segunda-feira, 11 de março de 2013

ENTRE O CAPITALISMO IDEAL E O CAPITALISMO EIKE BATISTA

Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, fez e faz fortuna só com negócios realizados via Ações nas Bolsas de Valores.


CAPITALISMO IDEAL - Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico! 

CAPITALISMO AMERICANO - Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre. 

CAPITALISMO JAPONÊS - Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca Normal e Produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro. 

CAPITALISMO BRITÂNICO - Você tem duas vacas. As duas são loucas. 

CAPITALISMO HOLANDÊS Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros mas tudo bem. 

CAPITALISMO ALEMÃO - Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de qualidade, quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos. 

CAPITALISMO RUSSO - Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem 5 vacas. Conta de novo e vê que tem 42 vacas. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca. 

CAPITALISMO SUÍÇO - Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros. 

CAPITALISMO ESPANHOL - Você tem muito orgulho de ter duas vacas. 

CAPITALISMO PORTUGUÊS - Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce... 

CAPITALISMO HINDU - Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas. 

CAPITALISMO ARGENTINO - Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês... As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI. 

CAPITALISMO BRASILEIRO - Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo: Leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas. E para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo... 

CAPITALISMO EIKE BATISTA - Você não tem nenhuma vaca. Vende para um fundo de pensão americano 30% da Centennial Cow LLC por US$1 bilhão de dólares, e compra 1 milhão de vacas por R$ 1.000 reais cada. Você contrata a melhor equipe de engenharia genética do país por US$ 5 milhões de dólares por ano, e estima que os netos das vacas valerão R$ 8.000 cada. Faz um business plan no Power Point e vende 20% da COWX no maior IPO da história, por US$10 bilhões. No final você tem 56% da COWX, empresa que vale R$ 80 bilhões na Bovespa, já com a promessa de liderar a consolidação do mercado global de carne. Aparece entre os top 50 da Fortune e avisa Bill Gates que está chegando!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A Constituição prega direitos iguais, mas na prática não é o que acontece.

Aqui gente do povo que, por diferentes ações ou ilícitos, todos sem julgamento, são recolhidos às delegacias ou presídios algemados, na marra e com brutalidade. A culpa não é da polícia, mas do sistema que privilegia os da elite social como se comprova quase que diariamente.

Políticos e juízes condenados ou estão gozando de plena liberdade ou em prisão domiciliar com guarda, que serve mais à sua segurança pessoal do que a possibilidade de evitar fuga.

"Segurança Pública é questão de sobrevivência pessoal e da sociedade. Ela deve começar no cidadão e ser patrocinada pelo Estado.
Governos de esquerda só conseguem produzir segurança coletiva à custa de muitas mortes.  A História é a maior testemunha disso.

Stalin, Mao, Pol Pot , irmãos Castro e outros tantos comunistas realmente quase eliminaram o crime em seus países. Mas antes eliminaram cidadãos que poderiam representar oposição às políticas de dominação. E não foram poucos os mortos. Chegam à casa dos milhões.
Afinal, se o cidadão não apresentar  "riquezas" ostensivas, o crime acaba. Essa é a lógica marxista.

A questão de segurança pública no Brasil não está sendo tratada de  forma republicana e muito menos democrática. Quem tem dinheiro, muda do Brasil, ou compra segurança.  
Ao final e ao cabo, o mais pobre paga o pato e ouve o discurso.

As únicas políticas setoriais para a segurança pública se resumem à desarmar o cidadão, eliminando autoritariamente o direito à legítima defesa; relativização do direito à posse e defesa da propriedade; gerar cada vez mais direitos e benesses para os foras-da-lei; não prender e  soltar presos condenados; inibir a ação policial; tolerância para com a grande causa da violência e a criminalidade no país e alardear propaganda enganosa maquiando índices.

Enquanto isso, o cidadão que paga impostos elevados sofre com ataques cada vez mais violentos contra a vida e o patrimônio. Veja nas mãos de quem está a direção das tais "políticas" de segurança pública.

Enquanto nos omitimos, colocamos falsos meios de proteção à nosso volta, como câmeras, alarmes e cercas, o mal avança".

