes Cândia Filho, Adejalmo Figueiredo Gazen, Rosania Maximiano, Donizeti José dos Santos, Marco Antônio de Oliveira, Fragaildo Ronaldo Serolli
Neiva Alexandrino Schilieper, João Rodolfo Schilieper, Cláudio Ernesto Bonati Grass
Jorge Armando de Oliveira Fraga, Helenara Freitas Sobral, Arthur Martinho Sobral
Paulo Cesar Martins da Silva, Antonio Carlos Cavalheiro de Oliveira, Lineu Mendes Silva.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Biil Cosby: "I'm 74 and I'm tired". (Tenho 74 anos e estou cansado)

Bill Cosby: "I'm 74 and I'm tired" (born July 12th. 1937) 
"Estou cansado", denuncia Bill Cosby, aos 74 anos de vida, que lamenta pela geração dos filhos e netos.

Tenho 74 anos e estou cansado. Exceto por um breve período na década de 50, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que tinha 17 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado. 

Estou cansado de que me digam que tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética do trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.

Estou cansado
 de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias leio dezenas de histórias de homens muçulmanos matando suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos assassinando cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos mutilando o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
Estou cansado
 de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
Estou cansado
 de que me digam para baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.

Estou cansado de que me digam que os toxicodepen-dentes têm uma doença, e tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias esquerosas.
 
Estou cansado de ouvir ricos, atletas, artistas e políticos de todos os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres.
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas".
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74 anos, porque não vou ter de ver o mundo que essas pessoas estão criando.
Mas estou triste por minha neta e os seus filhos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.

Não há maneira de isto ser amplamente divulgado, a menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando.


"I'm 74 and I'm tired".(Tenho 74 anos e estou cansado)
OBS do blogueiro: "Há verdades que devem ser ditas e alguém deve dizê-las", já pregava o saudoso jornalista e canceriano Jorge Alberto Beck Mendes Ribeiro.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

FRANÇOIS HOLLANDE: EXEMPLO PARA O BRASIL, SEUS ESTADOS E MUNICÍPIOS


François Hollande, o novo presidente da França, que assumiu a questão de  dois meses, já fez "verdadeiros milagres" usando o bom senso, o civismo e a moralização da coisa pública.
Meus caros leitores, tudo o que voces vão ler abaixo, foi feito em apenas "56 DIAS" de mandato de François Hollande, o novo presidente da França. Tal serve, se houvesse boa vontade política, de modelo ao Brasil e a todos os seus Estados e Municípios, país onde os desmandos estão muitíssimo além do tolerável.

1 - Retirou 100% dos carros oficiais e mandou que fossem leiloados. Os rendimentos destinaram-se ao Fundo da Previdência a ser distribuído pelas regiões com maior número de centros urbanos e com os subúrbios mais ruinosos.

2 - Tornou a enviar um documento (doze linhas) para todos os órgãos estaduais que dependem do governo central em que comunicou a abolição do "carro da empresa" provocativo e desafiador. Quase a insultar os altos funcionários, com frases como: "Se um executivo que ganha € 650.000/ano (seiscentos e cinquenta euros por ano, cerca de R$ 1.600.000,00), não se pode dar ao luxo de comprar um bom carro com o seu rendimento do trabalho, significa que é muito ambicioso, é estúpido, ou desonesto. A nação não precisa de nenhuma dessas três figuras".

3 - Fora os Peugeot e os Citroen, 345 milhões de euros foram salvos imediatamente e transferidos para criar (a abrir em 15 agosto 2012) 175 institutos de pesquisa científica avançada de alta tecnologia, assumindo o emprego de 2.560 desempregados jovens cientistas "para aumentar a competitividade e produtividade da nação."

4 - Aboliu o conceito de paraíso fiscal (definido como "socialmente imoral") e emitiu um decreto presidencial que cria uma taxa de emergência de aumento de 75% em impostos para todas as famílias, líquidas, que ganham mais de 5 milhões de euros/ano. Com esse dinheiro (mantendo assim o pacto fiscal) sem afetar um euro do orçamento, contratou 59.870 diplomados desempregados , dos quais 6.900 a partir de 1 de julho de 2012, e depois outros 12.500 em 01 de setembro, como professores na educação pública.

