quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Estudante de Santa Maria manda Presidenta Dilma engolir o choro

A presidenta Dilma Rousseff, no exterior, no momento em que anunciava que estava deixando a reunião com líderes de países sul-americanos para se dirigir à cidade de Santa Maria, onde 238 jovens perderam a vida no incêndio da Baote Kiss, cuja, segundo notícias não oficiais e ainda não investigada, pertenceria ao deputado federal Paulo Pimenta (PT).

Engula o Choro Presidente
quinta-feira, janeiro 31, 2013
Carta de Marcella Martins, Santa Maria - RS, à Presidente Dilma
           
Engula o Choro Presidente Dilma .

Engula o choro ao falar da tragédia de Santa Maria.
Engula o choro e todos os problemas desse país que nele estão escancarados.
Engula que o medo do segurança de ser demitido neste país é maior do que
sua consciência de deixar as pessoas saírem sem pagarem suas contas para não morrerem.
Engula a soberba dos donos de empresa desta nação
que não estão nada preocupados com pessoas como eu
e até mesmo como a senhora porque estão focados demais em lucrar,
e preferem fechar as portas como numa câmara de gás a ter prejuízos.
Engula a pressão que todos os seus funcionários sentem todos os dias.
Engula que para arcar com seus altíssimos impostos,
todos eles dão um jeitinho bem brasileiro de se desviar dos regulamentos e leis.
Engula que os órgãos responsáveis por evitar que isso aconteça não funcionam.
Engula que eles deixaram essa, entre tantas e tantas casas mais, funcionar sem licença.
Engula que provavelmente alguém que também ganha pouquíssimo aceitou um suborno para que isso acontecesse.
Engula que a senhora deu "é" sorte por ser apenas essa casa entre todos
os tantos lugares que deveriam estar fechados, que caiu na boca da mídia.
Engula a mídia que vai atacar com todo o sensacionalismo possível em cima das famílias
que estão procurando celulares em cima de corpos para reconhecer seus filhos.
Engula as operadoras que não funcionam e que provavelmente impediram uma série de vítimas a pedirem socorro.
Engula que o socorro que chega para se enfiar em lugares como este, pegando fogo,
cheio de corpos de jovens para serem resgatados, recebe um salário vergonhoso,
com descontos ainda mais vergonhosos, e ainda assim executam um trabalho triste e digno
antes de voltarem para a casa e agradecerem por seus próprios estarem dormindo.
Não, presidente. Não chore ao falar da tragédia. Faça! Faça alguma coisa.
E pare de nos dar como exemplos uma série de catástrofes para tomar
medidas idiotas que não valerão de nada alguns meses depois. Não se emocione. Acione!
Acione a todos os órgãos públicos, faça uma limpa em sua maldita corrupção
e devolva à segurança pública, às instituições sérias, aos professores, aos bombeiros, aos enfermeiros,
aos seguranças, aos jovens, o mínimo de dignidade. Não faça um discurso. Mude o percurso.
Mude tudo porque estamos cansados de ver nossos iguais pegando fogo,
morrendo afogados, morrendo nas filas, morrendo no crack, morrendo, morrendo, morrendo,
e tendo como última imagem aquela tv aos fundos anunciando
o fim de mais uma bilionária obra de estádio de futebol. Não, presidente.
Desculpe, mas na minha frente, a senhora não pode chorar.
Não pode chorar sua culpa. Não pode chorar sua inércia.
Não pode chorar no Chile mas também não pode chorar em Santa Maria.
Porque isso é muito maior do que só um acidente. Isso é muito maior do que só sua comoção.
Engula o seu choro, presidente. O seu, o dos jovens que perceberam
que não teriam mais o que fazer que não morrer, e em especial, o de seus amigos e familiares,
que em um país como esse, não têm outra opção que não chorar.
Engula o choro, presidente."