OBS do blogueiro: A Constituição de 1988 diz, claramente, que todos os cidadãos tem o direito de um tratamento igual. Mas não é o que a prática da "pseuda democracia" brasileira demonstra. 
"Segurança Pública é questão de sobrevivência pessoal e da sociedade. Ela deve começar no cidadão e ser patrocinada pelo Estado". Mas como se o cidadão, prá começar, não tem direito a comprar ou ter uma arma em sua própria casa para a sua defesa e defesa da sua família e do seu patrimônio? 

* Autor: Marco Antonio dos Santos - Empresário e professor  

domingo, 24 de fevereiro de 2013

BISPO CATÓLICO CONSTRANGE SENADO FEDERAL (fez a parte dele nisso tudo...)

Bispo Dom Manuel Edmilson Cruz, cearense de Limoeiro do Norte, recusa "comenda"  lh que era conferida pelo Senado Federal.

Bispo recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem. 

Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários. "A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la". 

O público ali presente escutou tudo meio atordoado e aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento "é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.

Parabéns Dom Manuel!!!

O PAPA E A PROSTITUIÇÃO DA BONDADE

Papa Bento XVI renunciará, oficialmente, no dia 28 de fevereiro de 2013. Além de prováveis problemas de ordem física, há muitas questões a serem reveladas ou desvendadas que justifiquem a repentina atitude de renúncia de Bento XVI.

07:47, 23/02/2013 
GMFIUZA
 GERAL - (ÉPOCA – edição 769)

A desistência do Papa é um gesto didático. Líderes de todas as partes do mundo – especialmente do Brasil – deveriam analisar cuidadosamente a decisão inesperada de Bento XVI. Além dos alegados motivos de saúde, que parecem reais, é importante observar os motivos inconfessáveis da renúncia. Depois de acusado de acobertar casos de pedofilia dentro da Igreja Católica, o Papa não parou mais de sangrar. É o tipo do escândalo que mata lentamente, por dentro, quem ainda carrega algum compromisso com a dignidade.

Os que não estão nem aí para a dignidade, porém, carregam a perversão de princípios numa boa – e até se vitaminam com ela. Os líderes populistas da América do Sul deveriam prestar atenção à renúncia do Papa e fazer uma reflexão profunda sobre a mentira. Nos governos de países como Argentina, Venezuela e Brasil, o tráfico de bondade tem forte parentesco com o que se viu na Igreja. Todos são casos de prostituição da boa-fé.

A pedofilia é abjeta. Mas a pedofilia praticada por padres é uma monstruosidade. É a covardia levada ao extremo, já que o padre é o pai espiritual, portanto aquele que traz a proteção da virtude, da confiança nos valores supremos. É pior do que a mãe gerar um filho para matá-lo. É oferecer salvaguarda moral a uma criança para, conscientemente, desmoralizá-la. Não há brutalidade comparável – nem nas guerras, nem no nazismo.
O bem travestido é a pior encarnação do mal. E esse mal hediondo disfarçado sob a batina não foi ocasional, no período em que o cardeal Joseph Ratzinger dirigiu a Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé – antes de se tornar Papa –, posto no qual teria sido no mínimo tolerante com os padres pedófilos. Foram diversos casos em meia-dúzia de países, ou seja, não foi um desatino de um ou outro indivíduo. Foi uma prática.

A renúncia de Bento XVI faz pensar na tragédia da impostura, na armadilha da bondade como fachada – cada vez mais eficiente nesses tempos repletos de mal-entendidos ideológicos. O paradoxo é triste, mas inevitável: diante dos defensores dos fracos e oprimidos, todo cuidado é pouco. A exploração da fé e da pobreza se sofisticou. E na sua vertente política, transformou os regimes de esquerda na grande fraude do século 21.
Como terá sido possível à Argentina, um país esclarecido e em plena vigência da democracia, virar refém de um governo embusteiro? Não há dúvida: lá está, cristalina, a prostituição da boa-fé. A força de Cristina Kirchner brotou da sua condição de viúva sofrida – devidamente industrializada por seus marqueteiros –, aquela que simbolizaria a luta contra as agruras da vida. Essa semente de solidariedade cristã é traficada em várias formas de autoritarismo – chegando agora ao ponto de proibir anúncios de preços para proteger a maquiagem contra a inflação. É o manto da bondade usado para estuprar os fiéis.