5 - Privou a Igreja de subsídios estatais no valor de 2,3 milhões de euros que financiavam exclusivas escolas privadas, e pôs em marcha (com esse dinheiro) um plano para a construção de 4.500 creches e 3.700 escolas primárias, a partir dum plano de recuperação para o investimento em infraestrutura nacional.-

6 - Estabeleceu um "bônus-cultura" presidencial, um mecanismo que permite a qualquer pessoa pagar zero de impostos se se estabelecer como uma cooperativa e abrir uma livraria independente contratando, pelo menos, dois licenciados desempregados a partir da lista de desempregados, a fim de economizar dinheiro dos gastos públicos e contribuir para uma contribuição mínima para o emprego e o relançamento de novas posições sociais.

7 - Aboliu todos os subsídios do governo para revistas, fundações e editoras, substituindo-os por comissões de "empreendedores estatais" que financiam ações de atividades culturais com base na apresentação de planos de negócios relativos a estratégias de marketing avançados.

8 - Lançou um processo muito complexo que dá aos bancos uma escolha (sem impostos): Quem proporcione empréstimos bonificados às empresas francesas que produzem bens recebe benefícios fiscais, quem oferece instrumentos financeiros paga uma taxa adicional: é pegar ou sair.

9 - Reduziu em 25% o salário de todos os funcionários do governo, 32% de todos os deputados e 40% de todos os altos funcionários públicos que ganham mais de € 800.000 por ano. Com essa economia (cerca de 4 milhões) criou um fundo que dá garantias de bem-estar para "mães solteiras" em difíceis condições financeiras que garantam um salário mensal por um período de cinco anos, até que a criança comece a ir na escola primária e três anos se a criança é mais velha. Tudo isso sem alterar o equilíbrio do orçamento.

Resultado: Olhem que SURPRESA!!!

O spread com títulos franceses caiu, por magia. A inflação não aumentou. A competitividade da produtividade nacional aumentou no mês de junho, pela primeira vez em três anos.

*** Enquanto isso, num certo País da América Latina, seus Estados e Municípios a "coisa anda como o diabo gosta", ou se quiserem, os abusos com o uso do dinheiro público estão além dos limites do suportável.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

DILMA E A FARRA OLÍMPICA: E QUEM PAGA A CONTA É VOCÊ!



Presidenta Dilma Roussef, prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paez e o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral nas Olimpíadas de Londres, "acampados" em luxuoso convescote com mil mordomias a custa do obreiro povo brasileiro.
Matéria recebida via e-mail em 14/08/2012 e aqui publicada na íntegra.

Visita de Dilma a Londres custou R$1 milhão. A comitiva de oito autoridades que acompanhou Dilma a Londres na terça (24) para as Olimpíadas custou R$900,1 mil aos contribuintes, revela a ONG Contas Abertas. O governo dispensou a nova embaixada e preferiu o cinco estrelas The Ritz London Hotel, um dos mais caros da Europa.O escalão preparatório da viagem consumiu R$195,3 mil em outro hotel, fora os gastos com internet, celular e aluguel de escritórios.

VAMU GASTÁ CAMBADA … que o contribuinte paga.

28/07/2012 - de Giulio Sanmartini.…
Nas Olimpíadas de Londres, a “presidenta” resolveu fazer uma farra com o dinheiro dos impostos. Majestática, levou um séqüito de 67 “otoridades”, para se ter uma idéia, esse número corresponde a 26% do total dos atletas brasileiros (259). Foram 9 para sua guarda pessoal: o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), os ministros Antonio de Aguiar Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante Oliva (Educação), Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação), Aldo Rebelo (Esporte), Gastão Dias Vieira (Turismo) e Helena Chagas (Comunicação Social). Além deles, integram a comitiva Roberto Jaguaribe, embaixador do Brasil em Londres, e Paulo Ângelo Liégio Matão, intérprete.
O Ministério do Esporte, que coordena pelo governo os megaeventos esportivos no Brasil, é a Pasta que apresenta o maior número de “convidados”.