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

TEREZA COLLOR RASGA SOBRE A BIOGRAFIA DE RENAN CALHEIROS


Grupo Guararapes
12:59 (1 hora atrás)


para Grupo

REPASSANDO TRISTE E ENVERGONHADO


Assunto: [marinheiros] CARTA ABERTA AO SENADOR RENAN CALHEIROS

BRASIL, UM PAÍS DE CORRUPTOS!!!
CADÊ A ROSE???
“Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade. Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito. São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana”. (Olavo de Carvalho). OBS:- Se o NAZISMO é considerado CRIME, por que o COMUNISMO, que matou muitos milhoes de pessoas a mais, também não é???
PRESTEM ATENÇÃO!!!
TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros

"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h, por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem
nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço,
Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.
Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento
De vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,
todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo
do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,
gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -
e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política
brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José
Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje ospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira.
Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..

E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!
Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?.

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem.

Thereza Collor
Enviado via iPad
TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .
BRASIL, UM PAÍS DE CORRUPTOS!!! CADÊ A ROSE???
Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
... "Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h, por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento de vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US$ 1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a seguí-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha - e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan, não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blindá-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira. Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..


E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$ 1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMÔNIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhões, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem.

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O tripulante desembarca, a amizade continua.
OBS: Reprodução original de um e-mail recebido do Grupo Guararapes, hoje, (06/01/2013), às 12:59 horas.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Fator Previdenciário: A fórmula de extorsão oficializada

A presidenta Dilma Roussef e o anúncio do novo Salário Mínimo de R$ 678,00, a partir de janeiro de 2013.

Fazem décadas que o Governo Federal vem usurpando, criminosamente, os aposentados com o famigerado Fator Previdenciário. Antes o atual governo do PT (Partido dos Trabalhadores) fazia do Salário Mínimo uma de suas principais bandeiras de contestação e sustentação eleitoral, afirmando - isso nos anos 80 e 90 do Século 20 - que o Salário Mínimo deveria ser de R$ 1.500,00 a R$ 1.800,00. Passados 10 anos em que o Brasil vem sendo governado (???) pelo PT - Partido dos Trabalhadores, e o Salário Mínimo, bandeira demagógica dos petistas, não chega a 50% do menos valor acima citado. E por detrás disso tudo fica claro que se escondia uma grande e inimaginada tatufice, expressão que surgiu de Tartufo, a personagem de Molière que melhor encarna a hipocrisia.

Pois, bastou o PT assumir o Governo Federal que logo transmudaram o discurso, com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, através de ato oficial, iludir o povo, passando o que era os três últimos anos de contribuição para fazer a média do cálculo do Salário dos Aposentados, para o método enganatório cuja contagem é a partir de 1994. Além de roubar descaradamente o dinheiro da contribuição compulsória, via Previdência Social, após 30, 35, e 40 anos de trabalho e contribuição, desviando significativa parcela para tapar buracos feitos pelas excessivas e injustificáveis benesses a políticos, funcionários públicos federais do alto escalão e obras públicas - como fez o presidente Juscelino Kubitschke de Oliveira quando construiu Brasília pagando fortuna incalculável ao "gênial" (???) arquiteto Oscar Niemeyer -, ASSALTOU os pobres e indefesos aposentados quando editou o famigerado (aqui com significado de malfeitor) FATOR PREVIDENCIÁRIO.

Com a adoção dessa nova fórmula de cálculo do valor das aposentadorias, considerando-se o teto de R$ 6.220,00 (seis mil, duzentos e vinte reais), equivalente a 10 Salário Mínimos de contribuição, que é o limite imposto, o aposentado receberá, no máximo, R$ 3.912,20 (três mil, novecentos e doze reais e vinte centavos). O que equivale a um ROUBO EXPLÍCITO, INJUSTO E DESCARADO, tornado legal, de 37,103% (trinta e sete, cento e três por cento), o qual representa mais de 1/3 do que os aposentados deveriam receber, legalmente, pelo tempo e valores de contribuição.

A partir de janeiro de 2013 o Salário Mínimo, anunciado pela presidenta Dilma Roussef, será de R$ 678,00. Um aumento de 9% (nove por cento), já que era de opulentos R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais). Esse percentual foi baseado na inflação oficial anunciada pelo governo, pois que na prática a inflação vai muito além dos 9%. Basta conferir nos supermercados, etc.