O Brasil segue a mesma receita. Na sequência das estripulias administrativas blindadas pela santificação de Lula, a mulher-presidente – que simboliza a ascensão das minorias, o poder do fraco e outras miragens – faz o que bem entende com a boa-fé do eleitorado. Depois dos truques contábeis para disfarçar a gastança política do dinheiro público, surge a contabilidade criativa para o milagre social. O marketing da bondade do governo Dilma conseguiu anunciar um índice de erradicação da miséria superior ao número de miseráveis existentes no país. Os dados do IBGE atestam a fraude, mas os números nada podem diante da fé.

Ao contrário de Dilma, Lula, Cristina, Chávez e companhia, o Papa não conviveu tranquilamente com o flagrante da corrupção ideológica em seu reino. Segurou as pontas, mas foi murchando. Sua saída de cena é melancólica, mas também é inspiradora. Enfim um líder que não se aferra ao poder a todo custo. Seu antecessor, sem ter que lidar com um prontuário desses, fez o mundo assistir ao vivo à sua morte lenta. João Paulo II dizia que o sofrimento era parte da sua missão. Acabou impondo a todos um espetáculo de agonia física na fronteira da dignidade, recusando-se a ver grandeza na renúncia.

Ao jogar a toalha, Bento XVI foi no mínimo original. E do jeito que o golpe da bondade se espalha por aí, talvez tenha sido o último líder a se envergonhar da mentira.

Fonte: Guilherme Fiuza - Política e Tudo Mais ( http://colunas.revistaepoca.globo.com/guilhermefiuza/2013/02/23/o-papa-e-a-prostituicao-da-bondade/ )

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Estudante de Santa Maria manda Presidenta Dilma engolir o choro

A presidenta Dilma Rousseff, no exterior, no momento em que anunciava que estava deixando a reunião com líderes de países sul-americanos para se dirigir à cidade de Santa Maria, onde 238 jovens perderam a vida no incêndio da Baote Kiss, cuja, segundo notícias não oficiais e ainda não investigada, pertenceria ao deputado federal Paulo Pimenta (PT).

Engula o Choro Presidente
quinta-feira, janeiro 31, 2013
Carta de Marcella Martins, Santa Maria - RS, à Presidente Dilma
           
Engula o Choro Presidente Dilma .

Engula o choro ao falar da tragédia de Santa Maria.
Engula o choro e todos os problemas desse país que nele estão escancarados.
Engula que o medo do segurança de ser demitido neste país é maior do que
sua consciência de deixar as pessoas saírem sem pagarem suas contas para não morrerem.
Engula a soberba dos donos de empresa desta nação
que não estão nada preocupados com pessoas como eu
e até mesmo como a senhora porque estão focados demais em lucrar,
e preferem fechar as portas como numa câmara de gás a ter prejuízos.
Engula a pressão que todos os seus funcionários sentem todos os dias.
Engula que para arcar com seus altíssimos impostos,
todos eles dão um jeitinho bem brasileiro de se desviar dos regulamentos e leis.
Engula que os órgãos responsáveis por evitar que isso aconteça não funcionam.
Engula que eles deixaram essa, entre tantas e tantas casas mais, funcionar sem licença.
Engula que provavelmente alguém que também ganha pouquíssimo aceitou um suborno para que isso acontecesse.
Engula que a senhora deu "é" sorte por ser apenas essa casa entre todos
os tantos lugares que deveriam estar fechados, que caiu na boca da mídia.
Engula a mídia que vai atacar com todo o sensacionalismo possível em cima das famílias
que estão procurando celulares em cima de corpos para reconhecer seus filhos.
Engula as operadoras que não funcionam e que provavelmente impediram uma série de vítimas a pedirem socorro.
Engula que o socorro que chega para se enfiar em lugares como este, pegando fogo,
cheio de corpos de jovens para serem resgatados, recebe um salário vergonhoso,
com descontos ainda mais vergonhosos, e ainda assim executam um trabalho triste e digno
antes de voltarem para a casa e agradecerem por seus próprios estarem dormindo.
Não, presidente. Não chore ao falar da tragédia. Faça! Faça alguma coisa.
E pare de nos dar como exemplos uma série de catástrofes para tomar
medidas idiotas que não valerão de nada alguns meses depois. Não se emocione. Acione!
Acione a todos os órgãos públicos, faça uma limpa em sua maldita corrupção
e devolva à segurança pública, às instituições sérias, aos professores, aos bombeiros, aos enfermeiros,
aos seguranças, aos jovens, o mínimo de dignidade. Não faça um discurso. Mude o percurso.
Mude tudo porque estamos cansados de ver nossos iguais pegando fogo,
morrendo afogados, morrendo nas filas, morrendo no crack, morrendo, morrendo, morrendo,
e tendo como última imagem aquela tv aos fundos anunciando
o fim de mais uma bilionária obra de estádio de futebol. Não, presidente.
Desculpe, mas na minha frente, a senhora não pode chorar.
Não pode chorar sua culpa. Não pode chorar sua inércia.
Não pode chorar no Chile mas também não pode chorar em Santa Maria.
Porque isso é muito maior do que só um acidente. Isso é muito maior do que só sua comoção.
Engula o seu choro, presidente. O seu, o dos jovens que perceberam
que não teriam mais o que fazer que não morrer, e em especial, o de seus amigos e familiares,
que em um país como esse, não têm outra opção que não chorar.
Engula o choro, presidente."