Além do ministro Aldo Rebelo, 20 funcionários de diversas áreas participam de atividades olímpicas em Londres. Também estão representados os ministérios das Cidades, Comunicação Social, Defesa, Justiça, Cultura e Turismo.

Além disso, os presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda, também foram “liberados” para acompanhar os jogos.
Como Dilma disse que vinha às Olimpíadas, de olho na preparação dos Jogos Rio 2016, por seus quatro dias de permanência (
24 a 28/7), assim, para  receber autoridades locais e promover reuniões de trabalho em Londres, a presidente Dilma utilizou salas no Ritz Hotel London. Só o gabinete presidencial custou R$ 50.790,30, sendo essa despesa explicada: “São valores pequenos se comparados ao gigantismo dos Jogos Olímpicos, mas a quatro anos do evento no Brasil o governo federal já abriu os cofres para que a festa esportiva no Rio de Janeiro seja a melhor de todas” afirmou  a própria “presidenta”.

A participação do Brasil nos Jogos Olímpicos, pode ser considerada no mínimo pífia. O primeiro que o país participou, foi a 8ª em Antuérpia (Bélgica 1920). Nas 22 presenças  conseguiu apenas 91 medalhas o que o coloca em 32° lugar do medalheiro mundial. Para se ter uma idéia o 10° país na classificação, a Suécia tem 475 medalhas e o primeiro, Estados Unidos 2298.

Quer dizer, a fora as sacanagens da farra, a viagem  de Dilma e a expressão máxima da inutilidade.
(*) Foto: Dilma Rousseff, Eduardo Paes e Sérgio Cabral, formam a equipe que disputará em Londres a modalidade “Cuspe em Distância).
(*) Texto de apoio: Dyelle Menezes.
 
 
O preço da farra da turma de Sérgio Cabral e Eduardo Paes para assistir a cerimônia de abertura das Olimpíadas

O jornalista Renato Maurício Prado revela na sua coluna do Globo neste domingo, que políticos brasileiros comentavam em Londres que os ingressos só para abertura das Olimpíadas custaram 4 mil libras, o equivalente a 12 mil reais. Levando em consideração que Cabral e Paes carregaram nas comitivas, cada um em torno de 20 pessoas, somando passagens aéreas, hospedagem em hotéis de luxo, transporte em Londres e outras mordomias. É uma verdadeira farra olímpica. E é claro, quem está pagando tudo somos nós. Como disse o colunista do Globo "país rico é outra coisa".

Fontes: Coluna do Cláudio Humberto/blog do Giulio Sanmartini/blog do Garotinho                                                           

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Do blogueiro: É exatamente como diz o ditado: "O povo tem o governo que merece". Mais do que isso é cair em redundância.
O BRASIL NAS OLIMPÍADAS - Governador Sérgio Cabral, prefeito Edurado Paez e a presidente da República do Brasil, Dilma Roussef.
"ACAMPAMENTO" ONDE FICOU HOSPEDADA A COMITIVA OFICIAL DO BRASIL
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"BARRACAS" DO ACAMPAMENTO QUE ABRIGOU A COMITIVA BRASILEIRA.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

EIKE BATISTA: "Paguei o meu Imposto de Renda com um cheque de R$ 670 milhões".

Foi assim, fazendo esforço, que Eike Batista se tornou o homem mais rico do Brasil, hoje com  mais de US$ 20 bilhões, sendo o 27° "Homem Mais Rico do Mundo", conforme a lista de Bloomberg. Chegou a ocupar o 7° lugar entre os mais ricos do mundo ... e sem descruzar os braços.


Recebi essa matéria via e-mail no dia 13/08/2012, no exato dia em que comemoro meus 46 anos de jornalismo, iniciado numa sexta-feira, 13 de agosto de 1966.

Hélio Fernandes... Após longa ausência, certamente motivada pelo falecimento de dois filhos, ocorridos no ano passado, e do irmão, Millor Fernandes, ocorrido no mês passado, o decano dos jornalistas brasileiros, nonagenário, finalmente volta a escrever e a nos brindar com suas análises, sempre acuradas e calcadas em fatos incontestáveis.