Por outro, os MENSALEIROS, tanto do PT, como do PSDB Mineiro e do DEM de Brasília roubaram milhões ou bilhões, isso sem contar que os políticos com cargos eletivos, como ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (hoje senador), o ex-prefeito do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e os recém condenados pelo STF em processo criminal, após 53 sessões de julgamento do processo (e mesmo assim ainda em liberdade), como João Paulo Cunha (PT), Pedro Henry (PP) e Waldemar Costa Neto (PR) roubaram dinheiro público (corrupção), mas continuam sem devolver o fruto do roubo e ainda em plena liberdade.

Essa, pela prática, é a Justiça que se tem constatado vigente no Brasil: Quem paga ou contribui compulsoriamente, no caso os trabalhadores e aposentados, durante décadas, é INJUSTIÇADO, mas quem rouba descarada e explicitamente o dinheiro do contribuinte é premiado com o resultado do roubo e a liberdade, além de, no caso dos políticos com cargos eletivos, ainda se aposentarem com todos os AUTO-DIREITOS que eles casuisticamente se impuseram.

*** Contatos via e-mail: la-stampa@ig.com.br
.

domingo, 23 de dezembro de 2012

A VIDA SEXUAL DE LULA



Além de d. Marisa, ninguém tem nada a ver com a vida sexual de Lula. Mas acontece que o procedimento dele como governante foi indefensável.

Por Carlos Newton

Para o PT e o governo, vale tudo na tentativa de defender o comportamento amoroso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O primeiro caso que está sendo recordado é o romance do então presidente Fernando Henrique Cardoso com a repórter Miriam Dutra, que lhe rendeu o reconhecimento de um filho que recentemente o DNA mostrou que não era dele.
O affaire com FHC, aliás, foi ótimo para a jornalista, que não apenas tornou o filho detentor de uma herança milionária, mas ela própria passou a desfrutar de uma sinecura perpétua na Espanha, onde há décadas vive sem trabalhar, mas recebendo salário da TV Globo, que no caso agiu como alcoviteira, digamos assim.
Para justificar Lula, seus fanáticos seguidores citam também o ex-presidente John Kennedy, que não podia ver mulher e teve caso até com uma brasileira, a lindíssima Regina Léclery. Eles não esquecem – é lógico – de Bill Clinton e sua estagiária gordinha, a Monica Lewinsky, que gostava de fumar charuto agachada no Salão Oval da Casa Branca, vejam só como os políticos são criativos.
Nessa ânsia de arranjar desculpas para Lula, daqui a pouco os jornalistas amestrados que vivem à custa do governo certamente vão lembrar de Juscelino Kubitschek e sua paixão pela belíssima socialite Lucia Pedroso. E acabarão citando também dom Pedro I e a romântica Domitila de Castro, a Marquesa dos Santos, para mostrar que a História é rica em infidelidades governamentais. Mas, na verdade, não é disso que se trata no caso Lula/Rose.

ÀS CUSTAS DO GOVERNO

O problema atual não pode ser encarado como um simples episódio romântico, digno de privacidade e até compreensão. As críticas que são feitas a Lula nada têm a ver com amor ou sexo, que é um problema a resolver sozinho com a esposa, dona Marisa Letícia, com Lula explicando à ex-primeira-dama por que deixou de levá-la em 24 viagens internacionais, nas quais foram visitados 32 países, preferindo no próprio avião presidencial a companhia da segunda-dama, com passaporte diplomático, ganhando diárias e tudo o mais.
Analisada em profundidade, a questão de Lula é muito mais penetrante. Afinal, se um governante jamais deve tomar decisões que o beneficiem pessoalmente, como justificar que nomeie a própria amante para ficar junto a ele? Foi justamente o que ocorreu.
Esse é o fato. Usando recursos públicos, o então presidente da República criou por decreto um órgão público exclusivamente para alojar a concubina e tê-la mais próxima, como sua assessora imediata e direta, colocando-a à frente de um pretenso Gabinete da Presidência da República em São Paulo, tão dispensável que acaba de ser extinto pela sucessora Dilma Rousseff.
E o pior é que Lula não somente criou a desnecessária função exclusivamente para abrigar Rosemary Nóvoa Noronha, com carro oficial e três assessores, mas também conferiu a ela poderes republicanos de influir na formação e nos negócios do governo e a indicar autoridades para altos postos nas Agências reguladoras e no Banco do Brasil (cavando financiamentos milionários para a empresa do ex-marido). Essa é a realidade, como se comprova nos e-mails publicados diariamente pela imprensa.
Nem FHC, nem Kennedy, nem Clinton, nem JK, nem dom Pedro I ousaram tanto. Como diz o próprio Lula, jamais, na História deste país, um governante se comportou tão idiotamente como ele.
E ficou explicado por que a Polícia Federal desistiu de grampear as ligações telefônicas entre Rose e Lula. Os assuntos tratados realmente só interessam aos dois. É coisa de vida privada, não deve mesmo ter divulgação, e o país não merece passar por tanto constrangimento e tanta humilhação.