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

TEREZA COLLOR RASGA SOBRE A BIOGRAFIA DE RENAN CALHEIROS


Grupo Guararapes
12:59 (1 hora atrás)


para Grupo

REPASSANDO TRISTE E ENVERGONHADO


Assunto: [marinheiros] CARTA ABERTA AO SENADOR RENAN CALHEIROS

BRASIL, UM PAÍS DE CORRUPTOS!!!
CADÊ A ROSE???
“Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade. Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito. São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana”. (Olavo de Carvalho). OBS:- Se o NAZISMO é considerado CRIME, por que o COMUNISMO, que matou muitos milhoes de pessoas a mais, também não é???
PRESTEM ATENÇÃO!!!
TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros

"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h, por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem
nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço,
Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.
Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento
De vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,
todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo
do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,
gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -
e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política
brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José
Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje ospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira.
Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..

E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!
Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?.

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem.

Thereza Collor
Enviado via iPad
TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .
BRASIL, UM PAÍS DE CORRUPTOS!!! CADÊ A ROSE???
Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
... "Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h, por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento de vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US$ 1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a seguí-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha - e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan, não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blindá-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira. Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..


E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$ 1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMÔNIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhões, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem.

Thereza Collor
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  • BRASIL, UM PAÍS DE CORRUPTOS!!! 
  • CADÊ A ROSE??
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O tripulante desembarca, a amizade continua.
OBS: Reprodução original de um e-mail recebido do Grupo Guararapes, hoje, (06/01/2013), às 12:59 horas.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Fator Previdenciário: A fórmula de extorsão oficializada

A presidenta Dilma Roussef e o anúncio do novo Salário Mínimo de R$ 678,00, a partir de janeiro de 2013.

Fazem décadas que o Governo Federal vem usurpando, criminosamente, os aposentados com o famigerado Fator Previdenciário. Antes o atual governo do PT (Partido dos Trabalhadores) fazia do Salário Mínimo uma de suas principais bandeiras de contestação e sustentação eleitoral, afirmando - isso nos anos 80 e 90 do Século 20 - que o Salário Mínimo deveria ser de R$ 1.500,00 a R$ 1.800,00. Passados 10 anos em que o Brasil vem sendo governado (???) pelo PT - Partido dos Trabalhadores, e o Salário Mínimo, bandeira demagógica dos petistas, não chega a 50% do menos valor acima citado. E por detrás disso tudo fica claro que se escondia uma grande e inimaginada tatufice, expressão que surgiu de Tartufo, a personagem de Molière que melhor encarna a hipocrisia.

Pois, bastou o PT assumir o Governo Federal que logo transmudaram o discurso, com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, através de ato oficial, iludir o povo, passando o que era os três últimos anos de contribuição para fazer a média do cálculo do Salário dos Aposentados, para o método enganatório cuja contagem é a partir de 1994. Além de roubar descaradamente o dinheiro da contribuição compulsória, via Previdência Social, após 30, 35, e 40 anos de trabalho e contribuição, desviando significativa parcela para tapar buracos feitos pelas excessivas e injustificáveis benesses a políticos, funcionários públicos federais do alto escalão e obras públicas - como fez o presidente Juscelino Kubitschke de Oliveira quando construiu Brasília pagando fortuna incalculável ao "gênial" (???) arquiteto Oscar Niemeyer -, ASSALTOU os pobres e indefesos aposentados quando editou o famigerado (aqui com significado de malfeitor) FATOR PREVIDENCIÁRIO.

