quarta-feira, 31 de agosto de 2011

"A CARA DA REVISTA VEJA"

Ilustração que, segundo o site da ABDIC, retrata a verdadeira cara da Revista VEJA.

REVISTA VEJA


O “jornalista” da revista Veja que tentou invadir o quarto do hotel em Brasília onde se achava hospedado o ex-ministro José Dirceu é diferente de mau jornalista. É marginal. A revista é a quadrilha que emprega em seus quadros boa parte dos marginais do jornalismo brasileiro. Distribuem-se entre Veja, Globo, Folha de São Paulo, RBS, Etado de Minas, etc, etc, a grande mídia privada.
O esquema é tão poderoso que alguns conseguem chegar a Academia Brasileira de Letras, pressupostamente, só pressupostamente, uma instituição voltada para a cultura, o saber, a preservação de notáveis.
VEJA não extrapolou nenhum limite pelo simples fato que os limites de VEJA inexistem em se tratando de banditismo jornalístico. É regra, a razão de ser do carro chefe da quadrilha CIVITA.
A EDITORA ABRIL, que edita VEJA, fechou o exercício financeiro passado com perdas. Desde a ascensão de Lula não tem recebido as propinas nas formas as mais variadas (concorrências, publicidade e coisa e tal) que comprava o silêncio e a cumplicidade com o governo de Fernando Henrique Cardoso.
Para princípio de conversa, como o grupo GLOBO, não é uma empresa nacional e nem tem compromissos com a informação. É dirigida segundo interesses de grupos econômicos internacionais, seus compromissos são com os interesses desses grupos.
A rede BBC, na semana passada, se viu forçada a desmentir informações que havia divulgado e a admitir que a OTAN comete toda a sorte de crimes e barbaridades na Líbia em função da necessidade de uma Europa Ocidental falida e dos Estados Unidos falido, dispor do petróleo líbio. Como aconteceu no Iraque.
E esse tipo de correção não existe por aqui.
É evidente que o marginal de VEJA deslocado para a matéria em Brasília contou com a cumplicidade de empregados do hotel, ou quem sabe da própria gerência, dos proprietários. Não haveria como agir com a desenvoltura que agiu se isso não tiver acontecido.
É um caso de Polícia e não de liberdade de imprensa, de expressão.
Como é importante destacar que pega no pulo do gato, na mentira, sórdida mentira, a grande mídia só replicou o acontecimento para ressaltar a denúncia como costuma fazer quando se trata dos interesses que pautam essas quadrilhas.
Quando descoberta a mentira, silenciou. Ordem de cima com certeza.
O fato jornalístico de repente passou a ser estupidez das lutas de vale tudo. Ou a escolha da musa do campeonato brasileiro.
A “sociedade do espetáculo” entremeada por sua mais degradante característica. O caráter covarde dos que comandam o processo de informação.
Se o ex-ministro estava em Brasília em ação política contra ou a favor do governo Dilma estava exercendo um direito legítimo de cidadão. Se certo ou errado é outra coisa. Mas nenhuma evidência sequer de crime, ou ação desonesta.
No preconceito que é o alicerce da grande mídia no Brasil contra os trabalhadores e na faina de alienar a classe média (que come arroz com feijão e adora arrotar maionese), VEJA é exatamente a que cumpre o papel sujo, aquele de ir aos esgotos do “jornalismo” e transformá-los em denúncias com ares de pátria amada indignada. Só que a água não é limpa.
A GLOBO reserva-se o direito de uma aparência asséptica na canalhice.
É lógico, alguém tem que parecer que toma banho nessa história toda.
A semana passada inteira toda a mídia voltou-se, por exemplo, contra a ocupação da fazenda da CUTRALE por trabalhadores do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra –. Não houve um único veículo de comunicação que noticiou que as terras são públicas, vão voltar à União e foram invadidas pela CUTRALE, empresa da COCA COLA.
Esse é o óbvio ululante. A COCA COLA detém o controle dessa mídia, goza de privilégios inaceitáveis dos quais os brasileiros não têm o menor conhecimento. Paga a vista a essa mídia.
O episódio provocado pela edição que respinga a água do mais sujo esgoto da marginalidade da mídia privada merece mais que apuração pura e simples e eventual punição dos culpados (agem assim faz tempo e permanecem impunes).
É necessário trazer essa luta pela democratização da mídia às ruas. Mostrar aos brasileiros que William Waack é agente estrangeiro (o preferido de Hilary Clinton). Toda a estrutura que sustenta essa fétida quadrilha a desinformar, a mentir e as razões pelas quais o faz.
Há duas questões de suma importância neste momento e por trás disso, entre todas as que dizem respeito ao Brasil e aos brasileiros. O pré-sal, cujo risco de cair em mãos de grupos estrangeiros é cada dia mais perceptível – é hora de outro O PETRÓLEO É NOSSO – e a estranha decisão do ministro das Comunicações Paulo Bernardo, com o consentimento de Dilma Roussef, de entrega da banda larga às chamadas teles.  O ministro costuma viajar em aviões dessas empresas, vale dizer, no mínimo suspeito.
O institucional no Brasil está falido. A corrupção de Sérgio Cabral, Antônio Anastasia, Paulo Hartung, Geraldo Alckimin, José Sarney, Gilmar Mendes, tudo isso e todos esses são fichinhas perto do que há de real e concreto no avanço sobre o nosso País.
O governo Dilma é um fiasco à medida que abre espaços para essas quadrilhas, troca beijinhos com criminosos como FHC e não encontrou ainda a bússola dos compromissos assumidos em praça pública. Parece até que José Serra é o presidente da República.
Por trás da ação de VEJA contra o ex-ministro José Dirceu existe bem mais que uma denúncia forjada, falsa.
Existe um apetite pantagruélico de interesses de bancos, grupos econômicos e latifúndio contra o Brasil e os brasileiros.
A marcha para nos transformar em colônia desses interesses.   
A indignação não deve limitar-se a deputados e senadores corruptos, ou políticos corruptos no todo. Mas aos que corrompem e que, curiosamente, estimulam os idiotas do pano preto.