NL. Enquanto se discute se Lula era o "Bebê de Rosemary", o "Bobo de Rosemary", o "Bebum de Rosemary" ou o "Babaca de Rosemary", uma coisa é certa: do jeito que ela mandava e desmandava no Banco do Brasil, aquele banco, com certeza era o "BB de Rosemary" (Fernando A. G.)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Na época da chamada Ditadura Militar ...


 Na época da 'chamada' ditadura ...

Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos assaltados ou mortos por bandidos e traficantes. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais. 
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio moral". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação". 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar "alcoolizado". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer 
... é falar mal do presidente!

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SERÁ QUE ESTÁ SE CONCRETIZANDO ? 
          
 Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada. Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores. Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho. Que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você. Quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada... (Ayn Rand).

NOTA: Precisa se acrescentar alguma coisa mais? Tudo bem, dirão alguns, nos 21 anos que vigiu a "Ditadura Fardada" (expressão cunhada pelo jornalista Mino Carta, um dos únicos remanescentes da classe dos jornalistas, porque todos os demais se tornaram "profissionais da comunicação) também houve corrupção, desvios de recursos públicos, afora os fatos de assassinatos de forma perversa e bárbara que aconteciam nos escuros dos "porões" do DOI-CODI, Exército, etc e etc e um SNI - Serviço Nacional de Informação que coletava tudo sobre todos os cidadãos. Período em que "pensar alto já era perigoso, arriscado", pois sempre havia um "dedo de veludo" por perto, como cantaram Chico Anísio e Arnaud Rodrigues (Caetano e Os Novos Baianos) e como relatei no meu livro "Desatando o Nó da Gravata" (1996) sobre um caso verídico de tentativa de delação e em "Jovens Anos, Belos Dias", revelei a história da morte, de forma patética e assombrante, do jovem Celso Gilberto de Oliveira, em dezembro de 1970.

Mas por outro, se tinha a liberdade e a tranquilidade de ir e vir sem problemas ou sobressaltos, sem riscos de sermos assaltados e mortos por marginais, marginais que se tornaram marginais porque o sistema os fez assim. Basta, num passar de olhos, observar a idade desses marginais, que assim optaram por serem jogados à margem da sociedade. Foi a sociedade, a alta sociedade que compõe as elites que forjaram a marginalidade que existe hoje. Foi a NOM, impositora e impostora, que vem determinando que os governantes, políticos e magistrados alarguem a faixa de atuação dessa pobre e miserável classe, enquanto, através de leis e mais leis, vão encurralando e pondo cabresto no povo e sob um desgraçado medo através de pressão via mídia impressa, televisiva e internética.

Assim, com governos, políticos e magistrados cúmplices, fomos nos tornando reféns não apenas dos marginais e traficantes, mas de forma clara e explícita do próprio Governo e governantes que vão apertando o cinto como o gaúcho faz com o "barrigueiro" quando encilha o cavalo e, em contrapartida, alarga o cinturão de miséria que circunda principalmente as grandes cidades, onde não há empregos, não há escolas (as que existem estão caindo de podres por irresponsabilidade e negligência consciente e até propositada), não há saneamento básico e muito menos há hospitais suficientes e aparelhados com o mínimo necessário para o atendimento da população que cresce dia-a-dia. Mas há recursos para a corrupção e as múltiplas festanças promovidas com recursos públicos extorquidos à forceps da população.

Essas algumas  das diferenças: umas piores que as outras. Aí é um "salve-se quem puder". 