Com a adoção dessa nova fórmula de cálculo do valor das aposentadorias, considerando-se o teto de R$ 6.220,00 (seis mil, duzentos e vinte reais), equivalente a 10 Salário Mínimos de contribuição, que é o limite imposto, o aposentado receberá, no máximo, R$ 3.912,20 (três mil, novecentos e doze reais e vinte centavos). O que equivale a um ROUBO EXPLÍCITO, INJUSTO E DESCARADO, tornado legal, de 37,103% (trinta e sete, cento e três por cento), o qual representa mais de 1/3 do que os aposentados deveriam receber, legalmente, pelo tempo e valores de contribuição.

A partir de janeiro de 2013 o Salário Mínimo, anunciado pela presidenta Dilma Roussef, será de R$ 678,00. Um aumento de 9% (nove por cento), já que era de opulentos R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais). Esse percentual foi baseado na inflação oficial anunciada pelo governo, pois que na prática a inflação vai muito além dos 9%. Basta conferir nos supermercados, etc.

Por outro, os MENSALEIROS, tanto do PT, como do PSDB Mineiro e do DEM de Brasília roubaram milhões ou bilhões, isso sem contar que os políticos com cargos eletivos, como ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (hoje senador), o ex-prefeito do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e os recém condenados pelo STF em processo criminal, após 53 sessões de julgamento do processo (e mesmo assim ainda em liberdade), como João Paulo Cunha (PT), Pedro Henry (PP) e Waldemar Costa Neto (PR) roubaram dinheiro público (corrupção), mas continuam sem devolver o fruto do roubo e ainda em plena liberdade.

Essa, pela prática, é a Justiça que se tem constatado vigente no Brasil: Quem paga ou contribui compulsoriamente, no caso os trabalhadores e aposentados, durante décadas, é INJUSTIÇADO, mas quem rouba descarada e explicitamente o dinheiro do contribuinte é premiado com o resultado do roubo e a liberdade, além de, no caso dos políticos com cargos eletivos, ainda se aposentarem com todos os AUTO-DIREITOS que eles casuisticamente se impuseram.

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domingo, 23 de dezembro de 2012

A VIDA SEXUAL DE LULA



Além de d. Marisa, ninguém tem nada a ver com a vida sexual de Lula. Mas acontece que o procedimento dele como governante foi indefensável.

Por Carlos Newton

Para o PT e o governo, vale tudo na tentativa de defender o comportamento amoroso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O primeiro caso que está sendo recordado é o romance do então presidente Fernando Henrique Cardoso com a repórter Miriam Dutra, que lhe rendeu o reconhecimento de um filho que recentemente o DNA mostrou que não era dele.
O affaire com FHC, aliás, foi ótimo para a jornalista, que não apenas tornou o filho detentor de uma herança milionária, mas ela própria passou a desfrutar de uma sinecura perpétua na Espanha, onde há décadas vive sem trabalhar, mas recebendo salário da TV Globo, que no caso agiu como alcoviteira, digamos assim.
Para justificar Lula, seus fanáticos seguidores citam também o ex-presidente John Kennedy, que não podia ver mulher e teve caso até com uma brasileira, a lindíssima Regina Léclery. Eles não esquecem – é lógico – de Bill Clinton e sua estagiária gordinha, a Monica Lewinsky, que gostava de fumar charuto agachada no Salão Oval da Casa Branca, vejam só como os políticos são criativos.
Nessa ânsia de arranjar desculpas para Lula, daqui a pouco os jornalistas amestrados que vivem à custa do governo certamente vão lembrar de Juscelino Kubitschek e sua paixão pela belíssima socialite Lucia Pedroso. E acabarão citando também dom Pedro I e a romântica Domitila de Castro, a Marquesa dos Santos, para mostrar que a História é rica em infidelidades governamentais. Mas, na verdade, não é disso que se trata no caso Lula/Rose.