* Artigo de Laerte Braga, publicado no site http://abdic.org.br/revista_veja.htm
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sábado, 6 de agosto de 2011

Tráfico de Drogas X Tráfico de Influência X Alienação da Sociedade

Tidos como grandes líderes, inclusive homenageados com nomes de ruas e outros logradouros públicos,  os ex-governadores Adhemar de Barros (São Paulo) e Carlos Lacerda (Rio de Janeiro), o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Antonio Delfim Neto, o ex-governador de Minas Gerais, hoje senador, Eduardo Azeredo e Paulo Salim Maluf são "great examples" do bom uso do TRÁFICO DE INFLUÊNCIA e enriquecimento ilícito, como comprovam matérias veiculadas em jornais, TVs e internet, além de em alguns casos haverem processos tramitando na Justiça.

Há dois câncros que assolam a moral, a ética, a saúde, a sustentabilidade e a qualidade de vida dos brasileiros, mas que pouca gente ou ninguém especialmente a chamada grande mídia, cúmplice por se fazer porta-voz do sistema e de difundir, subliminarmente, o processo da Nova Ordem Mundial, assim como omitir, manipular e alienar leitores, ouvintes e telespectadores através dos principais noticiosos ou, ainda, de programas onde a coragem dos comunicadores se faz apenas e tão somente perante fatos praticados por gente que nasceu pobre, sem um berço decente e sem afetos, carinho e amor. E entre esses últimos pode-se destacar "Brasil Urgente", "Cidade Alerta" e praticamente todos os telejornais, do Jornal Nacional, passando pelo Fantástico ao Jornal da Band, Jornal da Record e Jornal do SBT, indistintamente. Basta observar atentamente que um telejornal é cópia fiel ou cópia carbono dos demais. O que é veiculado nos jornais da rede que detém o monopólio da comunicação é copiado, ipsis verbis e ipsis imago.

No que tange ao tráfico de drogas ou narcotráfico, além da participação direta e indireta de ilustres e renomados brasileiros, há bons maus "specimens" que ilustram, deslustrando, esse péssimo exemplo à sociedade, em especial, à juventude brasileira. E pode-se citar alguns como Fernandinho Beira-Mar, o mais famoso; José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha, cuja fuga de penitenciária de segurança máxima, em um helicóptero, foi simplesmente cinematográfica, entre tantos outros que andam por aí, a exemplo de políticos milionários, à solta.

Isso tudo sem falar nos sites e blogs internéticos, onde a predominância do noticiário, quando não se faz sobre fatos e babaquices do futebol, se faz sobre pessoas que acordam como pseudas celebridades e deitam como seres dos piores e mais perversos exemplos de comportamento, atitude morais e éticas. Isso quando não estão a serviço de organizações secretas e até oficias, que ditam o que deve e o que pode ser feito.

Considerando, num comparativo que em termos de violência contra a sociedade se equivalem, a diferença existente entre o Tráfico de Drogas e o Tráfico de Influência, além de que a primeira atinge direta e ofensivamente à sociedade, através de atos que vão da bárbarie, à sonegação pela atividade ilícita à degeneração do tecido social com o conseqüente aliciamento de jovens ao último estágio que são os viciados, os drogados, o Tráfico de Influência vitima toda a população com os mais diferentes esquemas de ilicitudes que vão do desvio de verbas públicas, via sonegação (que nada mais é do que "crime de apropriação indébita"), superfaturamento, improbidade administrativa, concusão, peculato, formação de quadrilhas, lavagem de dinheiro, contas em "paraísos fiscais", etc, causando, assim, imensos e inimagináveis prejuízos ao todo da sociedade, posto que tais recursos deveria, constitucionalmente, servirem à qualificação da educação (ensino), qualificação dos serviços de saúde com a legal e constitucional assistência médico-hospitalar a todos os cidadãos, bem como justiça na questão das aposentadorias de milhões de trabalhadores que se sacrificaram trabalhando com uma carga horária muitíssimo superior a dos privilegiados e protegidos servidores públicos federais, estaduais e municipais. Essa uma injustiça nunca justificada e sempre favorecidos.

Afora isso, há o desperdício com o abuso da utilização de recursos públicos - dinheiro do contribuinte - para governo federal, governos estaduais e municipais promoverem festas, a qualquer pretexto ou data comemorativa, com caríssimos e injustificados shows de artistas de renome nacional. Um exemplo que fica claro nessa questão, foi a gastança de R$ 5.000.000,00 que a Prefeitura de Recife pagou, entre cachê e organização do evento, para um show do proclamado ídolo Caetano Veloso que, nos anos 60 / 70 formava na frente que criou o Movimento Tropicalista, cujo pregava o combate, como se pode resumir, à sonegação, à corrupção, à imoralidade e à anti-ética. Mas hoje próximo do poder, se locupleta numa explícita contradição, inclusive de tudo que diz em seu livro "Vereda Tropical" (1997).

É mais do que fundamental, é essencial, ainda, que se imponha um freio ao desperdício dos recursos públicos com patrocínios de verdadeiros mega-shows a qualquer pretexto com o propósito claro de capitalizar os eleitores tendo em vista sempre as próximas eleições; patrocínios de clubes de futebol, de festanças descabidas e com uma gastança desnecessária e injustificáveis como em períodos como a Páscoa, a Semana do Município, Semana da Pátria, Natal, além de outros pretextos como a Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul, e eventos folclóricos no Norte e Nordeste, sem falar nos Carnavais em âmbito nacional, como acontece no Rio de Janeiro e Bahia, com maior evidência, e nos municípios em geral. Tudo é pretexto e propósito para gastança e desperdício do dinheiro público em prejuízo aos serviços essenciais e prioritários, repetimos, como Educação com mais qualidade; Saúde com mais hospitais, leitos e equipe médico e de enfermagem condizentes com as necessidades; Saneamento Básico, que nada mais é do que prevenção à saúde pública e mais qualidade de vida, entre tantos outros motivos ao desencaixe de recursos públicos, como "máquinas administrativas" com superlotação de CCs (cargos de confiança) que, na prática, mais servem como "cabos eleitorais" do que à prestação de mais e melhores serviços às comunidades.