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

JOGO DA MORALIZAÇÃO: Uma alternativa à corrupção ...


Em geral a cada final de ano, no mês de dezembro, os jogadores dos 20 ou 30 principais times do Brasil entram em férias. E alguns com mais liderança acabam montando um time e convidados colegas para jogos do tipo "JOGO DA AMIZADE", cuja renda acaba revertendo em favor de alguma entidade carente.

O Brasil está passando por um dos seus períodos mais nebulosos, onde a corrupção graça ao bel prazer, enquanto pelas coxias são arquitetadas as soluções mais esdrúxulas e que afrontam a própria Constituição Federal, sem entrar no mérito das leis complementares.

Aproveitando a boa vontade dos jogadores, muitos craques admirados e tido como ídolos do futebol brasileiro e até mundial bem que poderiam dar a sua colaboração e em lugar de promover um jogo beneficente para uma determinada entidade, cuja renda muitas vezes é até insuficiente para atender as necessidades elementares da entidade escolhida, seria de bom alvitre que, com espírito cívico e como ídolos líderes, promovessem uma partida de futebol num estádio como o Beira-Rio ou Arena do Grêmio, no RS, ou no Pacaembu em SP ou, ainda, na Maracanã, no Rio e até mesmo em outros estados "JOGO PELA MORALIZAÇÃO DA POLÍTICA". Com certeza, pelo nome e representatividade que esses jogadores desfrutam, além de serem ídolos líderes seguidos por milhões de brasileiros, se teria uma repercussão além das expectativas. E mais ainda se cada time usasse uma camisa, digamos, AMARELA com a inscrição "baixo a corrupção" e o outro uma camisa VERDE com os mesmos dizeres.

Se teria, e tenho a melhor convicção disso, uma ressonância em termos nacionais e até internacionais, pois até hoje nada parecido foi realizado no mundo. E tudo dentro de um clima de paz, de festa, de confraternização, porém de CONSCIENTIZAÇÃO à classe políticas de todos os níveis e âmbitos e aos governantes dos três escalões: Federal, Estaduais e Municipais, visando, também, alertar o próprio Poder Judiciário do quão necessário e fundamental é se MORALIZAR A POLÍTICA, e cumprir o que determina a Lei Maior - A Constituição Federal de 1988 - quanto a temas da maior expressão, como: EDUCAÇÃO, SAÚDE, SANEAMENTO BÁSICO, etc.

Se tal fosse promovido num estado com certeza a "mania" se espalharia pelos demais estados brasileiro e, assim, teríamos uma sequencial e modelar forma de pressionar o políticos, os governantes, o Poder Judiciário, além de conscientizar o povo brasileiro quanto aos seus direitos, já que os deveres são cobrados regiamente pelos governos.

Fica, aqui, portanto, plantada a sementinha para uma mudança de comportamento e uma forma de exercer com intensidade e plenitude a cidadania em favor de todos os brasileiros do Iapoque ao Chuí.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Saiba a diferença entre medicamentos de REFERÊNCIA, GENÉRICOS e SIMILARES

"O remédio de referência tem sua qualidade comprovada cientificamente, bem como o genérico - este, no entanto, não possui uma 'marca', é conhecido apenas por sua substância ativa. Já o similar não tem a bioequivalência comprovada. Somente pela embalagem não é possível diferenciar os de referência dos similares, enquanto o genérico possui uma tarja amarela que o identifica".
Faz alguns anos que os termos medicamento genérico, similar e de referência passaram a fazer parte do vocabulário cotidiano de médicos, pacientes e farmacêuticos - mas ainda assim muita gente fica em dúvida na hora de decidir entre eles. Os remédios genéricos têm o mesmo efeito dos tradicionais? Por que são mais baratos? Qual a diferença entre genérico e similar? Conversamos com Terezinha de Jesus Andreoli Pinto, diretora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), que responde essas e outras dúvidas sobre o assunto. Confira.

0 que é medicamento de referência? 
É o remédio inovador cuja eficácia, segurança, qualidade e biodisponibilidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal responsável na ocasião do registro. Está há muito tempo no mercado, é bastante conhecido e, geralmente, foi o primeiro remédio que surgiu para curar determinada doença. Quando o inovador ou a referência não possui registro no país, considere-se referência o produto líder de mercado, com eficácia, segurança e padrões de qualidade comprovados.