Por Hélio Fernandes - Publicado na Tribuna da Imprensa

Eike Batista: "Paguei meu imposto de renda com um cheque de 670 MILHÕES DE REAIS. Deve ser verdade. Mas de onde vem essa fortuna, que segundo ele, é a maior do Brasil? Do pai, o melhor do Brasil?


Ninguém duvida, as dúvidas estão todas na sua vida, ou melhor, na vida do pai, que montou sua herança, antes mesmo dele nascer. Ninguém tem uma trilha (que gerou o trilhão) de irregularidades tão grande quando Eliezer Batista. E em toda a minha vida profissional, nunca escrevi tanto e tão vastamente sobre irregularidades, prejuízo ao Brasil, ENRIQUECIMENTO COLOSSAL, quanto sobre Eliezer. E logicamente nem uma
vez de forma POSITIVA, sempre naturalmente NEGATIVA.


A partir do "Diário de Notícias" (1956/1962) e depois já na "Tribuna da Imprensa", Eliezer era personagem quase diário.

O roubo das jazidas de manganês do Amapá, assunto exclusivo deste repórter, ninguém participava, Eliezer era tão GENEROSO com os jornalões, como foi depois com o filho. O Brasil era o maior produtor de manganês do mundo.. Como era de outros minérios, todos controlados por ele, presidente eterno da Vale.

Eliezer devastou o Amapá, entregou todo o manganês aos americanos, a "preços de banana" (royalties para o presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, que inventou essa expressão para identificar os países debaixo do Rio Grande. Isso em 1902).

No Porto de Nova Iorque, os navios que vinham do Brasil com manganês, atracavam lá longe para não provocar comentários. E este repórter dava o número dos navios, os nomes, o total da carga, o miserável preço da venda, EMPOBRECENDO o Brasil, ENRIQUECENDO os "compradores" e o grande VENDEDOR (sem aspas) Eliezer.

Está tudo no arquivo da "Tribuna", fechada por necessidade de
silenciar o jornal que contava tudo. Os jornalões, servos, submissos e subservientes, exaltavam as vendas destruidoras, elogiavam o PROGRESSO DO AMAPÁ, por ordem deELIEZER e da VALE. Diziam: "O Amapá abre estradas, constrói escolas e hospitais, os pobres estão muito mais atendidos e alimentados".


Mistificavam a opinião pública, queriam convencer a todos, que
EXPLORAR AS RIQUEZAS do então Território, deixando os milhares de pobres habitantes sem comer, sem morar, sem hospital e escola. Tudo transitório, enquanto ESBURACAVAM todas as terras, EXTRAÍAM o manganês e DOAVAM tudo aos trustes. (Como se chamavam, na época).


Gostaria de reproduzir tudo isso, a corrupção praticada pelo pai, beneficiando e enriquecendo ele mesmo e acumulando para o filho bem-aventurado. (Mas como o jornal está fechado, tenho que ESQUECER essas matérias de 40 e 50 anos, mas a-t-u-a-l-i-z-a-d-í-s-s-i-m-a-

s.
Quem nasce Batista se reproduz na riqueza de outro Batista. Só o manganês não se reproduz, dá apenas uma safra).

Mas como Eliezer foi sempre muito PREVIDENTE, controlou todos os minérios, que deixou para o filho, de "papel passado", ou então em indicações DEBAIXODA TERRA. Mas com os mapas atualizados e do conhecimento APENAS DO FILHO, A MAIOR FORTUNA DO BRASIL, ANTES MESMO DE NASCER.

(O Brasil tem quase a totalidade da produção desses minérios, como tinha do manganês, raríssimos. E como tem do NIOBIO, ainda mais raro e IMPRESCINDÍVEL, 98 por cento de tudo o que existe no mundo).

Alternando de pai para filho, afinal onde termina Eliezer e começa o Eike? O pai já completamente identificado, mesmo com presidente, "DONO" da Vale, embora já carregasse como propriedade pessoal, a ICOMI, fundada para concorrer com a própria Vale. Utilizando a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES.