Isso tudo somado representa bilhões e bilhões de dinheiro do contribuinte que deveria, pela Constituição e pelas leis, servirem ao equilíbrio ou redução das desigualdades sociais. E tal se faz através de uma reforma fiscal, uma reforma político-social e uma reforma dos valores morais e éticos, hoje ambos jogados às latas de lixo da falta de respeito, falta de dignidade e falta de consciência e senso de humanidade. São os covardes oportunistas de plantão em todos os recantos do Brasil e em todas as repartições e instituições públicas que fazem por prevalecer, inclusive juridicamente, as ilicitudes, os desmandos e descaminho do dinheiro público.

Urge que se criem leis através de um plebiscito ou referendo popular para, efetivamente, punir os políticos de péssimos exemplos ou também conhecidos como "ficha suja", além de se acabar de homenagear esses mesmos políticos que, além de praticarem ilícitos de nefastos efeitos ao País e prejuízos à sociedade como um todo, praticamente nada de importante fizeram ou construíram. E quando fizeram obras faraônicas teve como pano de fundo a locupletação.

Urge, com a máxima urgência, que se ponha um fim à IMUNIDADE PARLAMENTAR, à IMPUNIDADE quando tratar-se de fatos que se enquadram em corrupção - e aqui compreende-se todos os crimes de lesa-pátria e contra os trabalhadores contribuintes que têm que arcar com uma das mais pesadas e injustas cargas tributárias do mundo.

E para abafar todos os escândalos pela prática de corrupção (aqui, mais uma vez, incluem-se todo tipo de crime de lesa-pátria), esses mesmos políticos usam das mais variadas formas de alienação e manipulação das massas, servindo-se, para tanto, da cumplicidade consciente da chamada grande mídia que, através dos noticiosos, programas repletos de babaquices, da epidemia do futebol, degeneração da célula familiar (vide as novelas onde a banalização chegou as raias da depravação sexual) e de programas onde a tônica é a baixaria moral e ética. Isso, moral e éticamente, é o fundo do poço. A degradação e a perversão do ser humano.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Priscila Machado, a primeira canoense a conquistar o título de Miss Brasil em 23/07/2011

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Priscila Machado, a primeira canoense a conquistar o
título de Miss Brasi 2011.
A belíssima Priscila Machado, natural de Canoas-RS, que concorreu representando Farroupilha-RS, sagrou-se Miss Rio Grande do Sul 2011. Representando o Estado no dia 23/07/2011, a canoense arrebatou o décimo-segundo título de Miss Brasil para o Rio Grande do Sul, que, assim, pontifica o ranking nacional.

Priscila Machado tentou o título de Miss Rio Grande do Sul por três vezes: a primeira representando Canoas e na segunda oportunidade representando Uruguaiana e em ambos não logou êxito. Persistiu no seu sonho e na terceira tentativa, representando a cidade de Farroupilha, conquistou o cetro de Miss Rio Grande do Sul.

Concorrendo com outras 26 candidatas representando os demais 25 estados brasileiros e mais o Distrito Federal, Priscila Machado conquistou a opinião dos jurados, no certame realizado no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro e se tornou a décima-segunda gaúcha a sagrar-se Miss Brasil, ficando a baiana Gabriela Rocha em segundo lugar e a representante do Acre, Daniele Knidel em terceiro lugar.  E no próximo dia 12 de setembro, por ocasião da sexagéssima edição do concurso Miss Universo, Priscila representará o Brasil, cujo certame será realizado pela primeira vez no Brasil, tendo como sede a cidade de São Paulo.

Caso logre novo êxito a canoense Priscila Machado será a quarta brasileira a conquistar o título de Miss Universo. Feito esse só conquistado por duas gaúchas Yolanda Pereira (1930) e Ieda Maria Brito Vargas (1963) e pela baiana Martha Vasconcellos (1968).

AS TRÊS BRASILEIRAS MISS UNIVERSO
Homenagem a primeira brasileira Miss Universo: Yolanda Pereira.
Vídeos da conquista de Miss Brasil 2011 pela canoense Priscila Machado

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

BOMBA, BOMBA: A presidenta Dilma Roussef e um futuro negro para o Brasil.

Um futuro negro: A presidenta Dilma Roussef (PT), na sua posse, entre o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: há projeções para 2013 da queda de Dilma da presidência, assumindo o vice-Presidente Michel Temer.

Algo muito estranho, uma espécie de vidência, está pairando no ar do Brasil. Nos parece algo já pré-definido e menos uma vidência. Acredita-se em algo com intenções obscuras, visando tumultuar o clima político e a própria governabilidade do País. Algo que indica como se um "doppio giocco" para criar um clima de insatisfação e de insegurança. Patético. Pois, há um quadro projetado bastante negro para o Brasil, atingindo fortemente tanto a economia como os brasileiros com a queda acentuadíssima do número de empregos. O PT, ainda em 2011, segundo o vídeo, deverá exigir um acerto de contas com a Igreja Católica. Em julho um prenúncio de que o Planalto irá aprovar projeto-de-lei com a descriminalização do aborto e a taxação de impostos para todas as igrejas existentes no País. Tudo isso e muito mais foi uma projeção, feita sabe-se lá por quem ou por qual razão, mas que, se tem algum fundamento, é algo escabroso, significativamente nefasto ao Brasil e aos brasileiros, pois que busca, em sua essência, tumultuar a política e a governabilidade, além de criar um clima de insegurança em todos os cidadãos. Reproduzimos, aqui, para que os internautas possam tomar conhecimento, porém trata-se de um fato e um feito que deverá merecer uma profunda investigação de parte dos organismos responsáveis, uma vez que não são fatos factuais, mas uma previsão projetada com objetivos nada claros.

Para o final deste ano (2011), a folha de pagamento dos servidores públicos deverá bater recordes e a presidenta Dilma Roussef será obrigada - como sempre acontece - a diminuir os investimentos nas áreas sociais (Educação, Saúde, Saneamento Básico, Segurança). Será, se assim previsto, um final de ano bastante pessimista: a economia encolhe, os empregos somem e o Brasil perde o fôlego. Em conseqüência a presidenta Dilma perderá o apoio herdado das classes mais baixas.