E o genérico? 
É o que possui o mesmo princípio ativo, o mesmo efeito, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica (drágea, líquido, pomada, injetável) e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência. Ambos são intercambiáveis, ou seja, é possível tomar o remédio genérico no lugar do tradicional e vice-versa, com toda segurança. O que pode variar de um genérico para um produto de referência são os chamados excipientes - substâncias inertes que são agregadas à medicação para tornar seu uso mais adequado (corantes, lactose, espessantes etc.).

Já o similar... 
É o que tem o mesmo princípio ativo do remédio de referência, a mesma concentração, via de administração, forma farmacêutica, posologia e indicação, mas não tem bioequivalência comprovada. Em outras palavras, não pode substituir o de referência porque, apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES & CONTRADIÇÕES

Pois, lendo o que foi postado acima e publicado no site Vivasaúde online, observa-se que os medicamentos genéricos, apesar da garantia de conter o mesmo princípio ativo (fármaco), os mesmos efeitos, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência (marca), porém não diz se deve ter a mesma quantidade (por exemplo: 20 ml ou "x" comprimidos ou drágeas), o que poderá ser um dos ingredientes para a diferença no preço.

Por outro, os similares, ainda que alertado que não pode substituir os de referência (marca), apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional.

1) Se assim como que o Ministério da Saúde garante sua validade e permite a sua comercialização? 

2) Se a sua bioequivalência - a do similar - não está comprovada, assim como também não é definida se contem a mesma quantidade de produto, como se ter a certeza de que se está efetivamente pagando menos por um mesmo produto?

3) Se todos os medicamentos de REFERÊNCIA, GENÉRICOS e SIMILARES tem a garantia do Ministério da Saúde e a liberação pela Anvisa, qual o argumento para se ter o mesmo medicamento com três apresentações e o preço igualmente diferente?

CONCLUSÃO: TRÊS BOLAS IGUAIS COM CORES E PREÇOS DIFERENTES

O que se pode concluir de tudo que aqui se leu sobre medicamentos de referência, genéricos e similares restam grandes e incompreensíveis dúvidas, as quais foram expostas nos três Itens acima. Isso, apenas para ilustrar melhor a questão que mais parece um embrólio ou engodo do que uma explicação científica, compreensível e plenamente aceitável, seria o mesmo que se produzir três bolas de futebol de formato, peso, tamanho, qualidade e durabilidade iguais, porém com cores em vermelho, azul e amarelo e atribuir a cada bola um preço diferenciado apenas e tão somente levando-se em consideração a sua cor.

Difícil um entendimento claro e consciente, mesmo para quem é ilustrado e até conhecedor da medicina, sob o ponto de vista do que foi exposto sobre as três apresentações de um mesmo medicamento, porém de referência (marca), genérico e similar. Enfim, essa é a política que vigora e que temos que acatar por imposição do sistema.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ex-Secretário Chico Fraga é condenado a 4 anos e 6 meses por lavagem de dinheiro