ÀS CUSTAS DO GOVERNO

O problema atual não pode ser encarado como um simples episódio romântico, digno de privacidade e até compreensão. As críticas que são feitas a Lula nada têm a ver com amor ou sexo, que é um problema a resolver sozinho com a esposa, dona Marisa Letícia, com Lula explicando à ex-primeira-dama por que deixou de levá-la em 24 viagens internacionais, nas quais foram visitados 32 países, preferindo no próprio avião presidencial a companhia da segunda-dama, com passaporte diplomático, ganhando diárias e tudo o mais.
Analisada em profundidade, a questão de Lula é muito mais penetrante. Afinal, se um governante jamais deve tomar decisões que o beneficiem pessoalmente, como justificar que nomeie a própria amante para ficar junto a ele? Foi justamente o que ocorreu.
Esse é o fato. Usando recursos públicos, o então presidente da República criou por decreto um órgão público exclusivamente para alojar a concubina e tê-la mais próxima, como sua assessora imediata e direta, colocando-a à frente de um pretenso Gabinete da Presidência da República em São Paulo, tão dispensável que acaba de ser extinto pela sucessora Dilma Rousseff.
E o pior é que Lula não somente criou a desnecessária função exclusivamente para abrigar Rosemary Nóvoa Noronha, com carro oficial e três assessores, mas também conferiu a ela poderes republicanos de influir na formação e nos negócios do governo e a indicar autoridades para altos postos nas Agências reguladoras e no Banco do Brasil (cavando financiamentos milionários para a empresa do ex-marido). Essa é a realidade, como se comprova nos e-mails publicados diariamente pela imprensa.
Nem FHC, nem Kennedy, nem Clinton, nem JK, nem dom Pedro I ousaram tanto. Como diz o próprio Lula, jamais, na História deste país, um governante se comportou tão idiotamente como ele.
E ficou explicado por que a Polícia Federal desistiu de grampear as ligações telefônicas entre Rose e Lula. Os assuntos tratados realmente só interessam aos dois. É coisa de vida privada, não deve mesmo ter divulgação, e o país não merece passar por tanto constrangimento e tanta humilhação.

NL. Enquanto se discute se Lula era o "Bebê de Rosemary", o "Bobo de Rosemary", o "Bebum de Rosemary" ou o "Babaca de Rosemary", uma coisa é certa: do jeito que ela mandava e desmandava no Banco do Brasil, aquele banco, com certeza era o "BB de Rosemary" (Fernando A. G.)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Na época da chamada Ditadura Militar ...


 Na época da 'chamada' ditadura ...

Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos assaltados ou mortos por bandidos e traficantes. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais. 
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio moral". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação". 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar "alcoolizado". 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer 
... é falar mal do presidente!

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SERÁ QUE ESTÁ SE CONCRETIZANDO ? 
          
 Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada. Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores. Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho. Que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você. Quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada... (Ayn Rand).

NOTA: Precisa se acrescentar alguma coisa mais? Tudo bem, dirão alguns, nos 21 anos que vigiu a "Ditadura Fardada" (expressão cunhada pelo jornalista Mino Carta, um dos únicos remanescentes da classe dos jornalistas, porque todos os demais se tornaram "profissionais da comunicação) também houve corrupção, desvios de recursos públicos, afora os fatos de assassinatos de forma perversa e bárbara que aconteciam nos escuros dos "porões" do DOI-CODI, Exército, etc e etc e um SNI - Serviço Nacional de Informação que coletava tudo sobre todos os cidadãos. Período em que "pensar alto já era perigoso, arriscado", pois sempre havia um "dedo de veludo" por perto, como cantaram Chico Anísio e Arnaud Rodrigues (Caetano e Os Novos Baianos) e como relatei no meu livro "Desatando o Nó da Gravata" (1996) sobre um caso verídico de tentativa de delação e em "Jovens Anos, Belos Dias", revelei a história da morte, de forma patética e assombrante, do jovem Celso Gilberto de Oliveira, em dezembro de 1970.