Para tornar a crise mais grave ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de São Bernardo do Campo, fará críticas à forma de governar da sua ex-ministra e se dirá traído. Num contra-ataque, durante entrevista coletiva, Dilma  anunciará que a PF irá investigar Lula por indícios de corrupção. Passaremos a vivenciar a era dos "dossiês": a Receita Federal e a Secretaria de Justiça farão uma devassa na vida dos parlamentares de oposição e inimigos do novo regime.

Para 2012, está sendo previsto, que a imprensa registrará a maior queda de popularidade de um ou uma presidenta da República, enquanto que a Rede de Televisão norte-americana CNN passará a fazer uma cobertura sistemática no Brasil. Os analistas internacionais passarão a mudar a classificação do Brasil de potência emergente à uma Venezuela. Haverá um descontentamento internacional e Estados Unidos, França e Inglaterra romperão as relações comerciais com o Brasil. Nesse intemezzo a presidenta Dilma deverá declarar guerra com os principais veículos de comunicação do Brasil e a PF poderá invadir e fechar a Folha de São Paulo, o Estado de São Paulo, a revista Veja e a sede da TV Globo, no Rio de Janeiro. A TV Globo-Rio retornará a funcionar, após ingressar com processo na Justiça, através de um "habeas corpus" que lhe será concedido. Por outro, o turismo internacional desabará devido às múltiplas crises, enquanto a criminalidade deverá alcançar índices nunca vistos.

A situação política, segundo as previsões ou projeções, articuladas ou não, preveem, como ato extremado do seu isolamento e falta de apoio político, a queda da presidenta Dilma Roussef (PT), que deverá ser requerido pa OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, assumindo em seu lugar o vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Tais informações, cuja fonte original não se tem conhecimento, foram expostas na mídia internética através de um vídeo postado em diferentes sites (youtube e do www.casttv.com/video/.../dilma-2012-a-profecia-video , entre outros), que segue abaixo e, assim, poderá ser visto por todos quantos se interessarem. Mas fica um alerta: "Olho vivo porque cavalo não desce escada".


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sábado, 16 de julho de 2011

Internet: O canal que faz-de-conta que temos amigos

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Constata-se cada dia mais a falta de diálogo entre as pessoas, o que expressa um certo egoismo. Uma amizade muda, calada, silenciada e desimportante até certo ponto. A internet veio como um veículo para aproximar as pessoas, encontrar e contatar com os amigos por mais distantes que posam estar, porém os contatos limitam-se a PASSAR ou REPASSAR mensagens de terceiros via vídeos, slides ou até mesmo mensagens copidescadas para a versão online. E tudo parece ser uma demonstração clara e explícita de amigos, quando na realidade pouco ou nada traduz a informação e um diálogo. Apenas um monólogo utilizando manifestações terceirizadas, sem uma maior aproximação, uma intimidade  e um calor humano como seria num tête-à-tête (conversa privada entre duas pessoas).

Estamos, dessa forma, perdendo a nossa própria personalidade, a nossa identidade, a nossa auto-estima e os sentir de um sentimento tão valioso e imprescindível para as nossas vidas, pois ninguém vive sem amigos. Ninguém consegue ser feliz sendo um solilóquio ou um heremita. Urge que voltemos a sermos nós mesmos, plurais na forma de viver e conviver, sem sentir a necessidade se recorrer ou rebuscar a opinião ou a expressão de terceiros para demonstrarmos nossos sentimentos de amor, de bem-querer, de amizade ... mas uma amizade verdadeira, autêntica e legítima na sua forma de expressão.

Já vai longe o tempo em que as pessoas dialogavam, trocavam confidências e experiências, manifestavam claramente seus sentimentos, suas emoções, suas alegrias e tristezas, seus feitos, suas conquistas. Enfim, o partilhamento de suas vidas. Se visitavam ou se reuniam em frente das casas quando conversavam sobre os mais diferentes assuntos, rebuscavam amigos e parentes de tempos que ficaram em outras cidades, e tudo gerava saudades. Uma saudade original, legítima, que se podia ver estampada em cada rosto dos amigos ali reunidos. Isso acontecia entre rodadas de chimarrão ou um bom e bem servido café, que aquecia as almas e as lembranças, enquanto mergulhavam cada vez mais na afirmação dos laços de amizade. Sem pieguismo ou nostalgia exacerbada, eram - e foram -, inspirados na canção de Roberto Carlos, os "bons anos, belos dias", expressão que dá título a um dos meus livros concluído e aguardando viabilidade à publicação, onde rebusco, nostalgicamente, aqueles verdoengos anos. Sim, porque o verde habitava em todos os pátios das casas, das ruas e vilas (hoje chamam de bairro).

Hoje os amigos restam poucos, pelo menos para um papo tête-à-tête, já que um rol bastante significativo já desfalcou o grupo, enquanto outros se acomodaram em suas casas como borboletas no casulo. Pois é, na atualidade nem mesmo, pelo menos na quase totalidade dos casos, há uma resposta, um gesto de agradecimento ou de gratidão pela lembrança, uma palavra (escrita) que soe presença, que transpire amizade, mas tão somente o silêncio como se tais gestos não tivessem uma maior importância na vida de cada um. O que será da internet ou das redes de comunicação se não houver respostas, diálogo, uma comunicação recíproca como se ambos os, digamos, interlocutores internéticos estivessem frente a frente num bate-papo amistoso e descontraído.

Hoje as atitudes parecem me dizer que os amigos perderam para as novelas desestruturadoras da célula familiar, para os programas repletos de babaquices e baixarias que as televisões insistem em apresentar como algo da maior importância e criatividade. Os amigos estão sendo deixados de lado por um fanatismo exacerbado pelo futebol, pela incompreesível tendência ao corpo "sarado" (?), e pela incontida pressa que nem mesmo as pessoas sabem exatamente o porque e por quê.