PS 1 - O filho Eike nasceu rico e poderoso. Se descuidou, foi preso em casa pela Polícia Federal. Seguiu a receita de Daniel Dantas, "só tenho medo da Polícia, lá em cima, eu resolvo", resolveu. Ninguém sabe onde está a conclusão do ato de prisão.

PS 2 - Para o HOMEM MAIS RICO DO BRASIL SER PRESO, é necessário que a acusação esteja fundamentada. ESTAVA. Mas as providências LÁ DE CIMA, também ESTAVAM.

PS 3 -  Eike "funda" empresas que provocam notícias e permitem a concessão de favores. Nem é pelo lucro, e sim para exibição.

PS 4 - Fora a herança "que meu pai me deixou", abriu ou comprou restaurantes, hotéis, espalhou através dos amestrados, "estou DESPOLUINDO a Lagoa Rodrigo de Freitas". Continua a mesma, ninguém conhece a Lagoa como este repórter. Mas as pessoas acreditam na DESPOLUIÇÃO. Ha!Ha!Ha! Não riam, é a tragédia da corrupção ...

PS 5 - É preciso que alguém obrigue Eike Batista a explicar como se tornou O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL. Acho que quem pode fazer isso é a RECEITA FEDERAL.


Do Autor: Eike Batista, como já tenho publicado, tendo, inclusive, como fonte o site de uma das suas muitas empresas, a OGX, integrante do Grupo, cuja holding é a EBX, que controla 11 empresas e quase todas ligadas ao petróleo e derivados, como: OGX · MPX; MMX; LLX · OSX; CCX; REX · AUX · IMX · SIX · NRX-Newrest. 


Contatos: la-stampa@ig.com.br
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sábado, 30 de junho de 2012

HARRY TRUMAN: um estranho no ninho


O ex-presidente dos Estados Unidos da América, Harry Truman: um exemplo de personalidade e honradez que já não existe mais nesses tempos ditos modernos e de evolução.

Qualquer semelhança com os nossos políticos é erro de redação...

HARRY TRUMAN foi um tipo diferente como presidente. Provavelmente 
tomou tantas ou mais decisões em relação à história dos EUA como as que tomaram os 42 presidentes que o precederam. Uma medida da grandeza talvez permaneça para sempre: trata-se do que fez DEPOIS de deixar a Casa Branca.

A única propriedade que tinha quando faleceu era uma casa na qual morava, que se encontrava na localidade de Independence, Missouri. Sua esposa a havia herdado de seus pais e, fora os anos em que moraram na Casa Branca, foi onde viveram durante toda a vida.

Quando se retirou da vida oficial em 1952, todos seus ingressos consistiam numa pensão do Exército de US$ 13.507 por ano. Ao saber o Congresso que ele custeava seus próprios selos de correio, lhe outorgou um complemento e mais tarde, uma pensão retroativa de US$ 25.000 anuais.

Depois da posse do presidente Eisenhower, Truman e sua esposa voltaram a seu lar no Missouri dirigindo seu próprio carro... sem nenhuma companhia do Serviço Secreto.

Quando lhe ofereciam postos corporativos com grandes salários, os rejeitava dizendo: “Vocês não me querem a mim, o que querem é a figura do Presidente, e essa não me pertence.
Pertence ao povo norte-americano e não está a venda ...”.

Ainda depois, quando em 6 de maio de 1971 o Congresso estava se preparando para lhe outorgar a Medalha de Honra em seu 87° aniversário, se recusou a aceitá-la, escrevendo-lhes:
Não considero que tenha feito nada para merecer esse reconhecimento, venha ele do Congresso ou de qualquer outra parte”.

Como Presidente pagou todos seus gastos de viagem e comida com seu próprio dinheiro.

Este homem singular escreveu: “Minhas vocações na vida sempre foram ser pianista numa casa de putas ou ser político. E para falar a verdade, não existe grande diferença entre as duas!”.