O ex-Secretário de Governo do prefeito tucano Marcos Rocnhetti, Francisco  de Oliveira Frga, alcunhado de Chico Fraga, responde por diversos processos que envolvem corrupção.
A Justiça Federal do RS (JFRS) condenou o ex-secretário de Governo da prefeitura de Canoas Francisco de Oliveira Fraga e outras duas pessoas por lavagem de dinheiro. A sentença da 1ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre, publicada no dia 5 de outubro, determinou o perdimento de três imóveis em Tramandaí, com fundamento na Lei 9.613/98, conhecida como “Lei da Lavagem de Dinheiro”. Os réus poderão apelar em liberdade.
Francisco Fraga foi condenado à pena privativa de liberdade de quatro anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime semiaberto, e ao pagamento de 87 dias-multa. Em relação aos réus Rosania Maximiano e Donizeti José dos Santos, foi estabelecida a pena de quatro anos de reclusão, em regime aberto, substituída prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), no período de 2000 a 2008, o grupo teria ocultado e movimentado patrimônio, adquirido em nome do ex-secretário, com recursos provenientes de crimes contra a administração pública. A investigação realizada pela Polícia Federal na Operação Solidária apurou a prática de fraudes em procedimentos licitatórios no Município de Canoas. Segundo informações do processo, Fraga teria declarado à Receita Federal patrimônio líquido de R$ 53 mil no ano de 2000, e de R$ 980 mil em 2006.
Fonte: Portal da Justiça Federal - Caderno "Mais Canoas - ZH, de 16/10/2012)
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Está virando rotina no Rio Grande do Sul: lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
O Ministério Público Federal ajuizou hoje denúncia contra Francisco Fraga e mais dezoito pessoas pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ex-secretário do Governo de Canoas, durante a gestão do tucano Marcos Ronchetti, Chico Fraga é apontado como peça fundamental na engrenagem de corrupção e descrito como “prefeito de fato”, tamanha a sua importância nas decisões políticas da Prefeitura. A fraude iniciou em 2001 e foi desbaratada através da Operação Solidária.
Chico Fraga foi uma figura importante na campanha de Yeda Crusius e peça-chave na montagem do governo tucano. Ex-filiado do PP e do ex-PFL, antes de ingressar no PTB a convite de Sérgio Zambiasi e Cláudio Manfrói, Chico Fraga disse, na CPI do Detran que “trabalhou muito” para eleger Yeda Crusius. Destacou que se relacionava diretamente com Yeda (nunca por telefone) ou então com o assessor direto dela, Marcelo Cavalcante. Na ocasião, destacou: “Se vocês forem procurar, só há uma foto minha com a Yeda durante a campanha (uma foto publicada pelo jornal Zero Hora no dia 24 de dezembro de 2006, durante o período de transição).
A denúncia feita pela procuradora da República, Patrícia Núñes Weber, aponta os crimes que geraram os recursos ocultados por Chico Fraga, com prejuízo aos cofres públicos de mais de 10 milhões de reais. Para tanto, contou com a ajuda da empresária Neide Viana, seu braço-direito. Os recursos ocultados foram frutos dos crimes referentes ao fornecimento de merenda escolar, execução das obras de engenharia do “Projeto Pró-Canoas”, terceirização do “Programa Saúde da Família” e da construção do Hospital de Pronto Socorro Nelson Marchezan.
Ainda segundo o MPF, com o dinheiro obtido, Chico Fraga, com a ajuda dos demais denunciados, alicerçou seu patrimônio, ocultando-o do Estado. Para tanto, colocava seus bens móveis (veículos) e imóveis (vários apartamentos, casas, coberturas, terras rurais, lotes urbanos e boxes de garagens), em nome de construtoras, terceiros e familiares.
A acusação do MPF fundamenta-se em cinco grupos de condutas criminosas, como lavagem dos recursos ilícitos em proveito de Chico Fraga, com atuação destacada de Neide Viana e dos sócios da empresa Magna Engenharia Ltda.; lavagem dos recursos ilícitos em proveito de Francisco Fraga, por intermédio dos responsáveis por duas grandes construtoras; lavagem em benefício de Francisco Fraga com ajuda dos seus familiares e, por fim, a ocultação do patrimônio do denunciado Antônio Cavalheiro. Este último recebia recursos da empresa Equipe Cooperativa, ganhadora de licitações em Canoas, e ocultava-os em nome de pessoa jurídica e familiares.
O Ministério Público Federal pede a condenação dos acusados e manutenção do bloqueio dos bens lavados.
Os denunciados são os seguintes:
Francisco José de Oliveira Fraga, Neide Viana Bernardes, Luiz Ulysses Pinto Benites, Edgar Hernandes Cândia, Edgar Hernandes Cândia Filho, Adejalmo Figueiredo Gazen, Rosania Maximiano, Donizeti José dos Santos, Marco Antônio de Oliveira, Fragaildo Ronaldo Serolli
Neiva Alexandrino Schilieper, João Rodolfo Schilieper, Cláudio Ernesto Bonati Grass
Jorge Armando de Oliveira Fraga, Helenara Freitas Sobral, Arthur Martinho Sobral
Paulo Cesar Martins da Silva, Antonio Carlos Cavalheiro de Oliveira, Lineu Mendes Silva.