A aparente indiferença ou o distanciamento vem tornado as pessoas cada dia mais frias, mais egoístas, menos confiantes e confidentes. Paira no ar um senso de suspeição manifesta pelo silenciar ao se receber ou enviar um e-mail ou torpedo. Um aparente descaso, uma desimportância ou, quando mais apenas um "obrigado", um "legal!", "muito bom", "lindo", etc.

Isso me faz parecer que em lugar de conversar com um amigo, que encontro por um acaso ou por termos combinado o encontro, em lugar de um agradável, amigável e descontraído bate-papo sobre nossas vidas, seja no passado ou presente, eu levasse um livro de contos, ou de mensagens sobre o amor, a esperança, o otimismo, a fé, ou até mesmo de poesias e lesse o que está no livro ao invés de dialogar, de conversar com o amigo. Com a melhor certeza não haveria amigo que teria saco prá aguentar tamanha ousadia e indiferença.

E, assim, vem acontecendo com a comunicação via internet, seja em que tipo de meio que integra a ampla rede de comunicação social internética. O mundo, as pessoas precisam entender a fundamental necessidade e importância que há no se dialogar, no se comunicar, ainda que via internet, de forma mais pessoal, mostrando, de fato, que do outro lado está um amigo ou amiga que apreciamos e gostamos verdadeiramente.

Apenas o passar ou repassar mensagens em vídeos ou slides ditas ou escritas por terceiros não traduz nossos sentimentos de amizade, da verdadeira amizade. E o silêncio, a mudez internética torna a amizade cada vez mais um sentimento frívolo, desinteressante ou um tanto-faz.

É preciso, e isso é da melhor essência, que voltemos a aprender a nos comunicar, a conversar com mais liberdade para aproximarmo-nos dos nossos amigos. E vice-versa. Só assim estaremos fortalecendo e revigorando os verdadeiros e reais laços de amizade, de fraternidade, de humanidade entre as pessoas, bem como a conquista de novos e leais amigos. Do contrário, como vem acontecendo, serão apenas mais um ADD em nosso amplo e largo rol na rede de relacionamentos. A internet e os modelos da hipocritamente dita evolução, propalada pela malfadada globalização, nos tem tornado pessoas sem personalidade, indvíduos sem opinião e expressões próprias, seres humanos sem sentimentos onde o calor e a vida se manifestam de maneira espontânea.

Fico, cá com meus atordoados botões, me questionando: será que a amizade é apenas um sentimento expressado romântica ou poeticamente? Ou será que mataram ou estão matando a amizade de fato? São dúvidas que às vezes o silêncio das conversas de hoje, em especial via internet, parece me dar a resposta.

Ou mudamos nossa maneira de ser para com os amigos, sendo plurais na forma de se manifestar ou a amizade será algo que somente os saudosistas, os nostálgicos irão lembrar o quanto de significado e importância ela tem na vida de cada um dos seres humanos.
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sexta-feira, 15 de julho de 2011

1941- Surge o Repórter Esso: A testemunha ocular da História.

A peça publicitária anunciando o dia da primeira audição do "Repórter Esso", que estreiava na Rádio Farroupilha, de Porto Alegre-RS, como está registrado e documentado no anúncio acima.

1941 – Entra no ar o primeiro e mais importante programa de notícias do rádio brasileiro, o "Repórter Esso". Patrocinado pela empresa americana Standard Oil Company of Brazil (Esso), era o mais importante noticioso do rádio e foi idealizado pela agência McCann-Erickson Publicidade, que detinha a conta publicitária da Esso.
A grande credibilidade conseguida pelo programa deve muito à locução de Heron Domingues, escolhido entre centenas de candidatos para dar voz ao "Repórter Esso" na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Mas o famoso e modelar noticioso radiofônico "Repórter Esso" teve seu início em 1941, no Rio Grande do Sul, através de uma iniciativa da Rádio Farroupilha, em fase experimental, então pertencente a Rede dos Diários Associados, cujo presidente era Assis Chauteaubriand, e teve como seu primeiro locutor o radialista Ruy Figueira, que na década de 60, como proprietário, inaugurou a Rádio Clube Canoas. Foi exatamente Ruy Figueira quem criou o estilo que passou a ser imitado em todo o país, inclusive por Heron Domingues, Luiz Jotabá e Gontijo Teodoro, estes os mais renomados, entre outros.
* O "Repórter Esso" ganhou sua versão televisiva em 10 de abril de 1952 na TV Tupi, sendo apresentado no Rio de Janeiro, inicialmente, por Luís Jatobá e, posteriormente, por  Gontijo Teodoro, que ficou até o final do programa em 31 de dezembro de 1970, inicialmente com o título de "O Seu Repórter Esso".
No rádio, cujo início foi em 28 de agosto de 1941, durante a "II Grande Guerra Mundial", a última transmissão do antológico "Repórter Esso" foi em 31 de dezembro de 1968 com Heron Domingues narrando a abertura (vinheta que dava a marca ao tradicional noticioso), e Gontijo Teodoro fazendo a locução e despedindo-se dos ouvintes, bastante emocionado.
O programa, na Rádio Nacional, era produzido no escritório de uma agência estrangeira de publicidade e propaganda, sediada no Rio de Janeiro, a partir de informações distribuídas pela agência internacional de notícias UPI (United Press International), comandada desde os Estados Unidos.


Nota do autor: É importante observar que já nos anos 40 as notícias, enviadas via UPI e pelo Teletipo (aparelho telegráfico que enviava diretamente um texto, por meio de um teclado datilográfico, registrando a mensagem sob a forma de caracteres de impressão), passavam por um filtro (uma espécie de peneira ou de censura), e somente eram repassadas as notícias que tinham o interesse dos norte-americanos, como acontece ainda hoje, só que com maior insistência e manipulação.
Tanto no rádio como na TV, o "Repórter Esso", que passou a ser produzido e apresentado no Rio Grande do Sul (pioneiro, ainda que em fase experimental), depois no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e outros estados, tinha produção independente nas emissoras de cada cidade que o tinham adotado somente nos fatos locais, enquanto que as notícias internacionais eram enviadas pela UPI. Todos os noticiosos com a marca "Repórter Esso", tinham a apresentação de locutores locais, e cada qual com  um locutor cujo timbre de voz assemelhava-se a do pioneiro Ruy Figueira. E, assim, o lendário programa ficou conhecido também pela pontualidade e credibilidade junto ao público.