E-mail para contato: la-stampa@ig.com.br

domingo, 27 de maio de 2012

“COSA NOSTRA”


Carlos Augusto de Almeida Ramos: líder de uma das mais escandalosas redes de corrupção já vista e comprovada no Brasil, e que envolve desde governadores, deputados, senadores e empresários.
"O que é a máfia?

Uma organização de alicerces criminosos que se sofistica, investe na formação de "quadros", infiltra-se nas instituições para conferir feição legal aos seus negócios. Ao longo do tempo senta praça no Estado mediante cooptação de agentes públicos e privados permeáveis aos atrativos da corrupção.

O que parece ser a rede montada sob a coordenação de Carlos Augusto de Almeida Ramos?

Pelos fatos já revelados, justamente uma organização originada na operação ilegal de bingos e caça-níqueis que se aperfeiçoou investindo em atividades de natureza lícita enquanto ampliava seus tentáculos formando relações e firmando contaminações na polícia, no Judiciário, no Ministério Público, no Executivo e, com especial desenvoltura, no Legislativo.

As gravações já conhecidas feitas pela Polícia Federal no curso das operações Vegas e Monte Carlo mostram a montagem de uma estrutura que já contava com a participação de parlamentares para influir até nas emendas ao Orçamento da União.

Previa a "compra" de um partido, articulava a eleição do senador Demóstenes Torres para a Prefeitura de Goiânia, incentivava sua aproximação com o governo federal na esperança de um dia vê-lo como ministro da Justiça. Infiltrou "agente" na Controladoria-Geral da União, usou de espionagem para monitorar investigações do Tribunal de Contas da União e contou com informantes no alto escalão da polícia.

É com esse cenário de contorno nitidamente mafioso que a CPMI "do Cachoeira" se depara.

Seu trabalho é revelar à sociedade o que fazia essa organização, quem participava dela, como trabalhava e por que conseguiu crescer.

Ainda não dá para dizer se a comissão soçobrou de vez ou se há chance de prosperar, mas uma coisa é evidente: perde fôlego, patina e vive um momento ruim.

Já gastou quase um dos seis meses previstos para as investigações e até agora o que se viu foi dispersão e perda de tempo com discussões sobre convocações de um jornalista, do procurador-geral da República e de sigilos de documentos.

Adiam-se depoimentos, restringem-se alvos de investigações, mas, vá lá, pode ser parte da estratégia que venha a se revelar acertada adiante.

Não contribui para a seriedade dos trabalhos um deputado do PT (Cândido Vaccarezza) passar um recibo - literalmente por escrito - de que há na CPMI possibilidade de oferta de proteção, enviando mensagem por celular a um governador do PMDB (Sérgio Cabral Filho) para tranquilizá-lo quanto a uma possível convocação.

Muito menos nos termos utilizados.

A frase "você é nosso e nós somos teu", além de um atentado idiomático, remete à existência de uma "coisa nossa" cuja natureza não se sabe exatamente qual seja.

Há uma expectativa de que o deputado venha a ser questionado ou deixe espontaneamente a comissão. Dúvida fica se a idéia seria preservar a confiabilidade da CPMI ou apenas salvar temporariamente as aparências.

De qualquer modo, a questão essencial permanece.

A CPMI deslancha ou desanda?

Na segunda hipótese, o Congresso terá perdido a chance de reabilitação desse instrumento tão debilitado nos últimos tempos e pior: compactuado com a máfia que se propôs a investigar e preferencialmente desmontar.

Azedume. Quando Cândido Vaccarezza avisou ao governador Sérgio Cabral Filho que a relação do PT com o PMDB iria "azedar" na CPMI, o fez depois da tentativa frustrada de obter apoio dos pemedebistas para aprovar a convocação do jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja.

O petista enviou vários torpedos pressionando parte da cúpula do PMDB que estava reunida naquele mesmo dia (quinta-feira) e avaliava que o partido não deveria ceder por dois motivos: para não perder o discurso de defesa da liberdade de imprensa e porque não tinha razão para comprar briga alheia.
Mais especificamente de Lula em nome de quem, na interpretação dos pemedebistas, Vaccarezza estaria atuando". 

(Artigo de autoria de Dora Kramer)