Mas por outro, se tinha a liberdade e a tranquilidade de ir e vir sem problemas ou sobressaltos, sem riscos de sermos assaltados e mortos por marginais, marginais que se tornaram marginais porque o sistema os fez assim. Basta, num passar de olhos, observar a idade desses marginais, que assim optaram por serem jogados à margem da sociedade. Foi a sociedade, a alta sociedade que compõe as elites que forjaram a marginalidade que existe hoje. Foi a NOM, impositora e impostora, que vem determinando que os governantes, políticos e magistrados alarguem a faixa de atuação dessa pobre e miserável classe, enquanto, através de leis e mais leis, vão encurralando e pondo cabresto no povo e sob um desgraçado medo através de pressão via mídia impressa, televisiva e internética.

Assim, com governos, políticos e magistrados cúmplices, fomos nos tornando reféns não apenas dos marginais e traficantes, mas de forma clara e explícita do próprio Governo e governantes que vão apertando o cinto como o gaúcho faz com o "barrigueiro" quando encilha o cavalo e, em contrapartida, alarga o cinturão de miséria que circunda principalmente as grandes cidades, onde não há empregos, não há escolas (as que existem estão caindo de podres por irresponsabilidade e negligência consciente e até propositada), não há saneamento básico e muito menos há hospitais suficientes e aparelhados com o mínimo necessário para o atendimento da população que cresce dia-a-dia. Mas há recursos para a corrupção e as múltiplas festanças promovidas com recursos públicos extorquidos à forceps da população.

Essas algumas  das diferenças: umas piores que as outras. Aí é um "salve-se quem puder". 

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

JOGO DA MORALIZAÇÃO: Uma alternativa à corrupção ...


Em geral a cada final de ano, no mês de dezembro, os jogadores dos 20 ou 30 principais times do Brasil entram em férias. E alguns com mais liderança acabam montando um time e convidados colegas para jogos do tipo "JOGO DA AMIZADE", cuja renda acaba revertendo em favor de alguma entidade carente.

O Brasil está passando por um dos seus períodos mais nebulosos, onde a corrupção graça ao bel prazer, enquanto pelas coxias são arquitetadas as soluções mais esdrúxulas e que afrontam a própria Constituição Federal, sem entrar no mérito das leis complementares.

Aproveitando a boa vontade dos jogadores, muitos craques admirados e tido como ídolos do futebol brasileiro e até mundial bem que poderiam dar a sua colaboração e em lugar de promover um jogo beneficente para uma determinada entidade, cuja renda muitas vezes é até insuficiente para atender as necessidades elementares da entidade escolhida, seria de bom alvitre que, com espírito cívico e como ídolos líderes, promovessem uma partida de futebol num estádio como o Beira-Rio ou Arena do Grêmio, no RS, ou no Pacaembu em SP ou, ainda, na Maracanã, no Rio e até mesmo em outros estados "JOGO PELA MORALIZAÇÃO DA POLÍTICA". Com certeza, pelo nome e representatividade que esses jogadores desfrutam, além de serem ídolos líderes seguidos por milhões de brasileiros, se teria uma repercussão além das expectativas. E mais ainda se cada time usasse uma camisa, digamos, AMARELA com a inscrição "baixo a corrupção" e o outro uma camisa VERDE com os mesmos dizeres.

Se teria, e tenho a melhor convicção disso, uma ressonância em termos nacionais e até internacionais, pois até hoje nada parecido foi realizado no mundo. E tudo dentro de um clima de paz, de festa, de confraternização, porém de CONSCIENTIZAÇÃO à classe políticas de todos os níveis e âmbitos e aos governantes dos três escalões: Federal, Estaduais e Municipais, visando, também, alertar o próprio Poder Judiciário do quão necessário e fundamental é se MORALIZAR A POLÍTICA, e cumprir o que determina a Lei Maior - A Constituição Federal de 1988 - quanto a temas da maior expressão, como: EDUCAÇÃO, SAÚDE, SANEAMENTO BÁSICO, etc.

Se tal fosse promovido num estado com certeza a "mania" se espalharia pelos demais estados brasileiro e, assim, teríamos uma sequencial e modelar forma de pressionar o políticos, os governantes, o Poder Judiciário, além de conscientizar o povo brasileiro quanto aos seus direitos, já que os deveres são cobrados regiamente pelos governos.

Fica, aqui, portanto, plantada a sementinha para uma mudança de comportamento e uma forma de exercer com intensidade e plenitude a cidadania em favor de todos os brasileiros do Iapoque ao Chuí.

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