Muitos foram os locutores, nas diferentes emissoras de rádio, que fizeram a locução do lendário "Repórter Esso", como Ruy Figueira (estreou oficialmente às 13:30 horas do dia 16/07/1942 - uma 5ª feira - e permaneceu até 1949, afastando-se para atender a sua agência Ruy Figueira Publicidade, que chegou a ter 120 clientes) e Lauro Hagemann, no Rio Grande do Sul; Heron Domingues, Luiz Jatobá, Roberto Figueiredo e Gontijo Teodoro, no Rio e São Paulo; Edson de Almeida em Pernambuco, entre outros mais.
Seus slogans eram famosos: "Repórter Esso, a testemunha ocular da história" e “Repórter Esso, o primeiro a dar as últimas”, tanto no rádio como na TV. O noticioso "Repórter Esso" é considerado o precursor do radiojornalismo e do telejornalismo brasileiro.


Se atentarem, ao ouvir a gravação da última audição do "Repórter Esso", apresentado pelo radialista Gontijo Teodoro, transmitido pela Rádio Globo, vão perceber a perturbação sensitiva do locutor que, na citação dos principais fatos divulgados ao longo dos 27 anos do programa no ar, já mostrava a voz embargada pela emoção. Assim, os fatos de 1960 a 1963 a voz é de um outro locutor que o substitui momentaneamente, dada a sua forte emoção. Logo Gontijo Teodoro se recompõe, mas volta a demonstrar a sensibilidade e o envolvimento emocional da despedida do tradicional noticioso e encerra o "Repórter Esso" completamente emocionado e sob lágrimas.

Última audição do "Repórter Esso" no rádio em 31/12/1968. Locutor: Gontijo Teodoro
                       

                               

                               

                               

                               

                               

                               

                           

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Chico Buarque assume paternidade do governador Educardo Campos


Do Rio de Janeiro, Jarbinhas D´Adelaide - Escândalo no mundo da música e da política envolvendo o cantor e compositor Chico Burque de Hollanda, estoura 47 anos depois.


No começo da tarde de 17 de junho de 2011 veio a público a notícia de que o afamado cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, um dos ícones máximos da música e da cultura brasileira, assumiu a paternidade do atual governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Em entrevista exclusiva, Chico falou sobre o acontecimento: 
- “Quando jovem, fiz uma turnê bem extensa pelo Nordeste. Naquela época eu era muito promíscuo e inconseqüente, assim, acabava dormindo com muitas moças”, revela sem arrependimentos. “Recordo-me de ter sido muito bem recebido no ano de 1964 na cidade do Recife. Fiquei hospedado na casa de um dos produtores locais. Era no Bairro de Casa Forte, é esse o nome? Os ares da ditadura já começavam a dar as caras, logo, a gente tinha que ficar em posição discreta. Na casa desse produtor habitava uma moça de beleza radiante, era a filha dele! Risos. Nós mantivemos um relacionamento intenso, rápido e oculto. Meses depois recebi uma carta dela dizendo que estava grávida. Eu, cretinamente, ignorei. Há uns anos atrás minha consciência apertou muito (coisas da meia-idade). Fui tomado de curiosidade muito forte em saber quem era o meu filho e, impressionantemente, fui impactado com uma surpreendente descoberta: ele é o Governador de Pernambuco! Que orgulho! Eu já era um admirador das terras pernambucanas, agora me sinto fazendo parte do DNA da Cidade Maurícia”, finalizou Chico.

Antes que ele pedisse o desligamento do nosso gravador (do Diário de Pernambuco), questionamos os motivos de não ter assumido a criança logo na época da notícia. Ele diz: 
- “Quando eu era jovem, o sentimento de eternidade habitava em mim, não via sentido em criar um filho e me sentir com uma responsabilidade tão grande. Espero que ele possa me perdoar”, completou emocionado.

Ligamos para a residência do Governador Eduardo Campos no Recife. Ao nos atender, já tinha tomado conhecimento do fato há aproximadamente 48 horas. Deu-nos poucas palavras e demonstrou pouco conforto em tratar publicamente do caso.
- “Há anos procurava minha identidade paterna. Minha mãe escondeu durante todos esses anos e agora me sinto aliviado (ainda que triste) em saber quem é o meu progenitor”, afirma o político em tom melancólico. 
- “Saber que sou filho de uma personalidade tão imortal me assusta um pouco. Ao menos a partir de agora, quem sabe, ele não faz mais shows aqui em Recife e com preços mais acessíveis?”, tentou minimizar bem humoradamente Eduardo.


Nota do Editor: Fica uma pergunta que não que calar: Se fosse uma pessoa que não tivesse galgado tão altos postos públicos será que o geminiano Chico Buarque de Hollanda, tido como um dos mais ilustres compositores e cantores brasileiros, teria tido, hoje, a mesma reação e a mesma emoção?


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sábado, 26 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

A TROPICALIA trocou os palcos pelas salas entapetadas dos palácios e o dinheiro fácil

No governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva o "painho" Gilberto Gil, que já tinha deixado os palcos da Tropicália, ascendeu o palácio do Ministério da Cultura. Lá desempenhou um bom papel, inclusive fazendo shows por onde se apresentava como ministro. Nem Bill Clinton o superou. Por aqui ninguém sabe dizer se ele sabia onde ficava a sede do Ministério da Cultura: o negócio dele era difundir a cultura brasileira pelo mundo na expectativa de que copiassem nosso modelo de cultura: Samba, Carnaval, Futebol e Mulher Pelada.

Passado bom tempo em que a cultura brasileira foi alavancada para cima dos palcos - ou alguém sabe mais e não quer abrir o jogo, hein? - assume a presidenta Dilma Vana Rousseff e, sem a menor dúvida, convida para assumir o Ministério da Cultura uma mulher de sabidamente antecipada cultura: ANA DE HOLLANDA, por mero acaso irmã do compositor e cantor Chico Buarque de Hollanda, gente que já nasceu em berço esplêndido, filhos que são de pais de classe média alta-alta.

Ana de Hollanda alimentava uma grande expectativa devido o seu largo e horizontal conhecimento e cultura. Mas, eis que não de repente, ela surpreende ainda mais com uma idéia e iniciativa que só poderia ser parida de uma cabeça veramente ilustrada: chamou a "mainha" MARIA BETHÂNIA Viana Teles Veloso, que por um acaso do destino é irmã do nada menos do que Cae Veloso, e lhe propõe que escreva um blog na internet. E prá esse exaustivo, imparcial e independente trabalho Maria Bethânia ganhará a irrisória e insignificante importância de R$ 1.300.000,00 a título de cachê, palavra derivada do francês "cachet" e que significa "salário pago por dia aos figurantes e extras de um filme, no cinama; na tarefa de representação, no teatro e televisão; e de locução no rádio. A partir da elogiável iniciativa da Ministra Ana de Hollanda, chachê passa a significar, também, pagamento a quem escreve blog sob encomenda.

A princípio nos parece que nada de anormal o fato de alguém receber para escrever um blog, pois já tem tantos jornalistas - desculpem, "profissionais da comunicação" como bem classificou Mino Carta -, especialmente da extrema-direita recebendo de políticos e partidos, além do provedor, para postar notícias e comentários manipulados conforme os interesse dos extrema-direitistas. Também não seria estranho a "mainha" Maria Bethânia estar num rol semelhante e até pago por partidos de esquerda ou extrema-esquerda.

Mas o que realmente causa uma profunda e intendível estranheza é o fato do próprio Ministério da Cultura, via ministra Ana de Hollanda, desembolsar dinheiro público para pagar à Maria Bethânia para escrever um blog na internet, recitando poesias de poetas consagrados pela mídia. E os novos poetas terão vez?. E mais estranho ainda: qual o objetivo, o propósito e a quem servirá ou terá utilidade o tal blog? Ao que se prestará o conteúdo que será veiculado no misterioso blog pago com dinheiro do povo e que levará a assinatura da cantora e "mainha" Maria Bethânia? Ah, servirá para levar cultura ao povo através da poesia, mas o pobre e miserável que nem escola decente tem como vai ter computador, e mais, acesso à internet. HI-PO-CRI-SI-A das mais deslavada, desculpa das mais escrachadas.

Maria Bethânia já está financeiramente rica com suas gravações e seus shows, assim como Caetano Veloso, que recentemente recebeu nada menos do que R$ 5 milhões da Prefeitura de Fortaleza para um show. Bem que, a exemplo das famosas duplas sertanejas, Maria Bethânia poderia montar o blog e manter em benefício da cultura, já que ela se utiliza das poesias de grandes poetas em seus shows. E a produção dos vídeos, que não precisa de uma produtora essencialmente profissional e caríssimas, poderia ser feita exatamente durante os shows, sem a necessidade de grandes e caríssimas produções. Mas tudo é alegado para justificar o cachê que será pago à "mainha" Maria Bethânia com a cumplicidade tanto do crítico e oportunista Caetano Veloso, assim como de um dos maiores comunistas do Brasil, que é Chico Buarque, irmão da ministra Ana de Hollanda.

Mas a HIPOCRISIA e a cretinice é tão explícita que sequer pensaram, por exemplo, em promover um show reunindo Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia para conseguir os recursos para a criação do tal blog "O Mundo Preisa de Poesia". E, além disso, eles não têm dioficuldades para conseguir patrocínios de grandes empresas para financiar, se fosse preciso, uma coisa que jamais vai chegar aos pobres e miseráveis, que se quer tem o que comer, muito menos recursos prá computador e acesso à internet.

LEMBRAM que a "Tropicália" era encabeçada pelo quarteto: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. E Chico Buarque de Hollanda, o irmão da Ministra da Cultura Ana de Hollanda, que ensaiou ser cantora, mas não decolou, aderiu sem compromisso o movimento.

O que pensavam os "cabeças" do Movimento Tropicália: "Liderados pelos músicos Caetano Veloso e Gilberto Gil, o Tropicalismo usava as idéias do Manifesto Antropofágico de Osvald de Andrade (já naquela época surupiavam idéias) para utilizar elementos estrangeiros que entravam no país e, por meio de sua fusão com a cultura brasileira, criar um novo produto artístico.


O Tropicalismo era o movimento da contracultura. Utilizavam valores diferentes dos permitidos pela cultura dominante, incluindo referências consideradas cafonas, ultrajadas e subdesenvolvidas, atingiam, diretamente, o mundo artístico dominado pela elite brasileira.


A Tropicália criticava fortemente os valores ético-morais da sociedade brasileira da época (mas não os de hoje dos quais se benefeciam explicitamente), que se concentrava sob o domínio de uma ditadura militar. O casamento era (mais do que hoje) um valor burguês tido apenas como instituição financeira. Os tropicalistas (os demais devem, hoje, estar sentindo vergonha dos 'cabeças') acreditavam que a vida era curta demais para se esperar pelo processo histórico. Eles queriam viver, amar, caminhar livremente, sem se preocupar com a "ordem e o progresso", por isso foram perseguidos. Para eles, o que importava era a busca da felicidade (hoje esse desejo de felicidade vai mais longe) e, seguindo a linha da filosofia de Epicuro, acreditavam que a felicidade estava na liberdade, na autonomia".

Acredito que essa será mais uma tarefa para os agentes do Ministério Público Federal e da Polícia Federal se inspirarem nos lendários detetives "Auguste Dupin", "Philip Marlowe", o "comisário Jules Maigret", "Jane Marple", "Dick Tracy", o "Inspetor Clouseau", "Hercule Poirot", "Sherlock Holmes" e "Ed Mort", este nascido no Rio Grande do Sul, numa inspiração do escritor Luiz Fernando Veríssimo, para chegarem à verdade e à legalidade de tais recursos para um blog na internet que esconde sabe-se lá quais interesses que, com certeza, não é o do povo brasileiro.

Ou será que estamos real e efetivamente num tempo de "valu-tudo" e nada é investigado, condenado e penalizado? Se isso, o Brasil, explícita "colônia norte-americana", pois tal fato ficou comprovadíssimo com a visita do chefe maior Barak Obama, está realmente indo ao fundo do poço da pretestada independência.
Olho vivo, porque os norte-americanos estão cada vez mais de olho na Amazônia e agora no tal de pré-sal.


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Políticos "Fichas-Sujas" comemoram decisão do STF - Superior Tribunal Federal


Ao iG, Jader diz que “Constituição não está em grego” e Capiberibe afirma que resultado diferente corresponderia a “uma ditadura”. 

Políticos que tiveram votos invalidados na última eleição por conta da Ficha Limpa comemoraram a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta quarta-feira, de que a aplicação da lei contra candidatos condenados por órgãos colegiados ou que renunciaram ao mandato só valerá para as eleições de 2012.

 “O dispositivo da Constituição (que trata da aplicação de novas leis) está em português, não está em grego”, afirmou ao iG o ex-deputado Jader Barbalho (PMDB-PA), minutos antes de terminar o julgamento do STF. Eleito para o Senado, ele ocupará o lugar de Marinor Brito (PSOL-PA), que fez um discurso duro na tribuna contra a decisão do Supremo.

Jader tem duas renúncias no currículo: em 2001, ao mandato de senador, para escapar de cassação em processo no Conselho de Ética, e no ano passado, ao cargo de deputado federal, devido à indefinição da Ficha Limpa no Supremo.
Sobre o voto do ministro Luiz Fux, que desempatou o entendimento da Corte, Jader comentou: “Foi um voto de natureza jurídica constitucional. Não pode haver alteração na legislação eleitoral um ano antes da eleição. Isso já foi dito e repetido”.
Também foram beneficiados pela decisão do Supremo o ex-senador João Capiberibe (PSB-AP) e o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – ambos, como Jader, barrados pela Ficha Limpa, embora tivessem obtido votos suficientes para conquistar uma vaga no Senado.
“Não é uma decisão sobre mandatos, mas sobre a Constituição”, afirmou Capiberibe ao iG. “Se o STF, como guardião da Constituição, decidisse diferente, seria uma ditadura". O ex-senador teve o registro de candidatura negado por ter sido condenado em processo no qual foi acusado de compra de votos.
“Sofremos uma campanha intensa de desqualificação desmoralização, que vem de longos anos”, assinalou Capiberibe. “A decisão de hoje garante a posse do mandato legítimo que o povo do Amapá nos concedeu em 2010”.
Em sua página no Twitter, Cunha Lima – que teve a candidatura impugnada por ter sido cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico –, se disse “emocionado”. “Louvado seja Deus! Sem palavras para agradecer. Peço desculpas por não poder responder neste instante. Saberei honrar esse mandato!”.
Após o julgamento, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS) afirmou que a decisão do Supremo “não muda muito” a situação na Casa. “A decisão de hoje reforça o Ficha Limpa e fortalece as instituições democráticas do País”, disse à reportagem. “Ela resolve o impasse jurídico de que a lei não pode retroceder no tempo”.
OPINIÃO DO BLOGISTA: A sociedade toda se mobilizou pró fim dos FICHA SUJAS. Ou seja, só assumiriam os eleitos e tidos como FICHA LIMPA. Essa a decisão corretíssima do STE - Superior Tribunal Eleitoral, organismo da maior competência para julgar esses casos. Mas no Brasil não é assim que funciona. Criaram um sistema em que a última palavra fica sempre com os magistrados do STF - Superior Tribunal Federal, esses todos indicados, (e não eleitos) pelo presidente da Repúblia com o benepláscito do Congresso. E assim julgam, não conforme ditam as leis dos que cometem crimes, como no caso corrupção, compra de votos, etc e etc, mas conforme vetorizam os interesses criados por um sistema espúrio e eivado de armadilhas escusas.
Questões que não querem calar: Qual a razão de existir do STE - Superior Tribunal Eleitoral? Que papel esse tribunal desempenha no contexto jurídico nacional?
Dessa forma, e de conformidade com a decisão do STF, cuja regra eleitoral não valerá para as eleições de 2010 - decisão que pisoteia e ANULA O VOTO do congênere STE e seus magistrados-membros -, os políticos mais do que sabidamente FICHAS SUJAS eleitos em outubro de 2010 poderão assumir o mandato tanto na Câmara Federal como no Senado (e nesse o mandato é de oito anos). Ou seja, roubaram, praticaram corrupção, tem mais de um processo em tramitação na Justiça e foram flagrados cometendo o "crime de compra de votos", mas vão cumprir tranqüilamente os seus mandatos e, ainda, receberem os polpudos e abusivos recursos que o Congresso destina a cada parlamentar, entre salários, viagens de avião, moradia, assessores sem um limite de número, motorista particular, combustível sem limite de consumo, etc e etc.
Hoje, após uma reflexão mais consciente, conclue-se que tal decisão do STF não veio apenas assentada no que prevê a Constituição, não. Porque essa é pisoteada a todo instantes pelos próprios políticos e governantes. A decisão, se mantida a validade contra os FICHA SUJAS, respingaria forte contra o próprio STF, onde há magistrados também FICHA SUJA, como bem denunciou o ministro Joaquim Barbosa, em 2010, quando presidente do STF Gilmar Mendes, e em transmissão para todo o Brasil via televisão.
O que precisa mudar no Brasil não é apenas e tão somente a política, pois quando se tem órgãos da Justiça que cumprem o seu devido, correto, independente e imparcial papel, com a melhor certeza se terá uma limpeza nas ações dos políticos e governantes. Mas a podridão que cheira mal no Brasil tem respaldo do mau cheiro que exala das salas dos tribunais de Justiça.
No Brasil o "crime colarinho branco" compensa ... e como compensa.
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